Elon Musk, o homem mais rico do mundo, fundador da Tesla e da SpaceX, agora também é oficialmente dono do Twitter. Nesta quinta-feira, dia 27 de outubro, Musk comprou o microblog por US$ 44 bilhões (R$ 235 bilhões) que estava em negociação desde abril, e agora planeja mudar as coisas.

Sua primeira medida foi demitir 4 dos principais executivos da empresa, incluindo o CEO, Parag Agrawal, segundo informou a imprensa americana. Musk havia confirmado que iria concretizar a compra da rede social e disse que estava fazendo isso “pelo futuro da civilização”.

Esta é uma das principais razões pelas quais esta notícia explodiu como um ponto final para a intriga sobre a aquisição do Twitter que circulou nas últimas semanas, e que ao mesmo tempo traz consigo novas controvérsias em torno das mudanças e perspectivas que a rede social terá a partir de agora.

Enquanto alguns analistas elogiam o valor do negócio para os acionistas, a aquisição planejada de Musk desperta preocupações com a saída de anunciantes, mudanças imprevisíveis de produtos e metas de receita pouco claras.

 

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O futuro do Twitter sob Elon Musk

A afinidade de Musk com a rede pode permitir que ele melhore algoritmos e a experiência de uso em geral. Entretanto, alguns internautas demonstraram preocupações em relação à nova aquisição, temendo que a rede deixe de se tornar um espaço inclusivo para todos.

Até o momento, Musk informou que ainda está trabalhando em seus planos. No entanto, existem alguns indicadores sobre as intenções do homem mais rico do mundo, que ele expôs no próprio Twitter. Confira:

 

1. RESTAURAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A principal mudança que Musk busca no Twitter é expandir a liberdade de expressão na plataforma. Musk mencionou em mais de uma ocasião que o Twitter é “a praça da cidade” e que deveria ser um local adequado para qualquer pessoa se expressar da maneira que quiser. Isso é especialmente incisivo após as medidas que o Twitter aproveitou para tentar amenizar a desinformação que levou ao bloqueio de Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, no início de 2021.

Após a compra no Twitter até agora, a única mensagem oficial de Musk em sua conta foi um aviso: “Espero que até meus piores críticos permaneçam no Twitter, porque é isso que significa liberdade de expressão“. Será que esse novo posicionamento irá trazer novos públicos pra rede?

 

2. SEM ANÚNCIOS NA PRAÇA

Musk acredita que para o Twitter atender ao propósito de “praça pública”, ele não deveria conter anúncios. Afinal, isso deixaria a plataforma dependente do dinheiro de empresas anunciantes e consequentemente, estaria sujeito a manipulações de acordo com o interesse de terceiros. Por isso, seu modelo de assinatura deve eliminar anúncios entre tweets.

No entanto, atualmente 90% da receita da rede é através da publicidade. Porém, Musk declarou que para redução de custos pretende descontinuar a sede da empresa em San Francisco ou então, eliminar o salário dos membros do conselho, economizando cerca de 3 milhões de dólares por ano. Além disso, aparentemente haverá uma forma de monetização através do Twitter Blue, que falaremos mais pra frente.

 

3. FUNÇÃO PARA EDITAR TWEETS

Uma das constantes e principais reclamações de vários usuários, inclusive do próprio Elon Musk, é que os tweets devem ser editáveis, e logicamente essa será uma das primeiras mudanças que poderemos ver na rede social. 

 

4. UM TWITTER DE CÓDIGO ABERTO

Outro dos planos que Musk compartilhou é a transferência do código do Twitter para um open sourcing, para que qualquer pessoa possa recomendar mudanças e novas funções, com as quais os desenvolvedores terão total liberdade para reestruturar o aplicativo e, claro, encontrar soluções viáveis ​​para os problemas que enfrentam.

Os algoritmos sempre proporcionam muito debate nas redes sociais. Ao longo dos anos, os usuários estão cada vez mais exigentes sobre a usabilidade das plataformas. Musk, parece querer contribuir para esse futuro de maior autonomia para aqueles que desejarem utilizar o Twitter.

 

5. CONTAS VERIFICADAS QUE PODEM SER COMPRADAS

Se até agora as contas verificadas no Twitter serviam para reconhecer essas personalidades ou empresas com base em sua relevância na rede social, agora Musk poderia adicionar a verificação de perfil aos seus assinantes do Twitter Blue, como mais uma garantia de autenticação da conta – que é pago e pode ser o modelo de monetização que mencionamos mais acima.

Esse ponto é polêmico, porém, para Musk, a autenticação diminuiria a presença de bots na plataforma. Um problema cada vez maior, acelerando a divulgação de fake news pela web, além da disseminação de discursos de ódio.

 

Futuro do marketing no Twitter: a rede social que revolucionou o mundo da mídia

Apesar de estar sempre à sombra do Facebook, o Twitter ainda hoje é influente e define tendências. Não há evento ou notícia mundial que não seja comentada nele.

A rede vem incorporando recursos que agradam usuários veteranos e engajam novos. A inclusão de várias fotos ou gifs nos tweets, a opção de fazer pesquisas, eliminar o limite de caracteres para mensagens privadas ou ampliar o limite de caracteres para 280 visam aproximar a rede social de seu público.

Ele foi projetado para ser um lugar para “notícias de última hora”, onde pessoas comuns se tornam emissoras, dando pequenas rajadas de informações em tempo real. Quanto mais as pessoas falam sobre um assunto, maior a probabilidade de ele “virar tendência” e chamar a atenção das principais notícias. 

De fato, muitas personalidades do mundo da política, do esporte ou da cultura utilizam a plataforma como mais um meio de comunicação. Embora outras redes sociais como Facebook e Instagram tenham um número maior de usuários, a viralidade de um comentário no Twitter ainda não tem concorrência direta. O Twitter é e tem sido uma revolução da Internet e da comunicação.

No entanto, nem todas as mudanças nos últimos anos agradaram a todos. Uma das mais notórias foi a mudança em sua linha do tempo, em que os tweets apareceriam em ordem de relevância e não em ordem cronológica. Isso não agradou aos fãs do Twitter, que logo começaram a usar a hashtag #RIPTwitter no Trending Topic.

E os impactos?

O que sabemos com certeza é que tudo o que ele fizer afetará muitas pessoas (o twitter tem cerca de 200 milhões de usuários em todo o mundo), e, portanto isso respingará aos profissionais de marketing que trabalham com a gestão de conteúdos e de anúncios nessa rede, devendo se preparar e ajustar suas estratégias.

Se Musk realmente reconsiderar seu plano de remover anúncios, os profissionais de marketing devem reavaliar onde investir melhor o orçamento que estão usando na publicidade paga do Twitter, migrando para outras redes sociais, por exemplo, como Instagram, Facebook, LinkedIn e Google Ads, e até mesmo em redes que talvez você ainda não tenha experimentado como TikTok , Snapchat ou Pinterest, visando, inclusive, que talvez haja migração dos usuários do twitter para esses canais. Pra te ajudar, confira esse artigo: Redes Sociais: minha empresa precisa estar presente em todas?

Sempre há alternativas para atingir seu público-alvo – seja claro com seus objetivos, pense no que você estava tentando alcançar no Twitter e ajuste sua estratégia de acordo.

Porem, é importante não esquecer que o Twitter tem atualmente mais de 200 milhões de usuários ativos diários. Sem poder investir em anúncios, uma estratégia orgânica forte se tornará ainda mais vital para manter uma presença na plataforma. Portanto, reavalie sua estratégia atual do Twitter e considere onde você pode aprimorá-la. Mantenha seu conteúdo relevante, mantenha a voz da sua marca e analise qual tipo de conteúdo terá valor para seus seguidores e sua comunidade.

Os tweets têm uma vida útil notoriamente curta, então invista algum tempo planejando com antecedência, usando a ferramenta de agendamento para aumentar sua frequência diária e manter uma forte presença no feed.

Por fim, essas são algumas das previsões que o Elon Musk expôs no twitter e tudo pode mudar, ou não. Mas uma coisa é certa, os profissionais de marketing não podem se dar ao luxo de apenas sentar e assistir o desenrolar.

Mantenha-se atualizado, seja dinâmico com sua estratégia e saia na frente da concorrência, estando preparado para se adaptar assim que for a hora certa!

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E você, o que acha que vem por aí?

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Você já reparou como algumas empresas têm seu nome forte no mercado, são facilmente reconhecidas e sempre citadas quando o assunto são os produtos que elas comercializam ou serviços que prestam?

Pense rápido: uma marca de refrigerante? Tenho certeza que você pensou na Coca-cola…

Isso não acontece por acaso.

Um trabalho bem feito de gestão de marca, conhecido como branding, certamente faz parte da estratégia desses negócios, gerando resultados positivos no médio a longo prazo.

Diferente do que muitos pensam, marca não é apenas o logotipo da empresa.

Marcas compreendem um conjunto de características que retratam a empresa e o que ela pretende realizar. Implicam em promessas ao público e como elas são percebidas.

As pessoas fazem julgamentos sobre o quão forte ou fraco um negócio é só de olhar para o logotipo. Mas claro, seu logo é apenas um dos itens que compõem a sua marca, pois há muito mais além dele e por trás dele conforme apresentamos neste artigo aqui.

Isso significa que, mais do que contratar um designer para sua empresa e transformar o nome dela em um formato visual de identificação, todos os demais elementos que envolvem o seu negócio estão em contato com os consumidores atuais e potenciais e fazem parte da representação de uma marca.

 

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Uma marca forte e bem posicionada faz com que o produto ou serviço se diferencie da concorrência, criando uma conexão visual, emocional e cultural entre empresa e consumidor. Já ouviu aquela frase “compra na emoção, justifica com a razão”?

E essa conexão vem através de atributos, benefícios, posicionamento, personalidade, proposta de valor e cultura.

Vamos nos aprofundar neles:

Atributos e Benefícios

Sua empresa será lembrada por algum atributo predominante na mente das pessoas, que traduz o benefício associado a marca, produto ou serviço.

Exemplo: Duracell: durabilidade; Volvo: segurança; Cirque Du Soleil: entretenimento de alto nível; Google: acesso a informações.

Posicionamento

Posicionamento é o lugar que uma marca ocupa nos corações e mentes de seus clientes, diferenciando-se da concorrência.

O que sua marca faz de diferente e melhor que o resto do mercado para que ela ganhe a preferência de seus clientes? O posicionamento pode retratar um benefício/atributo (que citamos no tópico anterior) em que sua empresa é superior.

Aspectos como confiança, sucesso e credibilidade podem ser pilares de posicionamento.

Personalidade

A personalidade da marca expressa a constância de atos e atitudes associadas a empresa, como confiança, inteligência, responsabilidade e acolhimento, por exemplo.

A marca Ninho tem uma personalidade carinhosa e acolhedora, fielmente retratada em seu logotipo, onde uma ave alimenta cuidadosamente seus filhotes.

 

Proposta de Valor

A proposta de valor é o porquê da escolha da sua marca pelo público

Pense cuidadosamente sobre o que você pode oferecer a seus clientes e porque isso é único em comparação com marcas semelhantes que oferecem os mesmos produtos.

Cultura e Valores

A marca pode traduzir ou representar uma cultura e valores, seja elas conservadoras, arrojadas, irreverentes, etc.

Ela deve representar valores que seus consumidores acreditam profundamente e estão dispostos a defender.

Quem não gosta de se relacionar com pessoas e empresas caracterizadas e reconhecidas como defensoras de uma causa, além de ter seu manifesto projetado na mídia?

 

Essas são algumas das principais características com maior força para criar conexões emocionais e identificação com o público.

Elas devem ser traduzidas em cores, formas, fontes, elementos, símbolos, ícones e suas formas de aplicações. Isso envolve tudo aquilo que, quando o cliente entra em contato com sua empresa, produtos ou serviços, represente o que ela é. Ou seja, uma vez impactado e conquistado, dificilmente o consumidor irá ceder ao concorrente.

Essa percepção contribui para a identificação da empresa e, assim, pela preferência na hora da decisão de compra. Por isso o discurso tem que corresponder com a qualidade e com a realidade do seu negócio.

“uma marca é composta por ideias, associações e emoções que as pessoas têm”.  Nigel Hollis, autor do best-seller The Global Bran

Durante a criação de uma marca, nós da agência Mkt Ideas apresentamos ideias criativas, capazes de criar uma linguagem intuitiva, que agregue valor e deixe mais claros os potenciais da empresa, fazendo com que a marca seja bem representada e fortalecida no mercado. Contamos um pouco sobre o processo nesse artigo: Qual o valor de um logotipo estratégico?

Torne sua marca um case!

Dedique um tempo para refletir bastante sobre essas características. Seguindo elas a risca, tenho certeza que sua marca será um sucesso!

Mas para ela se consolidar, sugiro pra você o infográfico abaixo! Nele, você vai descobrir os próximos passos, que vão desde o modelo de negócio, passa pelo design e vai até marketing. Confira:

Infográfico Gratuito Como Construir uma Marca Forte

 

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Nós sabemos que para conseguir um novo cliente, não basta ter uma excelente equipe de vendas com ótimas habilidades de comunicação.

Cada pessoa – em especial em mercados B2B (vendas de empresas para empresas) – tem um processo de decisão de compra diferente. Alguns são mais decididos e outros nem tanto – têm de consultar o amigo, o sócio, a esposa, comparar prós e contras, se planejar, entre outros empecilhos.

Porém, uma forma de agilizarmos esse processo de decisão é através do depoimentos de clientes.

Se você já ouviu falar do marketing boca a boca, sabe que essa prática não é nova. A maioria das pessoas é motivada pela opinião de outras pessoas.

Você acha que os clientes acreditam mais na palavra de um vendedor ou de outro cliente, mesmo sendo um desconhecido?

Elas confiam mais em opiniões de estranhos do que na própria empresa, e isso tem um apelo muito forte.

Depoimentos sinceros = marketing honesto

Segundo o Zendesk, 90% dos consumidores afirmam que críticas positivas influenciam totalmente a sua decisão de compra. Outra pesquisa também aponta que 92% dos compradores B2B são mais propensos a fechar um negócio depois de ler uma avaliação confiável e assertiva.

Se um cliente faz um depoimento sincero, enaltecendo as boas qualidades do seu atendimento, entrega e produto, motivará o interesse de novos clientes e poderá aumentar as vendas.

Você precisa gerar confiança para as pessoas comprarem de você.

Além disso, essa ação é um dos Gatilhos Mentais: o de Prova Social, onde você prova que sua empresa possui clientes, leads interessados e que é engajada. 

💡 Leia também:

 

Como colher depoimentos

Mesmo com todas as vantagens, certas pessoas ficam receosas de pedir depoimentos.

Não há a mínima necessidade de medo. Venda é relacionamento.

Quando o vendedor se relaciona bem com o cliente, o pedido de depoimento é recebido com muita satisfação e os clientes até se oferecem para fazê-lo.

Portanto, quando os clientes elogiarem o produto e a empresa, aproveite a brecha para pedir um depoimento.

Agora, se o cliente não tiver uma boa relação com a empresa, nem adianta pedir. É muito importante que o vendedor tenha bastante segurança do que está fazendo e saiba para quem é mais correto pedir o depoimento.

Pensando nessa importância para fortalecer o valor da sua marca e gerar prova social, disponibilizamos a seguir, um roteiro para você conseguir colher depoimentos e utilizá-los:

1. Identifique os clientes satisfeitos

Escolha na sua base de clientes algumas pessoas que você sabe que estão satisfeitas com o seu produto. Se você for de B2B, dê preferência as empresas de renome e a cargos importantes para valorizar mais ainda a sua carta de referência.

Caso você não consiga através de sua base de cliente, uma opção é organizar um evento com palestras, apresentações e/ou demonstrações e convidar pessoas de renome, influencers ou grandes empresas que usem e queiram falar dos bons (ou maus) resultados obtidos.

2. Escolha um formato

Feito isso, peça os depoimentos, que podem ser solicitadas através de pesquisa ou uma carta de referência.

Em forma de perguntas é mais fácil conseguir um depoimento, pois geralmente pedir em formato de carta/texto pressiona as pessoas a inventarem algo com a palavra perfeita, então elas congelam e não fazem nada.

Em vez disso, pergunte como estão se saindo com seu produto ou serviço e, quando responderem de forma positiva, peça mais detalhes e pergunte quais são os resultados que estão obtendo com isso. Em seguida, resuma o que eles disseram e pergunte se você pode usar isso como um depoimento.

Nós aqui da agência Mkt Ideas disponibilizamos gratuitamente um roteiro de perguntas para os clientes da agência. Se você for nosso cliente, entre em contato conosco que te enviamos :) 

3. Ofereça recompensas

Descubra o momento em que seus clientes se sentirão gratos por você e por sua solução e envie um e-mail educadamente pedindo um depoimento. Se você não receber uma resposta, vamos para o plano B:

Uma tática que muitas empresas praticam é oferecer benefícios em troca do depoimento.

Para B2C (vendas de empresas para consumidor final, como lojas), normalmente é oferecido descontos e pontos. Já no B2B, pode ser oferecido curso, bônus, mentoria e uma boa ideia é pensar também em co-marketing colocando um link pro site do cliente no depoimento ou fazendo um artigo sobre o case do cliente, por exemplo.

Quanto ao timing, a melhor forma de aumentar as chances de conseguir resposta é pedindo os depoimentos imediatamente após a conclusão e entrega do produto ou serviço. 

Também é interessante ter uma régua de periodicidade. Por exemplo, é muito comum nas empresas que vendem softwares colherem depoimentos 30 dias após a compra e depois a cada trimestre. Você pode também encaminhar o pedido junto com sua pesquisa mensal ou anual de NPS que você costuma mandar para seus clientes.

4. Renove sempre

Peça novos testemunhais para renovar seu estoque.

Além de ter sempre uma novidade para mostrar àquele cliente relutante, você aprende mais sobre os pontos fortes (ou fracos) de seu produto ou serviço.

Quando e onde usar?

  • Na nutrição do lead

Geralmente, sempre que temos oportunidade, inserimos os depoimentos de nossos clientes nos canais de marketing que trabalhamos.

Por exemplo, se você possui um canal no instagram, seria muito bem vindo personalizar um post com o depoimento de um cliente seu. Isso porque o seu lead em potencial pode curtir sua página, mas não conhecer sua empresa. Se ele ver um depoimento de um cliente, a probabilidade de também virar seu cliente, aumenta bastante! Aqui na agência, nós também pedimos para o cliente fazer o depoimento diretamente na fanpage, veja aqui.

Dessa forma, as redes sociais ampliam o alcance das opiniões, dando um melhor acesso para quem procura avaliações. Mas use e abuse dos depoimentos colhidos postando também no blog, nos materiais ricos e email marketing.

  • No processo comercial

Trate esse depoimentos como “cartas na manga“, pois é realmente essa a função deles: agir como um extra na hora do fechamento, incentivando a assinatura do contrato e demonstrando para o cliente que seus vendedores estão realmente preparados e agindo profissionalmente.

Você pode utilizar nas propostas comerciais, nas apresentações institucionais e no próprio site da empresa.

Conquiste mais clientes!

Aproveite os depoimentos em sua estratégia de marketing digital.

O Inbound Marketing é uma estratégia eficiente que se baseia na criação de conteúdos voltado para a Jornada de Compra do seu público alvo.

Portanto, engaje os atuais e futuros clientes ao produzir artigos, vídeos, e-books, podcasts ou infográficos úteis e relevantes com os depoimentos adquiridos. Dessa forma você conquista a confiança deles de forma mais natural e os transforma em clientes.

Se você ainda não conhece a estratégia de Inbound Marketing, baixe gratuitamente nosso ebook abaixo e aplique na sua empresa o quanto antes:

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A sua empresa está enviando mensagem para as pessoas certas?

Se essa é uma pergunta que você nunca parou para fazer, está na hora de pensar em criar personas para o marketing do seu negócio.

Uma das máximas do Inbound Marketing diz que “devemos enviar a mensagem certa para a pessoa certa e no momento certo”, assim teremos maiores chances de sucesso em nossas ações.

Porém, antes mesmo de pensar na mensagem certa, devemos saber quem são as pessoas certas para direcionarmos a nossa comunicação. Parece óbvio, mas muitas vezes essa é uma etapa esquecida.

No marketing, essa pessoa é conhecida como Persona ou Buyer Persona.

O que é Persona?

Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal.

Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características dos seus clientes ideais, assim como a criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

A criação de personas não é uma técnica nova, mas poderia ser muito mais explorada do que é atualmente. É muito comum empresas e agências criarem campanhas de marketing sem entender profundamente quem é o seu cliente ideal.

Se você diz que seu público-alvo é “praticamente todos” ou “alguém interessado em meus serviços”, você não tem muita chance de aumentar conversões. E, para nós da Mkt Ideas, aumentar conversões é mais importante que apenas aumentar visitas.

Qual a diferença entre persona e público-alvo?

É comum que haja alguma confusão nos conceitos, mas uma coisa podemos afirmar com certeza: persona e público-alvo não são sinônimos.

Vamos a um exemplo prático:

  • Público-alvo: Homens e mulheres, entre 30 à 45 anos, moram em capitais do Brasil. Trabalham em grandes empresas, classe B.
  • Persona:  Diego Mesquita, 33 anos, gerente de marketing de uma grande empresa, casado, gosta de passar o tempo livre com a família, frequenta show de jazz e blues e está conectado a todas a redes sociais, pós graduado em marketing digital, sofre muita pressão da diretoria por resultados, quer bater metas e ser valorizado na empresa.

Percebeu a diferença?

Público-alvo é uma parcela abrangente da sociedade, para quem você vende seus produtos ou serviços, não cita seus hábitos, comportamentos e interesses.

Já a persona é a representação do seu cliente ideal, de forma mais humanizada e mais personalizada. Ela é tão real quanto uma pessoa de verdade. Esse é o segredo.

Tradicionalmente, a definição de um público alvo consiste em determinar a sua idade, sexo, localização geográfica e as suas necessidades. Acontece que, atualmente, é necessário muito mais do que isso, precisando portanto, olhar de forma direcionada para outras questões.

Em um primeiro momento pode até soar muito parecido. Mas faz toda a diferença pensar em uma estratégia de marketing direcionada ao “Diego Mesquita” e não a um extenso público-alvo.

Por que criar uma Persona?

Conforme apontamos acima, a persona possui características muito mais conclusivas e ricas, o que facilita a criação de uma estratégia de marketing (e de negócios também), afinal você sabe exatamente com quem está falando.

Precisamos entender quantos anos esta pessoa tem, de que sexo é, qual a profissão, qual o grau de instrução, o que gosta de fazer no tempo livre e etc. Além destes, uma série de fatores que influenciam no que esta pessoa tem como hábitos e o que ela gostaria de consumir.

Quanto mais você entender sua persona, mais clientes você irá conquistar.

Você precisa conhecer a sua persona tão bem, mas tão bem, que consiga encaixar uma solução sob medida da sua empresa pra ela, ou até mesmo criar uma nova oferta, dentro do “sonho de vida” dela (“sonho de vida” = objetivo de vida/de empresa).

No entanto, muitas empresas têm dificuldade para definir o seu persona e acabam por fazê-lo de forma extremamente ampla.

Com a persona definido, você irá entender:

  • Qual linguagem usar
  • Qual canal se comunicar
  • Qual mensagem enviar
  • Quais conteúdos podem ser produzidos
  • Qual será o cronograma de conteúdo
  • Quais palavras chave iremos trabalhar
  • Qual será o estilo e periodicidade do e-mail marketing
  • Como faremos a segmentação nos anúncios

E muito mais.

Suas campanhas precisam soar “como música” nos ouvidos da sua persona.

Como criar uma Persona?

O maior erro cometido é tentar criar a persona com base no que nós achamos que é o nosso cliente.

Esse “achômetro” muitas vezes está completamente equivocado e nossa comunicação ficará totalmente mal direcionada. Personas não podem ser criadas através de palpites e suposições.

Para que o produto final seja de qualidade é necessário coletar dados, realizar pesquisas e entrevistas.

Podem ser dados de cadastros dos seus clientes, informações dos últimos anos de vendas e até mesmo, utilizar ferramentas de pesquisa para chegar em uma informação mais relevante e assertiva. A base de clientes é o lugar perfeito para começar a investigação de persona da empresa.

Com esses dados, ficará muito mais fácil entender quem é este persona e a partir de então tudo que formos criar, tanto no campo de produto ou serviço como no campo de comunicação, será direcionado para esta persona.

Algumas características básicas que utilizamos para definir as personas:

  • Dados demográficos: gênero, idade, estado civil, se têm filhos, onde moram;
  • Objetivos: o que valorizam, quais são seus sonhos e como podem ser ajudados a realizá-los;
  • Pontos fracos: entenda os problemas dessas pessoas e como a sua empresa pode resolvê-los;
  • Onde buscam informações: descubra os canais online e offline onde buscam atualizações e informações e invista nesses canais;
  • Que cargo ocupam: investigue onde trabalham e em qual área.

Quanto mais informações tivermos, mais completa a nossa persona e muito melhor a nossa comunicação.

O próximo passo é detalhar o perfil persona a partir das respostas obtidas. Reúna as informações, elabore o personagem com um nome e uma imagem e coloque em um documento a ser disponibilizado para todos na empresa.

Lembre-se: É muito importante que a persona seja uma pessoa real, assim, todos da sua equipe têm uma ideia com quem estão conversando e tornam a comunicação mais humanizada e assertiva. Lembra do Diego Mesquita?

A sua empresa está se comunicando do jeito certo ?

Agora que você entende o que é persona e identificou a da sua empresa, faço as seguintes perguntas: Você está se comunicando do jeito certo? Está mostrando qual problema as suas soluções resolvem? Está falando o que sua persona espera ouvir?

Deixe sua resposta nos comentários e aproveite para baixar nosso ebook gratuito para aprender mais sobre a estratégia de Inbound Marketing:

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O Marketing Digital para dentistas já é uma realidade e a forma mais eficiente de fidelizar e captar pacientes e ainda se destacar da concorrência. Quer saber como fazer tudo isso? Veja agora em 4 dicas práticas e aplicáveis!

A internet mudou totalmente a forma com que as pessoas buscam por informações, produzem e consomem conteúdos e o reflexo disso é a transformação no processo de “comprar e vender”.

“Mas como assim?”

Bom, certamente você nem se lembra mais qual foi a última vez em que comprou um produto ou serviço sem antes pesquisá-lo na internet a fim de obter informações que lhe dessem autonomia até chegar ao momento de compra.

Pois bem, é assim que o consumidor age antes de fechar negócio e, em contrapartida, as empresas precisam corresponder a esse nível de exigência.

Na área odontológica, um dos segmentos que mais crescem no Brasil, não é diferente e a internet é fundamental. 

Continue lendo este conteúdo e descubra:

Por que investir em Marketing Digital

Os dentistas sempre investiram em Marketing com cartões, indicações, ligações e por aí vai, mesmo que nunca tenham se atentado a isso.

Pois é, essas eram algumas maneiras de reter e captar novos pacientes, mas as coisas mudaram e elas já não são tão eficientes assim, e é aí que entra o Marketing Digital para Dentistas.

De forma mais direta, o Marketing Digital consiste em usar os canais online para gerir o relacionamento com o público, fortalecer a imagem de uma marca e a partir disso criar oportunidades de vendas.

Pensa bem, uma empresa de plano de saúde dental antes de pensar em ter clientes, precisa entregar valor a ponto deles perceberem que precisam contar com esse serviço.

Então, as melhores estratégias para atingir esses objetivos são:

1 – Tenha um blog

Os blogs são ótimos para entregar conteúdos educativos e que resolvam os problemas de quem os acessam.

Basicamente, não é necessário falar apenas sobre sua área de atuação, mas pensar também em possíveis desdobramentos. 

Afinal, uma pessoa pode estar no seu blog procurando informações sobre determinado procedimento, se vale mais a pena o atendimento particular ou por plano de saúde dentário ou simplesmente buscando por dicas de como manter uma boa higiene bucal.

Então, ao postar conteúdos no blog, pense sempre em elucidar possíveis problemas dos usuários. Isso dá autoridade ao seu consultório, fortalece a imagem da marca e ainda  traz novos pacientes.

Se quiser saber mais sobre o assunto, sugiro a leitura do artigo: Ter um blog dá resultado? Sim, só depende de você.

2 – Invista nas redes sociais

Você é um dentista e o slogan mais famoso do meio talvez seja “dentes são o cartão de visita do ser humano”, certo? Então provavelmente seu público seja mais visual.

É essencial saber qual rede social seu público mais consome, investir nela e criar conteúdos informativos assim como o blog. Aliás, você pode maximizar seus resultados trabalhando de forma integrada com esses dois canais.

A diferença dos conteúdos de redes sociais para os blogs é apenas uma: eles precisam ser mais dinâmicos já que ninguém está no Facebook para ler textos enormes.

Um conselho de ouro: faça publicações com dicas rápidas, promessas e antes e depois – elas costumam desempenhar bem nas redes sociais.

Se você não sabe quais são as redes sociais ideais para o seu consultório, veja esse artigo aqui. Porém, as mais usadas são:

  • Instagram
  • Youtube
  • Facebook
  • Pinterest

Se ainda não está convencido sobre a importância das redes sociais, leia esse artigo: Por que sua empresa deve estar nas redes sociais?

3 – Trabalhe o SEO

SEO é a sigla de Search Engine Optimization, ou em bom português: Otimização de Mecanismos de Busca. 

O SEO aplica em sites diversas técnicas para que eles fiquem melhor posicionados em mecanismos de busca como Google, Yahoo e Bing.

Para consultórios e clínicas, o SEO serve para que seus produtos ou serviços sejam encontrados por potenciais pacientes.

Melhor dizendo…

Suponha que um potencial paciente tem interesse em saber sobre determinado tratamento e busca pelo seguinte termo: “dentista que atende por plano odontológico”.

Se o seu blog aplicar as técnicas de SEO e criar conteúdos acerca do assunto, é provável que você seja o resultado dessa busca e feche mais um tratamento.

4 – Faça anúncios

Um belo dia lá estava você pelo Google, pesquisou por “fornecedores de insumos odontológicos” e conferiu algumas opções mas não tomou nenhuma decisão. Até aí tudo bem.

Porém, quando foi acessar seu Instagram se deparou com um anúncio relacionado à busca feita lá no Google. “Ah, esses algoritmos”…

Pois bem, esse tal anúncio não é nenhuma mágica e tampouco significa que seu Iphone comprado em Orlando foi invadido, na verdade trata-se de uma campanha (muito bem feita, por sinal) de Ads.

Os Ads assim como o SEO aparecem de acordo com os termos buscados e constantemente são ofertados em momentos diferentes para que você clique no anúncio e feche negócio.

Eles são bastante interessantes para atingir resultados rápidos, atrair mais pacientes ao consultório e podem ser feitos no Google e também nas redes sociais.

Caso queira entender mais, leia esse artigo: Por que usar os anúncios do Google em sua estratégia de marketing?

Invista em Marketing Digital agora mesmo 

São inúmeros os benefícios do Marketing Digital para dentistas e além disso, é possível ter sucesso com as estratégias apresentadas neste conteúdo investindo pouco.

Apesar dos exemplos com plano de saúde odontológico e dentistas, qualquer empresa pode e deve investir em Marketing Digital se quiser ter relevância no mercado atual e acompanhar os hábitos do público.

Por fim, mas não menos importante, Marketing Digital é teste e consistência e não há um segredo ou fórmula mágica para ter sucesso nos meios digitais.

Por isso, procure sempre estudar os hábitos do seu público e crie estratégias para captá-los de acordo com suas preferências. 

 

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Este conteúdo foi produzido por Ideal Odonto.

 

 

O LinkedIn foi fundado em 2003 para realizar o trabalho de conexão entre os contratantes e os contratados.

Assim como existem redes sociais focadas em estabelecer relacionamentos amorosos entre as pessoas ou aumentar a rede de amigos, o LinkedIn é usado por profissionais para expor as suas qualidades em relação ao mercado de trabalho.

Atualmente, possui mais de 562 milhões de usuários em todo o mundo – 45 milhões são brasileiros, o que torna o país o 3º que mais utiliza o LinkedIn. 

Assim, embora muitos o utilizem para buscar novas oportunidades de emprego para si, também é possível encontrar empresas disponíveis para negócios B2B.

Ou seja, de empresas que vendem para outras empresas, e não para o consumidor final. Portanto, essa mídia social logo se tornou a queridinha para a realização de prospecção B2B.

Todavia, como toda prospecção, existem coisas certas e erradas a se fazer.

Por isso, trarei algumas dicas valiosas de como prospectar clientes no LinkedIn.

Nas próximas linhas eu te mostro:

  • Por que usar o LinkedIn na sua empresa?
  • Por que é principalmente para empresas B2B?
  • 8 dicas práticas de como prospectar clientes no LinkedIn.

Vamos lá?

Por que usar o LinkedIn na sua empresa?

Para quem é empreendedor, provedor de serviços ou vendedor, o LinkedIn é mais uma ferramenta que se mostra essencial para encontrar e começar um relacionamento com potenciais clientes.

Ele é considerado a maior rede social profissional que existe.  

São 562 milhões de pessoas conectadas para fazer networking, prospectar clientes, gerar mais leads e fazer contatos que podem ser importantes para sua carreira ou para sua empresa, principalmente visando o mercado B2B.

Não é à toa que hoje ela conta com mais de 40 milhões de empresas dos mais diversos ramos e segmentos. 

As redes sociais, em geral, servem como um meio de entrar em contato com o possível cliente. Contudo, a sua qualificação se dará a partir de outra comunicação, como o e-mail ou o telefone.

Entretanto, esse definitivamente não é o caso do LinkedIn.

Diferente de outros canais, que não têm o mesmo engajamento e objetivo em comum, todos no LinkedIn esperam fazer negócios, de uma forma ou de outra, e isso deve ser usado a favor do seu time comercial.

Como as empresas ali presentes estão realmente à procura de novas oportunidades de negócios, ou ao menos abertas a ouvir propostas, a chance de distração ou interrupções passa a ser muito menor.

A disputa pela atenção dos usuários é menor do que em outras redes sociais, pois as empresas não precisam competir com publicações pessoais, de familiares e amigos.

É importante também saber que o objetivo de todos os profissionais presentes no LinkedIn é melhorar suas vidas profissionais. Portanto, seu potencial cliente presente na rede tem boas chances de querer resolver o problema que o seu produto aborda.

O ambiente de fomento a colaboração e aos negócios também ajuda com que outros façam introduções e indiquem você para clientes em potencial.

Além disso, o LinkedIn te fornece os meios necessários para chegar até os seus potenciais clientes.

Isso porque o LinkedIn permite que você tenha acesso às pessoas em cargo de liderança e que tomadoras de decisões estratégias dentro de uma empresa.

Ele disponibiliza os dados de contatos, informações detalhadas, histórico e ainda oferece o espaço necessário para essa interação.

Tudo que é necessário para encontrar seu prospecto, saber informações sobre ele, interagir e até mesmo fechar uma venda.

Ou seja, concluir com sucesso a missão de prospectar e converter novos clientes para a sua empresa.

Isso tudo faz com que o LinkedIn seja uma rede social completa para um social selling (ou venda social) de sucesso. 

E favorece um tipo de abordagem diferenciada, partindo de dados que você já tem sobre seu prospecto, o que facilita interação e maior engajamento com ele.

Por essas e outras, o tipo de marketing feito no LinkedIn tem como objetivo gerar leads mais qualificadas e reduzir os esforços de empresas de vários segmentos (principalmente B2B) na hora de prospectar novos clientes.

Por que é esseneial para empresas B2B?

Antes de mais  nada, B2B é uma abreviação da expressão em inglês business-to-business, que em tradução livre significa algo como “de empresa para empresa”. Isto é, empresa que fornece produtos ou serviços para outras empresas. 

Por exemplo, aqui na Mkt Ideas nós oferecemos serviços para outras empresas, portanto, estamos na categoria B2B. Diferente de uma loja virtual que vende para pessoas físicas, que se encaixa na categoria B2C (business-to-consumer = de empresa para consumidor).

Entendido? Ok!

As mídias sociais fazem parte de uma estratégia de geração de visitas e leads.

E de todas as plataformas sociais, o LinkedIn é o melhor em termos de geração de leads B2B.

Por que?

Acontece que o LinkedIn possui uma base de contatos empresariais gigantesca

2015 B2B Content Marketing Benchmarks, Budgets, and Trends for North America

Mas números são apenas isso: números.

Mas é a qualidade dos usuários do LinkedIn que realmente impressiona. 

Você também pode ficar surpreso com quão bem esses usuários se engajam com a própria plataforma!

Alguns dados de pesquisas do LinkedIn, Hootsuite e Statista:

  • 1 em cada 3 profissionais possuem uma conta no LinkedIn
  • 46% do tráfego de redes sociais que chega ao site da empresa vem de LinkedIn.
  • 79% dos profissionais no segmento B2B vêem o LinkedIn como uma fonte eficaz para gerar leads.
  • O LinkedIn é responsável por até 15% das contratações realizadas.
  • 40% dos usuários checam a rede social todos os dias.
  • 41% dos milionários usam o LinkedIn, 75% de todos os  usuários registrados do LinkedIn têm rendas acima de $50.000 e 44% ganham mais de $ 75.000 por ano.
  • 1 milhão de profissionais publicaram artigos no LinkedIn Pulse.
  • LinkedIn tem 3 milhões de ofertas de emprego ativas na plataforma.
  • 80% das ligações sociais para B2B são geradas no LinkedIn.
  • Aproximadamente metade de todos os usuários têm a probabilidade de comprar de uma empresa com que interagiram no LinkedIn.
  • 62% dizem que buscam por informações nos perfis do Linkedin antes de decidir se irão ou não contratar o profissional.
  • 80% dos leads B2B gerados nas redes sociais surgem no LinkedIn

Esse tipo de engajamento ajuda a explicar porque o LinkedIn gera mais leads do que blogs, tweets ou posts no Facebook, o que resulta em algumas das taxas de conversão mais altas entre todas as principais redes sociais.

E isso é puro ouro nas mãos de empresas B2B, já que eles precisam abordar principalmente pessoas que realmente tomam decisões estratégicas em nome de outra empresa.

Ter todo esse background que a plataforma oferece permite que essa conversa seja feita de maneira mais direcionada e assertiva, aumentando consideravelmente as chances de sucesso.

Agora vamos às dicas?

1# Seu perfil e biografia são seu cartão de visitas (branding pessoal)

Antes de começar a gerar conexões e depois convertê-las em leads e clientes, pense sobre como você utiliza sua biografia do LinkedIn e como está a foto do seu perfil (ou não tem foto?).

Estabelecer sua marca profissional é essencial para adicionar credibilidade.

As pessoas adoram fazer uma pesquisa antes de se envolverem com novos contatos e empresas, portanto, certifique-se de fornecer o máximo de informações possíveis para que elas decidam se vale a pena falar com você – e sua empresa – também.

Como Aaron Burns já dizia: “Você nunca tem uma segunda chance de causar uma primeira impressão”.

Portanto, otimize bem seu perfil, começando por:

  • Foto: De acordo com os dados do LinkedIn , simplesmente ter uma foto – qualquer foto – faz com que seu perfil tenha 14 vezes mais chances de ser visualizado. Mas nem todas as fotos são criadas iguais. O seu deve representá-lo da melhor forma possível. Veja se a sua foto está apropriada, profissional, se possui boa qualidade e se causa uma boa “primeira impressão” (se tiver com dúvidas utilize essa curiosa ferramenta aqui)
  • Descrição: Você ainda usa um título como “CEO na empresa X”? Esqueça. A principal missão do seu título é fazer com que a pessoa que esteja vendo seu perfil pela primeira vez entenda como você pode ajudá-la, despertando assim o interesse de ver o seu perfil por completo. Uma fórmula simples para criar uma frase de abertura memorável e atraente na apresentação do seu perfil é
    “[Cargo], ajudando [prospects] a fazer X.”
  • Recomendações e Competências:  Conseguir que outros profissionais o recomendem por habilidades que seu prospect considera importante é uma boa iniciativa, assim você gera prova social e confirma sua autoridade.

Seus prospects precisam ter confiança em suas habilidades e entender rapidamente como você pode ajudá-los.

No final da sua descrição, inclua uma call to action (chamada para ação), pois como eu já disse aqui, uma CTA aumenta suas conversões em até 16x.

No meu caso, eu coloco meu email, peço para me adicionar no LinkedIn e também deixo um link de um eBook sobre Inbound Marketing. Confira: https://bit.ly/2muxonj

2# Mantenha sua página atualizada (branding corporativo)

Páginas desatualizadas são um problema em qualquer rede social, pois passa a impressão de que a página em questão não está mais em funcionamento.

Portanto, mantenha conteúdos frequentes na sua página e faça de tudo para que os dados de contato sigam atualizados tanto quanto o possível.

A mesma coisa que falei pra você fazer no seu perfil, faça também na sua página: tenha fotos de alta qualidade, demonstrando o seu profissionalismo como instituição.

Também é positivo que os textos sejam otimizados em SEO (uma otimização para os mecanismos de busca), para fazer com que a sua página ganhe destaque quando houver alguma pesquisa.

Use sempre palavras e assuntos relevantes para o seu público, sem perder a noção de quem você realmente está buscando ali.

Através dessas estratégias, qualquer visitante passará a enxergar a página da sua empresa com outros olhos.

3# Use a busca avançada para encontrar leads

Essa é uma das melhores dicas. 

Quando você for fazer prospecções, utilize essa ferramenta extremamente eficaz do LinkedIn! 

Com ela, você consegue fazer buscas personalizadas, de acordo com a sua persona. te ajudando a identificar empresas ou pessoas com perfil que você procura. 

No topo da página, você verá já alguns filtros. Mas clique em “todos os filtros” que você encontrará:

  • Conexões (grau)
  • Conexões de (nome de alguém)
  • Localidades
  • Empresas atuais
  • Empresas anteriores
  • Setores
  • Idioma do perfil
  • Instituições de ensino
  • Interesses do contato

Bacana, né?

Tudo isso para que você chegue até os leads certos para o seu negócio.

Aí basta adicionar seu prospect e mandar uma mensagem personalizada, que vou te explicar no passo a seguir.

Vale dizer também, que além dessa versão gratuita, há também uma ferramenta paga do LinkedIn, que é o Sales Navigator

Por lá, você consegue fazer uma segmentação mais avançada, agrupar leads por categorias, enviar mensagens e acompanhar todas as ações que você tem com esses profissionais ou empresas na plataforma.

4# Adicione o contato antes da abordagem

Antes de entrar em contato com seu prospect para se apresentar, é interessante adicionar o contato na sua rede do LinkedIn.

Envie a solicitação e aguarde para ver a reação.

Se houver uma resposta positiva, é um sinal de que a abordagem poderá ser feita e de que esse contato está aberto ao diálogo.

Já se o retorno for negativo, na maioria dos casos é recomendável que desista da empresa buscada, pois aparentemente não há interesse da outra parte em estabelecer relações profissionais com o seu negócio.

Ainda que seja uma rede de relacionamento profissional, o LinkedIn ainda é uma rede de relacionamento.

Abordagens inesperadas ou insistentes podem ser bastante desagradáveis e prejudicar a sua empresa.

5# Se aproxime de seus contatos

Depois de encontrar os contatos você que está procurando e adicioná-los (e ser aceito por eles), é fundamental que você interaja e se relacione com eles.

É através desse relacionamento que você conseguirá passar credibilidade e confiança necessária para que ele considere fechar negócio com você (agora ou futuramente).

Portanto, o próximo passo é começar uma conversa, de maneira dinâmica e sem demonstrar que está ali só para vender.

É possível estabelecer todo o diálogo com o seu prospecto no próprio LinkedIn. Até mesmo chegar a concluir a negociação de fato.

Uma das ferramentas que a plataforma oferece com essa finalidade é o InMail.

Com ele você pode iniciar o contato com um lead que você identificou e convidá-lo a fazer parte da sua rede.

Mas não use mensagens tradicionais e automáticas. Tenha em mente que ninguém gosta de táticas impessoais de spam.

Enviar uma mensagem de apresentação clássica possui retorno baixíssimo, tanto na taxa de resposta quanto no índice de conversão.

Logo, por que acreditar que essa estratégia antiga e ultrapassada daria certo no LinkedIn?

Um problema nas redes sociais é que muita gente entra em contato pela primeira vez com um pedido ou apelo. Seja diferente: interaja de forma natural, e não forçada. 

Tente estruturar sua mensagem de uma maneira que ele fique interessado em ler e, como regra geral: nunca tente vender na primeira mensagem.

Tentar vender o seu produto ou serviço logo no primeiro contato é uma péssima ideia.

Além de demonstrar amadorismo por parte da sua empresa, também espanta a outra companhia.

É necessário criar um contexto para a apresentação, sempre considerando o que já foi estudado a respeito do lead e pode ser usado como pretexto para iniciar um bom diálogo.

Um exemplo de escopo para essa interação é:

  • Comece a conversa com insights que se relacionem com o que você descobriu do lead e/ou da empresa em que ele trabalha.
  • Se apresente, conte o que você faz em 100 caracteres.
  • Adicione uma chamada à ação, um CTA, pode ser algo como “vamos conversar?”;

Eu costumo enviar essa mensagem:

Olá [nome do lead], tudo bem?

Fico muito feliz de ter você como meu contato aqui no LinkedIn! Tudo certo aí na [empresa do lead]?

Não sei se você sabe, mas atuo na área de de marketing e design na agência Mkt Ideas. Caso precise de algo, pode contar comigo!

Aproveito para te fazer um convite! Quer aprender como gerar resultados para o seu negócio com o Marketing Digital e Inbound Marketing? Então baixe gratuitamente esse eBook:  https://bit.ly/2mluyRB

Abraços e sucesso!

Quanto mais personalizado melhor. 

Segundo essa pesquisa do LinkedIn, 65% dos tomadores de decisão no mercado B2B trocariam a solução se o contato de um concorrente fosse mais personalizado.

E quanto mais alto for o posto hierárquico dos seus prospects, mais importante vai ser esse tratamento personalizado e essa atenção aos detalhes.

Portanto, encontre semelhanças, comente sobre algo que esteja no perfil da pessoa, sobre algo que a pessoa tenha compartilhado, sobre a empresa em que a pessoa trabalha, cumprimente a pessoa.

Em seguida, use tudo isso para se apresentar de forma dinâmica.

Além disso, também curta, comente e compartilhe conteúdos das suas conexões que façam sentido para você. Essa é uma maneira de mostrar que os seus valores e pensamentos estão alinhados.

Fique atento também à interação deles com o seu perfil ou sua página. Isso pode ser um gancho para uma conversa mais reservada e uma abordagem mais direcionada!

Quanto mais interação com a sua rede de conexões, maiores as suas chances de sucesso na conversão.

6# Promova conteúdo de valor

As pessoas gostam de comprar de especialistas, não de vendedores.

A produção de conteúdo é algo bastante importante em qualquer rede social, pois é isso que fará a diferença entre o interesse ou desinteresse das pessoas em geral e das outras empresas em relação à sua.

Além disso, você irá aumentar o seu LinkedIn Authority, ou seja, sua autoridade na plataforma.

Com mais de dois terços dos usuários do LinkedIn que se consideram “viciados em notícias”, você não terá dificuldade em encontrar um público que esteja pronto e disposto a absorver seu conteúdo.

Portanto, exagere na produção, mantenha periodicidade nas publicações e torne o seu público cada vez mais engajado no LinkedIn.

       | Leia também: Ter um blog dá resultado? Sim, mas só depende de você.

O lance é produzir e compartilhar conteúdos que sejam relevantes, a fim de atingir dois objetivos

  • Ensinar sua audiência sobre como resolver um problema 
  • Estabelecer você como um líder e uma referência no assunto

Duas coisas que levam, naturalmente, a mais vendas no fim das contas.

Contudo, antes de sair publicando conteúdos de maneira aleatória, pesquise a respeito do seu persona e estabeleça especificamente para quem será aquele conteúdo gerado.

Os artigos não são uma ferramenta de venda inicialmente, não servem para propaganda da empresa e não ajudarão a alavancar a venda de produtos de um momento para o outro.

O conteúdo terá o efeito de atrair e aproximar o seu público de você, influenciando na decisão de compra no longo prazo – como uma boa proposta de inbound marketing.

Para te ajudar nessa parte, o LinkedIn oferece mais uma funcionalidade, que te permite fazer publicações em uma plataforma própria: o LinkedIn Pulse.

O Pulse é uma ferramenta voltada para produção de conteúdo e é muito parecido com um blog.

Nela você pode escrever artigos e compartilhá-los com as suas conexões, abrindo um espaço importante para troca de ideias e interação.

Além de conteúdo escrito, você pode incluir fotos, vídeos e links para deixar o seu conteúdo ainda mais atrativo.

Depois, ainda é possível mensurar o alcance com o número de visualizações e curtidas da publicação.

Use também o seu feed para promover conteúdo. 

Você pode compartilhar seu próprio conteúdo do LinkedIn Pulse, bem como o conteúdo que você achou interessante do blog da empresa.

Por exemplo, você pode compartilhar um estudo de caso sobre um projeto que você completou e quaisquer objetivos quantitativos ou qualitativos que você alcançou. 

Ou compartilhe uma reflexão sobre como o seu segmento evoluiu nos últimos anos na qual você pode demonstrar como você ajuda os clientes a posicionar seus negócios para desafios futuros.

Para levar o seu conteúdo para outro nível, sugiro que você planeje estrategicamente um calendário editorial.

Dica: Terças, Quartas e Quintas são dias ideais para publicar. Considere publicar entre as 7:00 e 8:30 da manhã. Você pode também publicar na hora do almoço e encerrar com posts ao fim do dia, entre as 17:00 e 18:00 da tarde. Esses são os melhores horários para publicar se você quiser garantir que seu conteúdo apareça no topo do feed.

Para saber como criar o seu, dá uma olhada no artigo Planejamento de ações: como sua empresa pode usar as datas comemorativas para vender mais

7# Marque presença nos grupos

Foque em participar de grupos onde estão as suas personas e trabalhe o seu conteúdo.

Através dos grupos do LinkedIn, existe a possibilidade de interagir com empresas desejadas sem necessariamente precisar de uma abordagem fria de apresentação.

Pois os seus leads utilizam esse espaço para debater e trocar ideias sobre assuntos de maior interesse. 

É possível identificar potenciais problemas ou dores da empresa buscada, o que rende muitas ideias para criar os seus conteúdos gratuitos.

Logo, os grupos são um local estratégico para encontrar pessoas interessadas na sua área de atuação.

É possível simplesmente dar dicas e conselhos a outras empresas quando surgir a oportunidade, colocando-se mais próximo da outra companhia de forma amigável.

Além disso, participar ativamente desses grupos te ajuda a fortalecer a sua marca e a sua posição de referência no mercado.

Faça networking com quem você quer como cliente. Envie sugestões, o auxilie até conseguir demonstrar qual a importância da sua solução para ele.

A partir do momento em que você já tem o alvo na rede de contatos, basta manejá-lo para que ele o veja como referência e, em seguida, agendar uma reunião!

Se a sua empresa ainda não participa dos grupos no LinkedIn, é o momento de repensar essa estratégia e começar a interagir.

8# Gerencie bem a sua rede de contatos

Quando se entra em contato com um lead, é bastante provável que a venda não seja fechada logo de cara – tampouco esse é o seu objetivo. 

Assim, é importante manter um bom gerenciamento dos contatos conquistados no LinkedIn.

Afinal, o sucesso ou não do seu trabalho de prospecção no site depende dessas conexões.

A prospecção de clientes envolve identificar, qualificar, interagir e, por fim, vender para o lead.

Não é diferente no LinkedIn, onde é preciso realizar todos os passos da prospecção para converter o lead e transformá-lo, de fato, em um comprador.

Pois, depois do primeiro momento onde o cliente em potencial demonstra interesse pelos seus conteúdos, é necessário saber o que fazer para realmente vender o seu produto ou serviço para ele.

Faça uma organização detalhada da lista de contatos, de forma a entender melhor em qual fase do relacionamento cada lead está.

Exemplificando, as empresas conectadas diariamente a você são as conexões de 1º grau, as mais estabelecidas.

Já aquelas que você interage menos, por qualquer motivo que seja, vão estar mais abaixo na organização.

Uma boa dica é ver quem mais interage com a sua página e com as suas publicações, montando uma lista com os principais nomes.

Em seguida, qualifique esse lead considerando o seu porte como empresa, a região de localização e o segmento representado.

A partir daí, envie convites para os mais propensos a aceitar a sua oferta. Siga as suas páginas, acompanhe as publicações e, só então, estabeleça um diálogo com o lead.

O fato é que quando alguém curte, comenta ou compartilha seus conteúdos, isso mostra que está mais engajado e propenso a iniciar um relacionamento com a sua marca.

Garantimos que as chances de conversão serão muito maiores dessa maneira!

Uma outra dica é usar a extensão Sales Navigator no Gmail.

Sempre que você trocar emails com um lead no Gmail, essa ferramenta mostra os dados dele no Linkedin, te ajudando a encontrá-lo na rede social para se relacionar com ele por lá também.

 

Isso me ajuda muito quando o lead não vê meus emails, e é uma forma de dar um follow-up nele por lá.

 

 

#Dica extra: converta suas conexões em leads qualificados

Durante todo o artigo, eu foquei em como você pode usar o LinkedIn para prospectar novos clientes para o seu negócio.

Mas o fato é que nem todos os seus potenciais clientes serão conquistados no mesmo momento, da mesma forma.

Cada cliente é diferente e demanda uma abordagem personalizada. As dicas que você viu aqui podem funcionar muito bem para um bom número de prospectos. 

Mas existem alguns usuários que não vão converter em clientes, mesmo após todas essas estratégias. E tudo bem. 

Afinal, cada cliente é um cliente e demanda processos diferentes na hora da conquista.

Então, eu sugiro que você não pare por aí e tente conquistar inclusive aqueles clientes que ou não sabem (ainda) que precisam da solução que sua empresa oferece, ou não estão prontos para começar um relacionamento com você.

Nesses casos, eu sugiro que você utilize o LinkedIn como uma fonte de atração para seu site  e conversão de leads para sua base. 

Para isso, você precisa seguir por outro caminho que é gerar leads qualificadas para a sua lista através do LinkedIn.

Para quem tem conhecimento na metodologia de Inbound Marketing, seria a 1º e 2º etapa.

Só que, para ter sucesso nessa estratégia, é importante direcionar seu público para uma landing page personalizada.

Lá, você oferece uma recompensa acima da média e muito relevante para a sua audiência, em troca de alguma forma do email.

Assim, você pode educá-lo e nutri-lo até que ele esteja pronto para se tornar um cliente de fato.

A boa notícia é que o LinkedIn é 277% mais eficaz na geração de leads do que outras redes sociais.

Conclusão

Essas são as principais dicas que utilizo para gerar leads através do LinkedIn, que você pode começar a aplica o quanto antes.

É relativamente pequeno o número de empresas que têm usado os recursos do LinkedIn para vendedores. Por isso mesmo, essa é uma arma que deveria fazer parte do seu arsenal. 

Lembre-se que o método de prospecção do LinkedIn é principalmente o social selling, ou seja, estabelecer um relacionamento social antes de qualquer outra coisa.

Antes mesmo de fazer uma oferta. 

Aliás, a parte da oferta vem depois de inúmeras etapas, como você acabou de ver. 

Logo, não vá com muita sede ao pote e invista do trabalho de formiguinha para conquistar verdadeiramente cada um dos seus prospectos nessa plataforma.

No pior dos cenários, caso o usuário não esteja pronto para dar o próximo passo e negociar contigo, você tem a chance de tentar outras abordagens com ele, fora do LinkedIn, como eu te falei na dica extra.

E você? Tem alguma dica arrasadora para compartilhar conosco? Compartilhe conosco suas ideias nos comentários abaixo, e é claro, você pode me adicionar no LinkedIn clicando aqui.

| Leia também: Inbound Sales: Processo para tornar suas vendas eficientes e escaláveis.

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Não existe uma agência perfeita.

Existe a agência mais adequada às suas necessidades naquele momento.

Por isso – depois de ler nosso artigo e saber se vale a pena contratar uma agência – é preciso pesquisar, conhecer as opções disponíveis e identificar qual é a mais adequada.

Existem tantas agências de marketing, com nomenclaturas e atividades diferentes, que fica difícil achar a agência certa para suas necessidades.

E não é necessariamente por uma questão de qualidade boa ou ruim de umas em comparação com outras. Simplesmente acredito que cada agência cabe para um cliente diferente em momentos diferente.

Como responsável pelo marketing, uma agência parceira terá muitos papéis para preencher, que influenciam diretamente o seu negócio.

Portanto, confira a seguir os principais pontos a serem considerados na hora de tomar a decisão sobre qual agência parceira escolher e quais são as suas principais entregas.

Esse é um artigo focado nas ações de marketing e performance, e não de branding e design (temos essas soluções também mas não é o foco nesse artigo)

    | Leia também: Consultoria de Marketing: o que é e como pode me ajudar?

Pontos para você levantar:

1. Defina seu processo de escolha

É importante começar a relação com o futuro parceiro de forma transparente.

Deixe claro como será o processo de escolha, informe quantas agências estão participando e passe a ele o máximo de informações que puder sobre sua necessidade.

Caso seja uma concorrência, é importante ter uma metodologia clara de avaliação ou gestão do processo.

Você também pode utilizar o guia de concorrências digitais feito pela ABRADi.

Evite comparar mais de cinco agências sob o risco de não conseguir administrar o processo e perder qualidade na escolha.

Informe também o budget disponível ou a faixa de valor de investimento se você tiver. Assim você pode avaliar de forma mais específica qual agência pode atendê-lo melhor dentro da verba/orçamento disponível.

Sem isso, certamente você vai receber propostas com enorme variação de escopo e valor, dificultando a avaliação e diminuindo as chances de uma boa escolha.

Fique tranquilo, uma agência séria vai sempre buscar oferecer a maior qualidade possível dentro das possibilidades.

2. Saiba quais são os serviços que a agência oferece

Antes de escolher a agência parceira, você precisa saber quais são os serviços que ela oferece e se eles suprirão as suas necessidades.

Por isso, estruture bem as metas da sua empresa para definir quais ações poderão ser exploradas para atingir os objetivos dentro de seu planejamento de marketing.

Assim, ficará mais fácil escolher uma agência que ofereça os serviços que você necessita. Além disso, analise se vale a pena o custo-benefício ou você ainda terá que investir em outras agências para ter um serviço completo.

Muitas agências focam em realizar apenas uma parte do marketing. E não há problema nenhum nisso. Porém se for preciso contratar uma agência que foque nas redes sociais, outra em anúncios e outra em blog-posts, por exemplo, é bem provável que não haja sincronia na estratégia pelo fato das equipes serem separadas.

Nesse caso, é melhor procurar uma agência que atenda todas as demandas da empresa, assim os esforços serão maximizados e trará melhor retorno em lucro e tempo para você.

3. Avalie o custo benefício

O orçamento de marketing é bem restrito na grande maioria das empresas, e por isso deve ser bem investido.

Hoje existem agências que cobram bem mais barato pelo serviço que você deseja, que são as agências menores, e outras que cobram um valor muito além do que você pode pagar, por estarem há mais tempo no mercado.

Porém, não se apegue apenas ao preço.

Em qualquer projeto, ainda mais no marketing, não se conta muito o valor da receita do projeto, o diferencial está na otimização dos custos.

Observe o custo-benefício desse investimento, quais os serviços que você realmente precisa, o quanto a agência poderá ser eficiente nisso, se há algum tipo de plano de contratação ou se eles cobram pelos serviços de forma separada. Assim, você poderá investir o dinheiro que tem disponível na agência certa.

4. Qual o ticket médio para a contratação?

Outra coisa importante a entender é se a agência com quem você conversa tem o tamanho e a estrutura certa para te atender.

Veja bem, isso não significa que precisa ser necessariamente grande, mas do tamanho certo para o seu projeto.

Por exemplo, se você tem um investimento de R$ 2.000/mês, você precisa de uma empresa focada em pequenas e médias empresas, pois uma empresa maior, acostumada a trabalhar com valores bem maiores, poderia subestimar o seu orçamento.

Já se o orçamento da sua empresa é de R$ 20.000/mês, a agência que vai te atender precisa ter uma capacidade de resolução de problemas complexos bem mais avançada, processos mais estruturados e comprovados ao longo do tempo.

Economia só é boa se você estiver em condições de economizar.

Se você tem a possibilidade de crescer com o marketing digital, não hesite em investir, pois as vendas e os clientes não cairão do céu.

5. E o prazo do contrato?

Normalmente o período mínimo praticado é de 12 meses.

Mas independentemente do modelo de contrato o que é importante é a ideia de estabelecer uma parceria a longo prazo.

Em cada processo gasta-se mais energia na iniciação do mesmo do que no mantenimento. Porque tem muito gasto de energia na implementação do projeto, no entendimento das suas necessidades, na criação de elos entre cliente-agência que é feito no início da parceria.

Este uso de energia faz sentido se depois o processo criado se mantém no tempo, ou seja, na parceria a longo prazo.

Aqui na Mkt Ideas, nós praticamos um modelo um pouco diferente. Como investimos em parcerias a longo prazo e temos uma situação financeira saudável, nós aceitamos não cobrar o valor de implementação (nos casos de parcerias a longo prazo). É a nossa forma de investir em parcerias.

Então, por exemplo se o cliente fica 2 anos, valeu a pena investir o valor implementação. Caso saia depois de 2 meses, por exemplo, aí sim, precisa pagar o valor da implementação. Deixando claro que não é uma multa, mas um valor devido por um trabalho feito e não cobrado. Justo, né?

Na definição do contrato entra também o tempo. Em quanto tempo o tal objetivo pode ser atingido. Esta definição será a base da duração do contrato.

Conforme já falamos nesse artigo aqui, os resultados em marketing não são imediatos, e demoram certo tempo para aparecerem. Por isso, é interessante saber qual é o prazo mínimo que a agência determina para apresentar esses resultados.

No entanto a parceria a longo prazo precisa ser sustentável, pois precisa manter uma energia de relacionamento positiva no dia a dia.

Isso não depende apenas da entrega da agência. Depende das promessas acordadas no início do projeto, como preenchimento de briefing, prazo para apresentação, prazo para feedback, data de reuniões, etc.

    | Leia também: Consultoria de Marketing: Quando é a hora certa de contratar

Agora que você já sabe o que precisa definir, saiba quais são os principais aspectos que uma agência de marketing deve ter e veja se a que você está negociando possui essas entregas:

Quais as entregas de uma agência de marketing

1. Trabalhar em cooperação com o departamento comercial: O marketing orientado à resultados contempla os dois departamentos e por isso um não anda separado do outro. O marketing serve de apoio às vendas, então a agência deve trabalhar em estreita colaboração com o pessoal de vendas. Desta forma, é mais fácil que as metas de faturamento obtenham sucesso.

2. Entregar leads qualificados: Após um acordo entre marketing e vendas, a agência normalmente tem como objetivo ajudar a empresa a otimizar sua receita. E para isso, sua maior entrega são os leads qualificados para o comercial. O acompanhamento do projeto de marketing é fundamental para filtrar os leads qualificados daqueles que não se enquadram adequadamente. Lembrando que a qualificação só é possível após alguns ciclos de análise.

3. Elaborar propostas de melhorias na estratégia: Uma agência de marketing deve sugerir melhorias nos processos de marketing e de negócio. Ela adquire esse conhecimento para auxiliar o CEO na tomada de decisão através de testes, utilizando softwares de automação de marketing (como RD Station e Hubspot), CRM de vendas e outras pesquisas data-driven.

4. Ter cases de sucesso: Conferir o portfolio e os depoimentos de clientes da agência é outra prática que pode ajudar você a tomar a melhor decisão para seu negócio ao contratar uma agência de marketing digital como parceira. Isso vai ajudar você a alinhar suas expectativas, pois você conhecerá o grau de satisfação dos clientes com os serviços e atendimento desta agência, sabendo exatamente qual é a imagem que ela transmite a eles e o grau de eficiência de suas ações. Vale também conhecer o trabalho que a agência desenvolve para ela mesma: como são suas redes sociais, como eles captam novos leads e com quais metas eles trabalham. Esse é um termômetro importante para saber se realmente a agência terá capacidade para cumprir tudo que oferece.

5. Possuir certificações e parcerias: As agências de publicidade, marketing, criação e web precisam estudar e se atualizar constantemente para dominar o mercado e sempre estar apto a oferecer um serviço de alta qualidade. Analise então quais parcerias e certificações elas têm e veja qual se encaixa mais no perfil de sua empresa e nos seus objetivos. As agências que atuam no marketing digital e são parceiras ou certificadas por empresas como Resultados Digitais, Google e Hubspot apresentam mais confiança para entregar serviços de qualidade.

    | Leia também: A agência Mkt Ideas conquista certificação em Inbound Marketing

6. Contar com uma equipe qualificada: As atividades de marketing são muito mais complexas do que as pessoas imaginam. Cada ferramenta ou recurso possui uma peculiaridade, o que exige manter diversos profissionais para atender a todas as necessidades, executar as tarefas corretamente e alcançar o resultado desejado. Portanto, entenda o nível de experiência e qualificação dos profissionais da agência parceira que serão envolvidos no seu projeto.

7. Ter um gerente dedicado: O atendimento de uma agência é um dos grandes responsáveis pelo sucesso de sua estratégia. Este será o responsável por identificar as necessidades de seu negócio, orientando todo o time de criação no desenvolvimento de sua estratégia. O atendimento ou gerente também vai ajudar você a tirar suas dúvidas e solucionar pequenos problemas que podem vir a acontecer. Portanto, vocês estarão sempre em contato. É de extrema importância que você escolha uma agência que ofereça um atendimento de qualidade, prestativo e, acima de tudo, comprometido com o sucesso de sua empresa.

8. Se preocupar com a apresentação de resultados: Se você está buscando uma agência para cuidar de sua estratégia de marketing, você está em busca de resultados ainda melhores para sua organização, correto? Sendo assim, é muito importante que você verifique se a agência que você deseja contratar oferece um serviço de Business Intelligence (Inteligência de Negócios), mostrando exatamente qual é o retorno sobre o investimento de cada uma de suas estratégias. Só assim você será capaz de otimizar suas estratégias, garantindo a conquista de seus objetivos. Por isso, observe quais delas oferecem reuniões periódicas para apresentarem esses resultados à sua empresa e otimizar ainda mais as suas ações de marketing.

Conclusão

No oceano vermelho do marketing digital não é nada fácil escolher a agência que vai resolver os seus problemas.

De fato a escolha de uma agência de marketing depende também da situação da sua empresa e da sua maturidade, Assim como em um casamento, pode funcionar ou não, não necessariamente por culpa ou mérito de um ou outro, mas por uma sincronia que se cria ou não.

Mas o mais importante é que saiba, que independentemente da agência que vai te assessorar, uma estratégia de marketing depende principalmente de um planejamento assertivo a nível de business, pois o marketing é um braço do seu negócio.

Por isso, para que todas as estratégias funcionem corretamente e tenham os melhores resultados, tanto agência quanto empresa devem caminhar juntas nesse processo.

A agência precisa entregar os materiais, relatórios e resultados. Já a empresa, precisa honrar com a entrega de informações que são importantes para a construção de campanhas, como história da empresa, fotos e diversos outros materiais solicitados pela agência. Isso inclui o briefing.

Com uma agência eficiente, você será capaz de atrair mais clientes e gerar novas oportunidades de negócio, influenciando positivamente nos lucros do seu negócio e se destacando da concorrência.

Infelizmente, não são todas as agências que fazem um trabalho tão robusto como o que citamos aqui nesse artigo.

Por isso, valide uma agência que conte com uma boa equipe, com profissionais capacitados e experientes, que possua certificações e tenha boas avaliações.

Se atentar a isso fará uma grande diferença para fazer os seus investimentos valerem a pena.

Então se você quer resultados, a Mkt Ideas pode te ajudar! Temos uma equipe de profissionais e parceiros altamente experientes em diferentes áreas de especialização que estão prontos para trabalhar em suas necessidades específicas.

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O marketing digital é um conceito muito amplo, com inúmeras estratégias e combinações de táticas eficientes, usadas sempre com o mesmo objetivo: a conversão.

Conquistar clientes pela internet envolve quase sempre o mesmo caminho:

  1. atrair tráfego,
  2. gerar leads,
  3. nutrí-los, e, por fim,
  4. fechar a venda.

Para atingir o primeiro passo você precisa ser encontrado. E, para ser encontrado, nada melhor do que estar onde as pessoas estão.

Quando falamos de internet, o local mais “habitado”, o canal mais acessado do planeta, é o Google (comprovado pelo ranking Alexa).

Portanto, uma das principais ferramentas para se alcançar sucesso online e gerar receita para uma empresa são os anúncios de links patrocinados do Google Ads.

Se você deseja aumentar a geração de leads e oportunidades para a sua empresa, já deve ter considerado anunciar seu serviço ou produto por lá.

O formato que está em alta hoje em dia é o chamado tráfego orgânico, ou seja, quando as pessoas chegam ao seu site de forma espontânea, sem o uso de anúncios.

Mas, os links patrocinados também são uma ótima opção para atrair o público, e não devem ser descartados.

Neste post você verá:

  • O que são links patrocinados?
  • Por que usar anúncios na sua estratégia?
  • Como funciona o investimento?

O que são links patrocinados?

De forma resumida, podemos dizer que os links patrocinados são anúncios em forma de texto simples que aparecem nos resultados de pesquisa do Google, por exemplo.

No topo dos resultados, aparecem alguns sites em destaque com a identificação de que se tratam de anúncios. Esses são os links patrocinados.

O Google AdWords (agora chamado de Google Ads) é a ferramenta de publicidade do Google que permite criar esses anúncios.

Ela é a ferramenta mais popular e atraente.

Isso porque os links patrocinados da plataforma aparecem conforme as palavras-chave pesquisadas pelo usuário e selecionadas pelo anunciante,

fazendo com que os anúncios sejam mostrados para o usuário no momento exato em que ele está buscando pelo seu produto/serviço,

o que significa que as chances de conversão são muito grandes.

Nada mais assertivo do que mostrar exatamente o que alguém procura no momento em que busca, não é mesmo?

Não preciso nem falar que também é um meio de propaganda mais em conta do que mídias tradicionais (TV, jornal e revistas), né? Pois você paga ao Google apenas as visitas realmente geradas ao seu site (CPC).

Quanto mais específico for a segmentação das campanhas, mais relevante será o alvo e, portanto, maior será a probabilidade de se converter em venda.

Adequando os formatos e linguagens aos objetivos e necessidades do seu negócio, trabalhamos com diferentes estratégias para geração de tráfego para o seu site.

Por que usar anúncios na sua estratégia?

Por um lado, há quem concentre praticamente todo o orçamento de marketing em anúncios.

Por outro, alguns abominam completamente essa estratégia, julgando que ela faz parte dos métodos antigos e ineficientes do marketing e que é hora de dar atenção apenas as táticas orgânicas.

No fim das contas, quem está certo?

O melhor caminho é encontrar o equilíbrio entre as ações de marketing orgânicas e as pagas.

Um profissional de marketing pode dizer “o marketing de conteúdo é um benefício duradouro”. Enquanto outro pode dizer “os anúncios pagos têm escala e podem trazer resultados rápidos e confiáveis”.

Mídias sociais, email marketing, anúncios, blog ajudam a tornar a marca de sua empresa mais conhecida. Tudo é conectado. E integrando todas as ações, seus resultados são maximizados.

Muitos empresários procuram profissionais e agências qualificadas e certificadas para investir no Google Ads. A grande vantagem dessa estratégia é que você economiza tempo e acelera seus resultados.

Em geral, a estimativa de conversão depende muito do ramo de atuação do cliente e tipo de campanha. Mas se a cada 10 cliques, for conquistado 1 cliente, a campanha já terá sido bem rentável.

Se a empresa estiver pagando, por exemplo:

1 real por clique (valor ilustrativo), terá pago apenas 10 reais para conquistar 1 novo cliente.

Fica muito barato anunciar assim. Nenhum veículo de mídia tradicional é capaz de trazer tanto retorno.

Existem caso de clientes que em menos de 30 dias já conseguiram ter retorno do investimento e margem de lucro significativo para sua empresa, com cerca de 200 a 300 visitas por dia.

O orçamento também é uma vantagem. Não existe valor mínimo a ser pago em qualquer campanha e a empresa decide o quanto quer investir. Porém, aconselhamos um valor médio estipulado por dia para que a campanha possa rodar sem se esgotar na metade do dia e para que tenha um resultado mensurável.

Existem outros formatos de anúncios disponíveis no Google Ads, além da Rede de Pesquisa. Eles podem ser exibidos em forma de banner e vídeos, em áreas especiais e de visibilidade em diversos sites parceiros do Google.

Como funciona o investimento?

Uma das formas mais comuns de investimento é o Custo Por Clique (CPC), quando a empresa só paga quando o usuário clicar no link do anúncio.

O custo por clique é definido em um leilão de palavras, em que o anunciante entra na concorrência da compra da palavra-chave pretendida para o segmento (exemplo: tênis de corrida).

O valor a ser pago pelo clique depende ainda do número de empresas que estão competindo pela mesma palavra chave. Quanto maior a concorrência, maior o custo da palavra, mas isso varia muito a cada segmento de mercado.

 

O segundo fator que determina o preço a ser pago por clique é a qualidade do anúncio, que é avaliado pelo Google conforme a palavra-chave e a página de destino (site) do anúncio, ou seja, quanto mais útil for o anúncio para o usuário, maior a pontuação no quesito qualidade.

A qualidade é um fator independente do valor a ser investido, por isso é uma oportunidade para o anunciante de melhorar o posicionamento do seu anúncio mesmo não pagando o custo máximo por clique.

É possível ainda segmentar o anúncio, para aparecer somente nas buscas escolhidas pelo anunciante por região geográfica, palavra-chave, canal, dispositivo (mobile, por exemplo), interesse e remarketing.

O Google Ads é a maneira mais barata de aumentar o tráfego do site e vendas pela internet a curto prazo,

com total controle dos custos, retorno totalmente mensurável, agilidade, segmentação e alcance imediato.

O resultado final é um site que tenha milhares de visitas por dia, mês ou ano.

Como já disse, para iniciar, recomendamos um valor de investimento confortável, o qual aplicar consistentemente nos próximos meses.

Descontando algumas variáveis, quanto maior o investimento, maior a quantidade de leads gerados.

Acompanhe os resultados

Além da criação, a administração e otimização das campanhas se fazem necessárias. As mídias pagas estão sempre mudando.

O lance do CPC aumenta, concorrentes estão sempre presentes, novos formatos sempre aparecem e, se não estiver atualizado, você pode estar perdendo resultados pelos novos updates.

Não vamos negar que é fácil se perder em meio a quantidade de métricas que o Google Ads proporciona. Isso sem considerar as que podemos analisar no Google Analytics, se este estiver integrado com o Ads.

É comum conversarmos com clientes que abandonaram o monitoramento das campanhas após criarem uma por se sentirem paralisados diante da interface da plataforma.

Nossa maior dica é manter o foco nas métricas de sucesso da sua campanha: aquelas que você definiu ao montar a sua estratégia.

Destacamos duas métricas importantes em campanhas de geração de leads: CTR = Impressões vs Cliques vs Conversões.

Para melhorar uma das métricas, é preciso buscar possíveis razões para a situação atual e fazer otimizações.

Assim como é importante manter as campanhas contínuas para ter histórico, índice de qualidade e relevância, é importante realizar experimentos, como testar cores de botão e trocar ou refazer os textos ou palavras chave.

É extremamente importante ter controle do desempenho das alterações feitas na campanha. Recomendamos cerca de um mês de acompanhamento para avaliar o impacto de cada ação.

Nunca abandone suas campanhas enquanto estiverem rodando. Garanta que o investimento da sua empresa em anúncios no Google retorne Leads qualificados.

 

Conclusão

É preciso ter em mente que os anúncios no Google não fecham venda por si só.

Depois de atrair os leads corretos e realizar estratégias de Nutrição por email, o Remarketing e vendas Inbound são definidoras no fechamento de novos negócios.

O ideal é usar o Google Ads como um dos canais de atração e aquisição de tráfego de retorno rápido e eficaz, principalmente no início de uma campanha de marketing digital, onde seu apoio é fundamental.

O ideal é usar o Google Ads

Agora que você sabe como funciona o Google Ads e todas as vantagens que ele oferece, é hora de começar a anunciar para escalar seu negócio.

Na hora de escolher seu parceiro no desenvolvimento dos anúncios, conte com agências e profissionais certificados no Google Partners, como é o caso da agência Mkt Ideas.

Com o certificado, é possível comprovar o domínio da plataforma e trazer segurança e credibilidade para quem pretende anunciar.

Se você está sério em iniciar esse trabalho, conte conosco:

A agência Mkt Ideas é uma agencia especializada em performance e branding, escolhida por mais de 20 empresas de diferentes segmentos.

Portanto, temos expertise e um time de especialistas prontos para te atender e fazer sua empresa decolar.

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