Já falamos nesse artigo sobre como montar o planejamento de marketing da sua empresa e ter uma visão mais macro do seu negócio.

Porém, se você já montou o planejamento de marketing e partiu para a parte “operacional”, deve ter pensado “como montar agora um plano de ação?

As datas comemorativas são ótimas oportunidades para quem deseja alavancar seus negócios.

Dificilmente você vai encontrar um empresário ou gestor que não venda mais no Dia das Mães e não veja o faturamento subir na Black Friday, por exemplo.

Seja qual for o modelo da sua empresa, aproveitar as datas comemorativas, e também as sazonalidades, para orientar o planejamento de ações pode resultar em ações com mais apelo de engajamento e conversão.

Isso porque, as datas comemorativas são ótimas oportunidades para fortalecer a sua marca, aumentar o vínculo com seus clientes e melhorar as vendas.

Portanto, existem várias ideias e oportunidades através dessas datas comemorativas que podem ser aproveitadas para seu negócio.

Atualmente, as datas comemorativas mais importantes para a grande maioria são:

  • Páscoa
  • Dia das Mães
  • Dia dos Pais
  • Dia das Crianças
  • Black Friday
  • Natal

Essas duas últimas são consideradas as mais relevantes.

Mas também existem outras especiais, como Dia dos Namorados, Dia do Livro, Dia do Rock. Tudo depende do segmento e estratégia da sua empresa.

O calendário de 2018 está repleto de oportunidades para você aumentar o faturamento da sua empresa, se diferenciando da concorrência. É importante entendermos que promoções e ações sazonais são apenas parte de uma estratégia macro de marketing. Elas funcionam muito bem para dar um empurrãozinho e levar aquele contato que está em cima do muro a bater o martelo.

Para ter sucesso nas campanhas de datas comemorativas, independente do segmento, é importante estar atento a alguns detalhes. Um bom planejamento é indispensável para dar direção à ação estratégica que será adotada pelo seu negócio. Afinal, quando se tem um caminho claro a seguir, ganha-se tempo e dinheiro!

Diante disso, trago neste post algumas dicas para que você consiga aproveitar as datas comemorativas e as sazonalidades para atrair, se relacionar e vender muito mais.

Passo a passo para o plano

1 – Mapear as datas comemorativas

Levante as datas que são celebradas universalmente ou regionalmente e que fazem sentido para a sua persona e o posicionamento da sua marca.

Hoje temos data comemorativa para tudo e todos: Dia do Meio Ambiente, Dia Mundial da Água, Dia da Secretária, Dia do Médico, Dia do Advogado, Dia do Planeta e, pasmem, tem até Dia da Toalha, Dia do Cotonete e Dia da Praça!

Essas datas são ótimos gatilhos de oportunidade para você promover sua empresa e criar conteúdo e ações originais e criativas, atreladas ao seu negócio.

Lembrando que, de nada adianta você aproveitar as datas comemorativas se elas não “conversam” com seu posicionamento e seu persona. No Dia da Toalha, faz muito mais sentido uma loja de casa, mesa e banho ou até mesmo um hotel realizar uma ação do que uma consultoria de TI, não acha? Então se atente a isso na hora de mapear as datas.

2 – Realizar benchmarking

Buscar inspirações no mercado e até mesmo junto à concorrência pode auxiliar e muito no seu planejamento.

Analisar uma ação que já foi consumida pelo mercado é um meio de saber por onde começar, como identificar ações que tenham boa repercussão e evitar abordagens que possam não ter o efeito almejado.

3 – Fazer um resgate histórico

Se sua empresa já está no mercado há no mínimo 1 ano e já realizou qualquer tipo de ação de marketing, o resgate dessas ações pode trazer referências valiosas.

Seja nos formatos mais tradicionais, as datas comemorativas podem já ter sido foco de um planejamento anterior de marketing, agilizando assim a elaboração do planejamento deste ano.

4 – Definir uma campanha especial 

Agora é o momento de definir o propósito e o formato em que as ações serão trabalhadas:

Vendas?

Datas para ações comerciais: algumas datas comemorativas são importantes para o comércio e não devem ficar de fora, pois o seu concorrente provavelmente fará alguma ação nesse período. Como o mercado investe agressivamente nessas datas, a dica aqui é ir além do desconto e ser criativo para chamar atenção.

Exemplo #1 –  Loja de chocolate gourmet

  • Data Comemorativa: Páscoa
  • Ação: post sobre os benefícios do cacau + CTA para conhecer a linha de chocolates puro cacau da marca
  • Propósito: conteúdo topo de funil para atração, mas com gatilho para aumentar vendas
  • Formato: post em tópicos, rico em imagens, promovido no blog e redes sociais.

Exemplo #2 –  Clínica de estética

  • Sazonalidade: período de frio, onde as vendas de depilação caem
  • Ação: cupom de 20% de desconto na depilação com cera de chocolate
  • Propósito: é um conteúdo de fundo de funil, focado na geração de Leads e conversão em vendas
  • Formato: LP, peça gráfica simples a ser promovida nas redes sociais e via email marketing com sua base.

Exemplo #3 – Escola de culinária

  • Data Comemorativa: Dia da Gula
  • Ação: LP com 3 receitas irresistíveis com morangos
  • Propósito: conteúdo de meio de funil, para relacionamento com a base
  • Formato: conteúdo estilo eBook, link para vídeo e divulgado para a base de Leads via campanha de email marketing

Branding?

Datas para fortalecer a imagem da empresa: datas em que a empresa pode fazer alguma menção apoiando ou celebrando uma causa e que não necessariamente precise envolver uma promoção ou dar descontos. Dessa maneira, sua empresa reforça a imagem na cabeça dos seus consumidores, que poderão lembrar de você da próxima vez que precisar do seu produto ou serviço.

Exemplo #4 – Qualquer empresa

  • Data Comemorativa: Dia mundial do doador de sangue
  • Ação: banner estimulando a doação de sangue.
  • Propósito: conteúdo para relacionamento com a base
  • Formato: peça gráfica simples a ser promovida nas redes sociais

5 – Elaborar plano de execução

Depois de saber o que e por que fazer, é preciso definir como e quando fazê-lo, pois o planejamento de execução é tão importante quanto a definição da pauta e do planejamento de ações.

Em vez de deixar para promover a ação no dia que ela começar, procure estabelecer um senso de antecipação. Fale dela alguns dias ou semanas antes e mostre o que os clientes podem esperar. Isso é algo feito com muita frequência durante a Black Friday. Inclusive, veja o conteúdo deste artigo que criamos 1 mês antes do Black Friday do ano passado com o propósito de estimular as vendas dos nossos serviços da agência.

Aproveite e baixa gratuitamente nossos templates para criação das campanhas para o Black Friday e para o Natal.

Conclusão

Pode parecer clichê, mas o planejamento é o coração de uma boa estratégia de marketing digital.

Sendo assim, quebrar a cabeça para elaborar um planejamento bem embasado e estruturado e prezar pela produção de textos e peças relevantes e de qualidade deve ser visto pelas empresas como um verdadeiro investimento.

Leia também: 10 ideias para aumentar suas vendas com design e divulgação.

Portanto, se ainda não planejou e antecipou suas ações, corre que ainda dá tempo! Estamos no começo do ano ainda e você já pode planejar suas ações até o final do ano. Quanto antes, melhor!

Conhece alguma iniciativa interessante neste contexto? Tem alguma dúvida? Compartilhe com a gente nos comentários. Ficarei feliz em colaborar!

 

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É…. 2017 foi um ano de desafios, não é mesmo? E continua sendo.

O fim do ano está próximo e as árvores de natal já começam a aparecer nas lojas.

Mas antes de Natal e Ano Novo, há uma outra ocasião muito relevante no aumento das vendas para o comércio eletrônico: a Black Friday, que, neste ano, acontecerá no dia 24 de novembro.

O evento já se tornou uma das datas mais lucrativas para o comércio eletrônico. Em alguns anos, chegou a superar datas consideradas tradicionais pelo setor, como o Dia das Mães.

Isso nos mostra que a Black Friday é um ótimo evento para os empresários conseguirem conquistar todas as vendas que não conseguiram realizar durante o ano.

Porém, mesmo com os rastros da crise que passamos nos últimos anos, esse ano será de grandes vendas?

Sim! O Black Friday esse ano tem tudo para ser um dos maiores da história do país.

Isso porque os consumidores brasileiros estão contendo cada vez mais suas despesas e se tornando verdadeiros caçadores de bons preços. As promoções nunca foram tão importantes para o bolso do consumidor.

Isso significa que o perfil de comportamento do consumidor online também se transformou, e os lojistas têm de estar preparados.

Uma das mudanças mais claras foi o planejamento dos consumidores para a data.

Como o Black Friday vem se consolidando como um evento de grande relevância dentro do calendário do comércio, o consumidor já está aprendendo a esperar pela data para adquirir os objetos de seu interesse e até mesmo antecipar as compras de Natal e Ano Novo.

Pesquisa divulgada pela equipe de varejo do Google Brasil mostra que 63% dos entrevistados pretendem gastar mais de R$ 200. Para 63% dos entrevistados, o principal motivador de decisão para compra é o preço.

Além disso, nos últimos meses houve uma melhora na economia. Pouca coisa para alguns mercados, mas significativa.

Dicas para ter sucesso na Black Friday:

1. Se planeje

O empreendedor que quiser garantir a sua fatia desse montante já deve ter começado a pensar em todos os detalhes. Portanto, para que essa data seja lucrativa, primeiramente é necessário um bom planejamento.

O Black Friday exige que os empresários preparem com antecedência o seu marketing, seja online ou offline, para atender os milhões de consumidores que estão em busca das melhores ofertas.

Não adianta deixar tudo para a última hora e improvisar. Pode até ser que dê algum resultado. Mas com um planejamento bem pensado e estruturado, os ganhos serão ainda melhores.

Leia também: Planejamento de Ações: como sua empresa pode usar as datas comemorativas para vender mais.

Se a expectativa é grande por parte dos consumidores, a preparação por parte das empresas também acontece com muita antecedência.

2. Ofereça descontos dignos de Black Friday

Primeiramente, é preciso criar ofertas reais e ser honesto com o consumidor.

Nas primeiras edições, a Black Friday no Brasil acabou sendo uma decepção para os consumidores e a data ficou mais conhecida como Black Fraude, em razão dos descontos irreais e das falsas ofertas.

A solução para mudar o senso comum é partir sempre da verdade e, realmente, dar ao consumidor as vantagens que sua campanha vende.

Aposte não só nos descontos, mas em cupons, vendas combinadas e até brindes especiais. Aproveite momentos como esse para trabalhar a fidelização dos clientes.

E… que esses descontos sejam condições exclusivas de Black Friday (se não, não fará muito sentido esperar essa data).

3. Ambientize seu site e/ou espaço físico

Outro ponto essencial é a ambientação do seu site/loja virtual e escritório/loja física que, assim como em datas comemorativas, deve estar estilizada.

Investir em selos, banners e até um logotipo especial fará toda a diferença no momento das vendas. Isso faz com que o consumidor sinta mais confiança na sua loja e esteja disposto a comprar nela.

Aposte ainda em adequações tecnológicas para que sua loja suporte o pico de acessos sem sair do ar. Invista em uma empresa especializada que possa te ajudar com isso, afinal, ficar offline em plena Black Friday é perda na certa.

4. Não se esqueça da versão Mobile

A medida que o número de smartphones aumenta e a concentração do tráfego deixa os limites do desktop para acompanhar seus usuários em qualquer situação, o mobile também ganha protagonismo no contexto.

Para este ano, a estimativa é que 20% das compras na data venham do mobile (smartphones e tablets).

5. Se atente no estoque e na logística

E não se esqueça de pensar no estoque e na logística.

Tenha um bom número dos principais produtos de sua loja em estoque, garanta ainda certa quantidade a mais por segurança, afinal cliente nenhum quer ver a mensagem de “produto indisponível” e você, certamente, não está interessado em perder vendas.

Mantenha ainda um olhar rigoroso sobre os processos de logística – a entrega pode ser um dos fatores decisivos no momento da compra. Caso haja a possibilidade de atrasos na entrega, expresse isso antes mesmo que o cliente faça a compra.

O custo do frete também deve ser pensado. Negocie custos com os parceiros de logísticas e estipule melhores prazos de entrega que sejam viáveis para ofertar na data.

6. Abuse das plataformas digitais para divulgação

Como estamos falando de um evento que “nasce” do ambiente virtual, é preciso se utilizar das diversas plataformas que a web oferece.

Use as redes sociais – publicações impulsionadas no Facebook podem dar ótimos resultados -, faça campanhas de e-mail marketing e aposte no “bom e velho” Google Adwords.

Também se prepare para o atendimento e suporte ao cliente nessas plataformas. Tenha uma equipe treinada para oferecer atendimento ágil e eficiente aos clientes na hora da compra. É uma maneira de evitar devoluções e reclamações.

7. Se antecipe

A diretora do Google chama atenção para o fato de que a Black Friday no Brasil não consiste apenas na sexta-feira. Há uma antecipação de 1 semana, isso é visto no aumento das buscas pelo termo no Google.

Em 2016, o pico de buscas se deu às 22h da quinta-feira, com a data concentrando 1/3 das compras de toda a Black Friday.

Além disso, esteja disposto a ajudar seu cliente, a resolver todos os problemas que estiverem a seu alcance.

8. Bônus: Template Editável

Para te ajudar, criamos um template de post para as redes sociais, para você divulgar suas ofertas! Confira:

E aí? Se interessou e quer participar da Black Friday?

Em momentos de crise, onde o mercado se vê fragilizado, datas comemorativas devem dar o fôlego necessário para os empresários se equilibrarem e pensar em estratégias para crescerem.

“Por conta da crise, os varejistas não estão conseguindo bater suas metas e eles estão contando com a data para isso. O consumidor também espera, pois sabe que fará um bom negócio”, afirma Claudia Sciama, Diretora de Negócios para Varejo do Google.

Muitos empresários estão investindo na Black Friday esse ano e veem nesse evento uma forma de dar um “up” nos seus lucros.

E para fazer isso dar certo, o marketing é essencial.

Está preparado?

Se você possui uma loja e não quer ficar de fora, entre em contato conosco agora mesmo para te ajudarmos com a criação do material gráfico, divulgação, criação de anúncios e estratégias!

 

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Nós sabemos que para conseguir um novo cliente, não basta ter uma excelente equipe de vendas com ótimas habilidades de comunicação.

Cada pessoa – em especial em mercados B2B (vendas de empresas para empresas) – tem um processo de decisão de compra diferente. Alguns são mais decididos e outros nem tanto – têm de consultar o amigo, o sócio, a esposa, comparar prós e contras, se planejar, entre outros”empecilhos”.

Porém, uma forma de agilizarmos esse processo de decisão é através do depoimentos de clientes.

Se você já ouviu falar do marketing boca a boca, sabe que essa prática não é nova. A maioria das pessoas é motivada pela opinião de outras pessoas. Você acha que os clientes acreditam mais na palavra de um vendedor ou de outro cliente, mesmo sendo um desconhecido? Elas confiam mais em opiniões de estranhos do que na própria empresa, e isso tem um apelo muito forte.

Depoimentos sinceros = marketing honesto

Se um cliente faz um depoimento sincero, enaltecendo as boas qualidades do seu atendimento, entrega e produto, motivará o interesse de novos clientes e poderá aumentar as venda. Você precisa gerar confiança para as pessoas comprarem de você.

Além disso, essa ação é um dos Gatilhos Mentais: o de Prova Social, onde você prova que sua empresa possui clientes, leads interessados e que é engajada. 

Como colher depoimentos

Mesmo com todas as vantagens, certas pessoas ficam receosas de pedir depoimentos.

Não há a mínima necessidade de medo. Venda é relacionamento.

Quando o vendedor se relaciona bem com o cliente, o pedido de depoimento é recebido com muita satisfação e os clientes até se oferecem para fazê-lo.

Portanto, quando os clientes elogiarem o produto e a empresa, aproveite a brecha para pedir um depoimento.

Agora, se o cliente não tiver uma boa relação com a empresa, nem adianta pedir. É muito importante que o vendedor tenha bastante segurança do que está fazendo e saiba para quem é mais correto pedir o depoimento.

Pensando na importância dos depoimentos para fortalecer o valor da sua marca e gerar prova social, disponibilizamos a seguir, um roteiro para conseguir  colher depoimentos e utilizá-los bem:

1. Consiga as opiniões

Escolha na sua base de clientes algumas pessoas que você sabe que estão satisfeitas com o seu produto. Se você for de B2B, dê preferência as empresas de renome e a cargos importantes para valorizar mais ainda a carta de referência.

Uma tática mais direta que algumas empresas praticam – em especial B2C (vendas de empresas para consumidor final, como lojas) – é oferecer benefícios em troca do depoimento, como desconto, pontos. Mas se você for B2B, também pode pensar em co-marketing, colocando um link pro site do cliente no depoimento ou fazendo um artigo sobre o case do cliente, por exemplo.

Pode-se utilizar uma pesquisa feita em revista, uma carta ou depoimento de clientes.

Outra opção é usar os depoimentos presenciais: Organize um evento com palestras, apresentações e demonstrações de produtos e convide pessoas de renome, grandes empresas ou personalidades que usem e queiram falar dos bons resultados obtidos.

Dessa forma é possível atingir um número maior de leads e agregar valor à imagem da empresa ou do produto por experiências comprovadas.

Nós aqui da agência Mkt Ideas disponibilizamos gratuitamente um roteiro de perguntas para os clientes da agência. Se você for nosso cliente, entre em contato conosco que te enviamos 🙂 

2. Escolha um formato

O melhor formato para o depoimento é que em cima esteja o nome da empresa, em seguida o depoimento e a assinatura no final.

As partes mais importantes, que vão influenciar o comprador, devem estar em destaque, com uma cor diferente, para que o cliente não perca tempo.

Lembre-se de que o foco é o seu produto, e não você. Elogios ao seu desempenho ou à maneira como você resolveu o problema não são depoimentos. Foque no que você vende e em como aquilo ajuda seu cliente.

3. Renove sempre

Peça novos testemunhais para renovar seu estoque.

Além de ter sempre uma novidade para mostrar àquele cliente relutante, você aprende mais sobre os pontos fortes (ou fracos) de seu produto ou serviço.

Geralmente, sempre que temos oportunidade, inserimos depoimentos dos clientes de nossos clientes nas mídias que trabalhamos.

Por exemplo, se você possui uma fanpage, seria muito bem vindo personalizar um post com o depoimento de um cliente seu. Isso porque o seu lead em potencial curte sua fanpage, mas não conhece sua empresa. Se ele ver um depoimento de um cliente, a probabilidade de também vir seu cliente, aumenta.

As redes sociais ampliam o alcance das opiniões, dando um melhor acesso para quem procura avaliações.

Quando usar?

No ato da venda.

Trate esse depoimentos como “cartas na manga“, pois é realmente essa a função deles: agir como um extra na hora do fechamento, incentivando a assinatura do contrato e demonstrando para o cliente que seus vendedores estão realmente preparados e agindo profissionalmente.

Como sua empresa pode engajar mais?

Aproveite os depoimentos para criar um conteúdo incrível.

O marketing de conteúdo é uma estratégia eficiente para engajar atuais e futuros clientes. Ao produzir artigos, vídeos, e-books, podcasts ou infográficos úteis e relevantes aos seus compradores — ou seja, com temas focados em um melhor aproveitamento dos produtos adquiridos — você conquista a confiança deles.

Basicamente, para conseguir recomendações de clientes, você deve trabalhar bastante o fator engajamento. Além de produzir incentivos diretos (como promoções, descontos e ofertas) e indiretos (criação de conteúdo altamente relevante, segmentado e que faça seus clientes compartilharem espontaneamente), é importante agradar e identificar os clientes certos.

Dessa maneira, você terá boas provas sociais para atingir possíveis compradores de forma mais natural e confiável 🙂

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A sua empresa está enviando mensagem para as pessoas certas?

Se essa é uma pergunta que você nunca parou para fazer, está na hora de pensar em criar personas para o marketing do seu negócio.

Uma das máximas do Inbound Marketing diz que “devemos enviar a mensagem certa para a pessoa certa no momento certo”, assim teremos maiores chances de sucesso em nossas ações. Porém, antes de pensar na mensagem certa, devemos saber quem são as pessoas certas para direcionarmos a nossa comunicação. Parece óbvio, mas muitas vezes essa é uma etapa esquecida.

No marketing, essa pessoa é conhecida como Persona ou Buyer Persona.

O que é Persona?

Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal.

Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características dos seus clientes ideais, assim como a criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

A criação de personas não é uma técnica nova, mas poderia ser muito mais explorada do que é atualmente. É muito comum empresas e agências criarem campanhas de marketing sem entender profundamente quem é o seu cliente ideal.

Se você diz que seu público-alvo é “praticamente todos” ou “alguém interessado em meus serviços”, você não tem muita chance de aumentar conversões. E, para nós da Mkt Ideas, aumentar conversões é mais importante que apenas aumentar visitas.

Qual a diferença entre persona e público-alvo?

É comum que haja alguma confusão nos conceitos, mas uma coisa podemos afirmar com certeza: persona e público-alvo não são sinônimos.

Vamos a um exemplo prático:

  • Público-alvo: Homens e mulheres, entre 30 à 45 anos, moram em capitais do Brasil. Trabalham em grandes empresas, classe B.
  • Persona:  Diego Mesquita, 33 anos, gerente de marketing de uma grande empresa, casado, gosta de passar o tempo livre com a família, frequenta show de jazz e blues e está conectado a todas a redes sociais, pós graduado em marketing digital, sofre muita pressão da diretoria para resultados, quer bater metas e ser valorizado na empresa, diretoria com pensamento limitado apenas em publicidade tradicional.

Percebeu a diferença?

Público-alvo é uma parcela abrangente da sociedade para quem você vende seus produtos ou serviços, não cita seus hábitos, comportamentos e interesses.

Já a persona é a representação do seu cliente ideal, de forma mais humanizada e mais personalizada. Ela é tão real quanto uma pessoa de verdade. Esse é o segredo.

Tradicionalmente, a definição de um público alvo consiste em determinar a sua idade, sexo, localização geográfica e as suas necessidades. Acontece que, atualmente, é necessário muito mais do que isso, precisando portanto, olhar de forma direcionada para outras questões.

Em um primeiro momento pode até soar muito parecido. Mas faz toda a diferença pensar em uma estratégia de marketing direcionada ao Pedro Paulo e não a um extenso público-alvo.

Por que criar uma Persona?

Conforme apontamos acima, a persona possui características muito mais conclusivas e ricas, o que facilita a criação de uma estratégia de marketing, afinal você sabe exatamente com quem está falando.

Precisamos entender quantos anos esta pessoa tem, de que sexo é, qual a profissão, o que gosta de fazer nas horas vaga, qual o grau de instrução, o que gosta de fazer no tempo livre e etc. Além destes, uma série de fatores que influenciam no que esta pessoa tem como hábitos e o que ela gostaria de consumir.

Quanto mais você entender seu cliente, mais rápido seu negócio vai crescer. 

Você precisa conhecer o seu cliente tão bem, mas tão bem, que consiga encaixar uma solução sob medida da sua empresa, ou até mesmo criar uma nova oferta, dentro do “sonho de vida” dele (“sonho de vida” = objetivo de vida/de empresa).

No entanto, muitas empresas têm dificuldade para definir o seu persona e acabam por fazê-lo de forma extremamente ampla.

Com o persona definido, você irá entender:

  • Qual linguagem usar;
  • Qual canal se comunicar;
  • Qual mensagem enviar;
  • Quais conteúdos podem ser produzidos;
  • Qual será o cronograma de conteúdo;
  • Com quais palavras chave iremos trabalhar
  • Qual será o estilo e periodicidade do e-mail marketing;
  • Como faremos a segmentação nos anúncios

E isso, só para citar alguns.

Suas campanhas precisam soar “como música” nos ouvidos deles.

Como criar uma Persona?

O maior erro cometido é tentar criar esta personas com base no que nós achamos que é o nosso cliente.

Esse “achômetro” muitas vezes está completamente equivocado e nossa comunicação ficará totalmente mal direcionada. Personas não podem ser criadas através de palpites e suposições.

Para que o produto final seja de qualidade é necessário coletar dados, realizar pesquisas e entrevistas.

Podem ser dados de cadastros dos seus clientes, informações dos últimos anos de vendas e até mesmo, utilizar ferramentas de pesquisa para chegar em uma informação mais relevante e assertiva. A base de clientes é o lugar perfeito para começar a investigação de persona da empresa.

Com esses dados, ficará muito mais fácil entender quem é este persona e a partir de então tudo que formos criar, tanto no campo de produto/serviço como no campo de comunicação, será direcionado para esta persona.

Algumas características básicas que utilizamos para definir as personas:

  • Dados demográficos: gênero, idade, estado civil, se têm filhos, onde moram;
  • Objetivos: o que valorizam, quais são seus sonhos e como podem ser ajudados a realizá-los;
  • Pontos fracos: entenda os problemas dessas pessoas e como a sua empresa pode resolvê-los;
  • Onde buscam informações: descubra os canais online e offline onde buscam atualizações e informações e invista nesses canais;
  • Que cargo ocupam: investigue onde trabalham e em qual área.

Quanto mais informações tivermos, mais completa a nossa persona e muito melhor a nossa comunicação.

O próximo passo é detalhar o perfil persona a partir das respostas obtidas. Reúna as informações, elabore o personagem com um nome e uma imagem e coloque em um documento a ser disponibilizado para todos na empresa.

Lembre-se: É muito importante que a persona seja uma pessoa real, assim, todos da sua equipe têm uma ideia de com quem estão conversando e tornam a comunicação mais humanizada e assertiva.

A sua empresa está se comunicando do jeito certo ?

Agora que você entende o que é persona, identificou a da sua empresa, faço a pergunta: você está se comunicando do jeito certo? Está mostrando qual problema as suas soluções resolvem? Está falando o que sua persona espera ouvir?

Sua empresa merece crescer, e para isso você precisa focar seus esforços nas pessoas certas! Converse com a gente, veja como podemos ajudar o seu negócio a atingir resultados expressivos e crescer. Let’s grow!

 

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Toda campanha de marketing, em especial de Inbound Marketing, devem ser guiadas por algo que chamamos de Jornada de Compra.

A Jornada de Compra é o caminho percorrido pelo consumidor a partir do momento que ele procura pelo seu produto ou serviço até finalizar sua compra

Dominar a Jornada de Compra faz com que a empresa compreenda as necessidades, problemas, desejos e costumes do seu público. E isso se reflete tanto no faturamento como na geração de valor para a marca.

Isso porque, atualmente, a decisão de compra de uma pessoa acontece muitas vezes fora do ponto de venda. Os consumidores hoje preferem fazer a busca daquilo que precisam na internet para depois falar com o vendedor.

Diante desse cenário, é imprescindível o mapeamento do comportamento de compra do consumidor. Afinal, quanto mais próximo da realidade do seu consumidor você estiver, maiores são as chances de entender e atrair para si pessoas realmente interessadas em seu produtos ou serviços.

Ao conhecer a jornada como um todo, você consegue acelerar esse processo, ou seja, fazer com que as pessoas cheguem mais rápido à decisão de compra. No caso de quem já é cliente, também é possível acelerar o processo para gerar novas aquisições.

Por isso, no post de hoje abordaremos as etapas da Jornada de Compra do consumidor, mas antes…

Vendas antigamente x Vendas hoje

Como eram e como são hoje?

Há 10 anos atrás o vendedor estava no controle das vendas. O consumidor tinha uma necessidade, ia até a empresa por indicação, mídia impressa ou rádio/tv, e cabia ao vendedor apresentar a solução e pronto.

Hoje é o cliente que está com o controle das compras. Ele só vai falar com um vendedor depois de pesquisar e se informar sobre a tal solução. E muitas vezes ele até argumenta com o vendedor na escolha da solução.

Ou seja, há passos que antecedem o momento que o consumidor decide entrar em contato com o vendedor da sua empresa.

E essa pesquisa vem de onde?

Blog, redes sociais, grupo de discussão, materiais gratuitos e todo tipo de conteúdo que eduque e ajude o consumidor, conforme já apontamos neste artigo aqui sobre as formas de atrair clientes.

Alguns números:

  • Cerca de 80% dos consumidores pesquisam online antes de comprar.
  • 96% dos consumidores que pesquisam online utilizam o Google.
  • 80% dos consumidores preferem buscar informação de um produto/serviço em artigos do que em um anúncio publicitário.
  • 57% de uma decisão de compra é definida antes do consumidor entrar em contato com ao vendedor.
  • Empesas relatam que 57% dos contatos de clientes adquiridos vieram através de publicações em blog.
  • Empresas que utilizam blogs com conteúdo relevante conquistam 55% a mais de tráfego.

Resumindo:

Se você não está gerando conteúdo relevante na internet, o seu público irá encontrar o seu concorrente quando fizer uma busca.

#Ficaadica #TakeaNote #TakeIdea

Agora que você entendeu um pouco do que mudou na Jornada de Compra do consumidor, vamos entender as etapas do processo!

As 4 etapas da Jornada de Compra

Em geral, a Jornada de Compra do cliente é dividida em: Aprendizado e Descoberta, Reconhecimento do Problema, Consideração da Solução e Decisão de Compra.

É a progressão que seu cliente fará saindo da primeira fase, onde ele não faz ideia da existência de sua companhia e muito menos da existência de uma dor que você pode resolver para ele, progredindo para uma segunda fase de consideração de possíveis soluções e uma terceira fase que é a tomada de decisão baseada nas considerações da fase anterior.

1. Aprendizado e Descoberta:

Aqui é o início da jornada. Nessa etapa, o consumidor ainda está totalmente “cru” e não sabe ou não enxerga muito bem qual o seu problema, mas já sabe que possui uma determinada necessidade. Então ele busca aprender e estudar mais sobre o problema que ele tem ou sobre o mercado que atua pensando em melhorias.

Fazendo uma analogia com um paciente que está com dor de cabeça, ele não sabe se está com uma dor de cabeça pontual, uma enxaqueca ou possível AVC. Como não se aprofundou sobre essa dor, talvez ele não vá se preocupar em considerar uma solução e ainda não entrará na fase de consideração.

Essa é a oportunidade de chamar a atenção dele, atraindo-o, para fazê-lo perceber que tem um problema.

Se você trabalha com vendas B2B e já começa em uma call ou reunião empurrando seu produto, sem entender aonde o cliente está na jornada de compra, é grande a chance da venda estar se direcionando ao fracasso. Respire, dê um passo para trás e entenda a realidade do cliente.

2. Reconhecimento do Problema:

Aqui, o consumidor reconhece que ele tem de fato um problema e começa a pesquisar por possíveis soluções. Chega a fase de pesquisa e comparação.

Nesse momento, você deve cutucar ele, fazendo com que ele estude mais sobre as soluções (produto ou serviço).

O mindset dessa fase é o da busca por um carro novo. Você pesquisa por preço, modelo, consumo de combustível, seguro, etc. Depois faz uma comparação de todos os resultados.

3. Consideração da Solução:

Nessa etapa, o consumidor já está consciente sobre algumas possíveis soluções para sanar o problema e começa a ir atrás de mais detalhes sobre a solução da sua empresa.

É o momento, portanto, de mostrar porque aquilo que você oferece representa a melhor solução.

Ainda na analogia da dor de cabeça, nessa fase o cliente já tem uma consciência e preocupação com a dor e está disposto a visitar um médico. O paralelo ao nosso mundo de vendas acontece quando nosso cliente está interessado em fazer um contato formal e buscar por informações mais técnicas.

4. Decisão de Compra:

Nessa última etapa, o consumidor está comparando as opções disponíveis e pesquisando qual delas é a melhor para seu contexto. O discurso se direciona para implementação, custos e suporte ao cliente.

Aqui é necessário mostrar os diferenciais da empresa em relação aos concorrente e convencê-lo que o seu produto é a escolha certa. Mostre valor e cases de sucesso. Mostre como clientes parecidos alcançaram resultados tremendos.

Os diferentes momentos de compra

Nem todas as pessoas chegam até a empresa no mesmo estágio da Jornada de Compra. Por isso, elas devem ser identificadas e respeitadas até o ponto em que o consumidor está “pronto” para receber um conteúdo focado na venda.

Inclusive, falamos muito sobre isso neste artigo aqui.

Por exemplo, digamos que você trabalhe em uma empresa que fornece softwares financeiros:

  • Uma parte do público que chega até você já sabe tudo sobre os softwares financeiros -> já considera adquirir a solução.
  • Outra parcela conhece os softwares, mas ainda não sabe dos benefícios e diferenciais que ele pode trazer (e precisa ser educada quanto a isso) -> já reconhece o problema que tem.
  • Outra parte nem mesmo sabe que existe alguns softwares financeiros com tais funcionalidades e como isso pode ajudar ou agregar na vida ou no trabalho do consumidor (e isso também pode ser informado e ensinado, gerando mais potenciais clientes) -> ainda está aprendendo/descobrindo.

Viu como seus leads estão em etapas e momentos diferentes? Mas é interessante observar que, mesmo que os consumidores ainda não estejam considerando a compra, já se encontram dentro da Jornada de Compra e você pode gerar valor para eles e guiá-los até a compra.

O principal benefício de conhecer o público a esse nível é conseguir entregar exatamente o que cada pessoa precisa, a fim de gerar valor para a vida do consumidor e otimizar o Funil de Vendas.

Esse trabalho também envolve uma transição do marketing de massa para o marketing de segmentos, que busca compreender de verdade as necessidades e desejos das pessoas.

Consequentemente, o relacionamento entre marca e público fica muito mais profundo e duradouro. O foco é usar tempo, lugar e conteúdo a seu favor. Em outras palavras, conhecer a jornada do cliente abre a possibilidade de alcançar seu público na mídia certa, no momento certo e com o conteúdo certo.

Agora que você já sabe os conceitos da Jornada de Compra do seu cliente, é hora de colocar a mão na massa e planejar sua campanha!

Se tiver alguma dúvida ou precisar de nossa ajuda, entre em contato conosco ou comente abaixo!

Aproveite e faça o download gratuito do ebook abaixo que fala da metodologia que acompanha a Jornada de Compra do consumidor e efetive mais ainda o seu marketing:

 

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Já falamos aqui no blog sobre as 2 primeiras etapas da metodologia Inbound Marketing.

São elas:

1° Atração: 4 ações que você precisa fazer para atrair mais visitantes.

2° Conversão: 3 estratégias infalíveis para gerar leads pro seu negócio.

Seguindo nossa série, chegamos então na 3° etapa: a do Relacionamento (ou Nutrição de Leads).

Se você chegou até aqui mas ainda não conhece as 2 primeiras etapas, sugiro fortemente que leia os 2 artigos acima para melhor compreensão 😉

Revisando, na 1° etapa (atração) nós criamos conteúdos (blog e iscas digitais) e divulgamos nas mídias (sociais e pagas) para atrair visitantes (público alvo) para o nosso site.

Na 2° etapa (conversão), nós aproveitamos esses visitantes e transformamo-os em leads através dos cadastros em nosso site (via landing page, formulários, assinatura de newsletter).

E agora? O que fazer com esses leads? Como transformá-los em oportunidades de negócio? Como trabalhar esses leads para que eles se transformem em clientes?

A resposta está no Relacionamento.

Depois de coletar as informações do lead – em especial o email – é possível manter um contato mais próximo e continuar educando-o e estimulando-o para uma possível compra. Esse é o passo intermediário entre gerar leads e transformá-los em clientes.

Os resultados são a construção e disseminação da marca, prospecção e fidelização de clientes e criação de autoridade no mercado.

Antes, vale a pena trazer alguns dados interessantes:

  • “Empresas que se destacam em nutrição de leads geram 50% mais vendas a um custo 33% menos” (Forrester Research)
  • “50% dos leads são qualificados, mas ainda não estão prontos para comprar.” (Gleanster Research)
  • “79% dos leads vindos do marketing nunca se convertem em vendas. A principal causa disso é a falta de nutrição de leads.” (MarketingSherpa)
  • “Leads que foram nutridos geram vendas 47% maiores do que leads que não foram.” (The Annuitas Group)
  • “Apenas 5% das empresas usam soluções de automação de marketing.” (Forrester Research)

Esses dados mostram bem a importância de nutrirmos os leads que geramos. Isso pode nos ajudar a vender mais com um custo menor e um ticket médio maior. Além de auxiliar nas vendas, gerar novas receitas e receitas recorrentes, ela aproxima também o cliente da sua empresa.

Pense, por exemplo, que com o relacionamento, o público pode se aproximar da sua empresa e conhecer mais profundamente o que você faz e as soluções que oferece. Assim, as chances de perceber o valor da sua solução é maior e, consequentemente, as chances de comprar também.

Os diferentes momentos de compra

Segundo a empresa MarketingSherpa, 79% dos leads vindos do marketing não se convertem em vendas. A principal causa disso é a falta de nutrição de leads. Isso significa que, após serem gerados, os leads ou ficam parados na base da empresa, ou são abordados precipitamente.

Conforme já dissemos nesse outro post no blog, nem todos os clientes em potencial estão no momento de realizar uma compra.

Através da Jornada de Compra, vemos claramente que existem etapas bem definidas que devem ser respeitadas até o ponto em que uma pessoa está “pronta” para receber uma abordagem.

É comum nos depararmos com a situação de o cliente não estar no momento ideal de compra.

Ele pode ter esgotado ou ter engessado o orçamento do ano, pode estar com outras prioridades, pode ter acabado de comprar uma solução semelhante ou ainda não ter nem percebido que tem um problema e precisa resolvê-lo.

Em todos os casos, são leads não prontos e que não compram agora, mas podem vir a comprar logo.

O relacionamento é valioso nessa situação, já que muitas vezes o que falta é a sua empresa educar e fornecer mais informações para gerar demanda. Em outros casos, é só uma questão de tempo mesmo, em que continuar próximo e agregando valor é suficiente para gerar credibilidade e manter sua empresa na mente do potencial cliente para quando o momento de compra chegar.

Comparando com um relacionamento amoroso, não é no primeiro dia que você vai na balada que você irá pedir alguém em casamento. Primeiro você vai marcar o telefone, depois vai marcar um encontro, depois viagem, depois vou apresentar para família e assim vai.

Da mesma forma, o cliente precisa gostar e confiar em você para depois comprar. E trabalhando nessa forma, com essas etapas, é muito mais fácil ouvir um “sim” do seu cliente mais pra frente.

No entanto, deixar que as pessoas passem por esse processo por conta própria, sem a ajuda da sua empresa, diminui os resultados e aumenta bastante o tempo do ciclo de vendas. É possível e viável acelerar esse caminho.

Isso porque no primeiro contato entre o lead e a empresa, dificilmente uma grande proporção deles efetiva a compra. No entanto, se determinado lead demonstrou interesse em assuntos correlacionados com o seu produto ou serviço, um trabalho de nutrição/relacionamento certamente conseguirá orientar mais pessoas sobre o potencial de adquirir a sua oferta.

Por exemplo: uma empresa que procure saber mais de comunicação e marketing, e, através de nossos materiais e conteúdos está mostrando que quer melhorar sua atuação na área, isso é para nós uma boa oportunidade de vendermos nossos serviços. A diferença é que, pensando no processo da jornada de compra, essas pessoas estão apenas nos primeiros passos.

Para ter uma ideia da proporção em que se encontram os seus leads ao longo do processo de compra, Chet Holmes, autor do livro “The Ultimate Sales Machine”, traz a seguinte abordagem:

 

Como visto acima, para todo tipo de produto ou serviço existe um mercado interessado que é muito maior do que a parcela que de fato está comprando.

Seguindo a lógica, existe uma parcela do seu público que não está comprando agora.

Por qualquer motivo que seja, se você não tiver uma estratégia de relacionamento que seja interessante para esses 90%, você vai estar perdendo uma fatia muito grande de oportunidade de negócio com seu público.

Em suma, apenas 3% do seu mercado em potencial está buscando por uma solução, ou seja, está na etapa de Decisão de Compra.

Com a produção de conteúdos focados em diversos problemas e estágios de compra, feito nas etapas anteriores, atraímos também leads em diversos estágios. Por isso, agora na etapa de relacionamento teremos a função de identificarmos os estágios em que se encontram os leads e fazermos eles avançarem na jornada, ou seja, aceleramos o processo de compra.

Vamos então conquistar esses 97% de possíveis compradores que seu concorrente não está alcançando?

Então veja abaixo 4 estratégias que você deve seguir para nutrir seus leads e gerar oportunidades de negócios.

EMAIL MARKETING

Use o email para se relacionar com sua base de leads

O email é uma valiosa ferramenta, altamente personalizável que leva sua mensagem diretamente até seu lead, criando com ele um vínculo emocional.

Quando você estabelece uma relação de confiança com seus leads, passando a nutrí-los com informações relevantes, o ciclo de vendas se torna melhor, fazendo com que a compra seja efetuada em muito menos tempo.

Dois dos tipos de email marketing mais comuns são: Emails Promocionais e Newsletter. Um tem o objetivo claro de promover uma ou mais ofertas e o outro tem o objetivo de promover um compilado de conteúdo e ofertas de diferentes níveis.

Procure gerar valor. Não comece usando a lista para promover um produto ou serviço. Mantenha contato oferecendo conteúdos de qualidade, ofereça um excelente artigo, um ebook, uma planilha ou outro material valioso para esse potencial cliente. Esse tipo de conteúdo costuma ter uma receptividade muito maior e por isso deve ser o foco. Além disso, a empresa humaniza seus processos e cria um relacionamento mais estreito com seus consumidores.

Um exemplo: O lead se interessa pelos carros que sua concessionária vende, mas no momento ele não irá comprar pois acabou de adquirir um novo. Se você mantém um relacionamento com ele por muito tempo, quando chegar esse momento de troca de carro novamente da pessoa é maior a probabilidade dela comprar de você.

Leia também: Como o email marketing ajuda na margem de lucro da empresa.

MÍDIAS SOCIAIS

Use as redes sociais se relacionar com seus seguidores

Da mesma forma que o email marketing, as redes sociais são uma ferramenta muito útil para se relacionar com seu público e com os leads que te seguem ou curtem suas páginas.

Elas são uma opção mais informal de continuar em contato com seu público e funcionam muito bem na aproximação entre marcas e consumidores.

A presença nas principais redes já não é mais um diferencial corporativo, e sim uma estratégia básica de relacionamento. O público segue as marcas esperando receber conteúdos e ofertas relevantes. então #TakeaNote #TakeIdea!

O contato nas mídias sociais costuma ser menos íntimo que o email, mas tem a vantagem de alcançar uma audiência cada vez maior, da sua mensagem ser facilmente espalhada, conquistar novos públicos e facilidade de interações.

Além disso, a barreira de entrada é menor: aceitamos ver tweets, por exemplo, de centenas de pessoas. No entanto, não gostamos de receber emails na mesma proporção.

Portanto, continue nutrindo seus leads oferecendo conteúdos de qualidade aumentando seu relacionamento e valor da marca.

Você pode abordar diferentes tipos de conteúdo, como: ofertas de produtos e serviços, promoções e bônus, materiais que eduquem e gerem valor, consolidação da marca, pesquisa de satisfação, etc.

Leia também: Por que sua empresa deve estar nas redes sociais?

SEGMENTAÇÃO DE LEADS

Gere o mesmo resultado enviando menos emails

Se os leads da sua base interagem com a sua empresa com frequência isso significa que dentro da jornada de compra eles possuem interesses de adquirir um produto ou serviço.

Partindo deste princípio é importante que você saiba gerir o conteúdo utilizado para a nutrição desses leads.

Se um lead está mostrando que precisa de um conteúdo do tipo “A” não faz sentido oferecer conteúdo do tipo “B, C, D” etc. Ou seja, ao invés de ofertar a sua solução para todo mundo, falamos com cada lead, respeitando o seu interesse e momento na jornada de compra.

Por exemplo: um cliente em potencial deve receber um tipo de email incentivando a compra, enquanto um atual cliente deve receber outro email mais adequado.

As taxas de conversões são muito mais altas quando as empresas sabem oferecer aos leads o material específico e correto de sua etapa do funil. Já as taxas de rejeições crescem cada vez mais quando estes são bombardeados de informações irrelevantes para o seu momento de intenção de compras.

AUTOMAÇÃO DE MARKETING

Prepare os leads para a compra com um fluxo de nutrição

A automação de marketing é uma solução para, como o nome já diz, automatizar esse processo.

Com ela é possível criar uma estrutura de nutrição de leads (workflow) que trabalha de forma escalável e inteligente, através de alguns gatilhos para que os leads entrem nesses fluxos e recebam os conteúdos ideais para o momento que estão passando (jornada de compra). Para isso é imprescindível fazer a segmentação dos leads.

Uma boa estratégia de relacionamento acompanha o consumidor desde a primeira fase de compra até a última, começando a enviar materiais mais simples e depois evoluindo para conteúdos mais específicos.

Portanto, crie conteúdo para cada etapa do funil e crie fluxos com uma sequência de emails com mais materiais educativos, estudos de caso, avaliações gratuitas e finalmente informações sobre o produto/serviço da sua empresa para gerar caminho para o lead até que este torne-se então, oportunidade para a equipe de vendas.

A intenção aqui é fazer, de forma individual e ao mesmo tempo automatizada, o trabalho de encaminhar um lead desde os estágios iniciais de interesse até o ponto mais próximo da decisão final de compra.

Conclusão

Para desenvolver uma estratégia de marketing e vendas que traz o retorno esperado, é fundamental não apenas possuir informações dos seus visitantes, mas também criar um relacionamento com eles.

Não adianta converter visitantes em leads e não fazer mais nada com esse público. Sua empresa tem o email e outros dados desses leads, então use esse ativo para gerar mais resultados e oportunidades de negócios na casa.

Nutra os leads com conteúdo engajador, para que eles não tenham necessidade de ir buscar mais informações em seus concorrentes.

Trabalhar dessa forma permite às empresas ter um aproveitamento de vendas muito melhor em cima dos leads gerados. Você acompanha o lead do início ao fim.

A boa notícia é que esse recurso é utilizado ainda por poucas empresas americanas, sendo ainda menos explorado aqui no Brasil. As empresas que utilizam da prática de forma bem feita acabam ganhando mercado e saindo na frente de seus concorrentes.

Sendo assim, não hesite em contratar profissionais qualificados para dar o tom da conversa com seu público por meio dessa estratégia! É de suma importância para o seu negócio fazer uma aliança com uma agência especializada em resultados online.

Uma das principais metas aqui na Mkt Ideas é entregar resultado aos clientes, sendo assim, nós buscamos ao máximo reter nossas estratégias para converter leads, gerar negócios e potencializar resultados.

Quer saber mais em como podemos te ajudar? Deixe suas dúvidas nos comentários ou acesse nossa página no botão abaixo:

 

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A pergunta que não quer calar: quanto tempo vou levar para ter retorno com marketing digital?

Essa pergunta é muito pertinente! Afinal, estamos falando sobre investimentos, e como todo investimento, visamos retorno, não é mesmo?

A internet é galgada na ideia de que tudo está a uma distância ínfima. Qualquer dúvida ou compra pode ser solucionada com apenas um clique.

Mas quando falamos de investimentos em marketing digital, sobretudo em projetos de inbound marketing, a situação não é bem assim.

A estratégia comprovadamente traz resultados superiores a técnicas de marketing tradicional, mas o retorno é a médio e longo prazo.

Na prática, estratégias de marketing exigem meses de trabalho e dedicação para que os resultados sejam percebidos. No entanto, uma vez feito isso, os esforços se transformam em ganhos duradouros.

Essa discrepância entre expectativa e realidade do tempo de retorno com marketing faz com que alguns empresários, que não tenham esse conhecimento, queiram fechar contratos pequenos de até 3 meses.

O problema é que com apenas 3 meses você não consegue ter resultados tangíveis ainda e o que foi plantado até então passa a ser colhido a alguns meses depois desse tempo.

Afinal, qual o tempo ideal de contrato?

Um contrato de marketing de curto prazo é como namorar alguém que está indo morar fora do país daqui a alguns meses: já começa com um tropeço lá na frente.

O marketing é mais comparável ao casamento, em que a relação é construída progressivamente e pensada para durar a vida toda, gerando resultados prósperos para as duas partes.

Portanto, um contrato mais longo, de 12 meses, é fundamental para ajudar sua empresa e a agência escolhida a passarem pela curva de aprendizagem.

Isso porque a agência consegue implementar o método, amadurecer o processo e apresentar resultados cada vez melhores, fazendo com que sua operação seja otimizada com os insights gerados. As ferramentas também, como Google e Facebook. Ambas também possuem um tempo de aprendizado em cima de dados para trazer retornos efetivos.

Muitas vezes é preciso fazer várias mudanças de rota até as coisas engrenarem e o número de leads e de vendas começar a aumentar, o que possivelmente leva um bom tempo, mas é progressivo, cresce mês a mês.

Abaixo te apresento alguns benefícios sobre os contratos de longo prazo, que podem te ajudar nas próximas negociações.

Quais são os benefícios do contrato à longo prazo?

# MAIORES RESULTADOS

Quando se tem mais tempo de contrato, nós temos mais tempo de fazer uma imersão no negócio do cliente, pegar o ritmo da empresa e, como consequência, gerar resultados maiores e mais assertivos.

Isso começa com um planejamento mais longo, um plano de ação de 12 meses, onde todas as ações serão feitas com a segurança de que tudo vai ser colocado em prática e os resultados serão apresentados conforme o projeto vai sendo executado.

Para exemplificar, imagine fazer todas as ações propostas para o desenvolvimento de conteúdo em um período menor que 6 meses: pesquisa de mercado, planejamento editorial, definição de pauta, escolha de autores, publicação recorrente de blog posts, análise e otimização dos posts. Todas essas são estratégias que levam tempo para serem bem executadas com resultados consistentes.

E não é apenas em conteúdo que isso se aplica.

Imagine agora um contrato de anúncios no Google. Com certeza, com um contrato de 3 meses é possível apresentar alguns resultados, mas para entregar os melhores resultados, como otimizar suas conversões, melhorar o CPC (Custo por Clique), entre outros, é preciso que a agência tenha tempo e você, paciência.

Por isso é interessante que haja um comprometimento e acompanhamento recorrente ao longo do projeto, conseguindo analisar os picos da empresa e preparar a “máquina’ para os próximos anos.

# A APOSTA É BILATERAL

Nós apostamos no cliente o mesmo que eles apostam em nós.

Portanto, temos que nos organizar sempre para atender o cliente da melhor maneira possível.

Então, se o cliente tem um contrato mais longo, é natural que a agência vá alocar profissionais mais qualificados para o projeto, ou mesmo contratar novos profissionais para melhor atendê-lo, gerando valor para esse investimento de longo prazo.

# BENEFÍCIOS MONETÁRIOS

Pense em planos de academia:

  • Valor mensal sem contrato: R$ 189
  • Valor mensal com contrato de 12 meses: R$ 129

O desconto acontece no plano com contrato de longo prazo.

Isso é feito porque na academia, assim como no marketing, a pessoa que não se compromete por um curto período, não irá ver resultados e irá desistir. Bom seria se com 1 mês de esporte fosse possível entrar em forma para o verão depois de um ano sedentário.

Por isso, os benefícios monetários se apresentam nos valores a longo prazo. Tanto para a sua empresa como para a agência.

Os planos aqui da Mkt Ideas, possibilitam desconto nos pacotes e nos contrato de 12 meses, apresentando uma economia altamente considerável.

Além do valor, ainda tem um ROI melhor e proteção de reajustes de preço durante o tempo de vigência do contrato.

# OTIMIZAÇÃO DO TEMPO COM RENOVAÇÕES

Sempre que um contrato vence, existem as conversas sobre a renovação. Com um tempo de contrato longo o desgaste na renovação é menor.

Por exemplo, vamos pensar num contrato de 12 meses com revisões trimestrais entre sua empresa e a agência. Após 4 reuniões as duas partes já estão com as expectativas alinhadas e a renovação vira algo natural dando continuidade ao que já vem sendo feito.

E qual é a estimativa de tempo de retorno?

Em geral, as iniciativas de marketing digital demonstram retorno mais mensuráveis entre os 3 e 6 meses de implementação e gestão. Consideramos esse o tempo onde as raízes estão sendo criadas e começando a surgir resultados tangíveis.

Assim que a sua estratégia começa a dar certo, os resultados tornam-se cada vez mais rápidos.

A partir de 12 meses, é possível ver toda a estratégia andando com mais força e de maneira sustentável.

Separamos o tempo de retorno de algumas ações para você ter um direcionamento:

Imediato a Curto Prazo – de 1 a 3 meses

# ANÚNCIOS

Especialmente em empresas B2C (Business to Consumer), nas quais as jornadas de compra tendem a ser mais curtas e pautadas por impulso, é possível ver um retorno com investimento em links patrocinados de facebook e google em até 3 meses. No entanto, para vendas mais complexas, um padrão é verificado a partir de 3 meses. Além disso, as campanhas e o investimento podem ser mais elaboradas e otimizadas, garantindo um maior retorno.

Se você quiser saber mais como funciona os anúncios no google, veja este artigo aqui.

# ISCAS DIGITAIS

Com estratégia de divulgação por campanhas de anúncios, email marketing e landing pages no site, em 3 meses (inclusive menos) os materiais ricos (ebooks, templates, infográficos) já começam a converter leads e a engordar o mailing para que o relacionamento seja nutrido.

Curto a Médio Prazo – de 3 a 6 meses

# REDES SOCIAIS

Alguns resultados orgânicos também podem ser vistos nas redes sociais a partir de 6 meses de implementação (com exceção quando você anuncia, como apresentamos acima). Nesse período também é possível ter uma análise de posts, conteúdos e formatos com maior engajamento para que estes sejam priorizados no momento de produção e, assim, aumentar o alcance orgânico da marca nas redes.

Sua empresa ainda não está presente nas redes sociais? Veja os benefícios que está perdendo, neste post aqui.

Médio a Longo Prazo – de 6 a 9 meses

# BLOG

Por se tratar do desenvolvimento de um conteúdo aprofundado e robusto que exige muito estudo, ajustes, colhimento de feedback do público e da empresa, entre outras ações para deixá-lo bem alinhado com as metas da empresa e ser indexado pelos buscadores, você provavelmente começará a ver os resultados entre 6 à 9 meses. Como o blog é um ativo que vai se acumulando ao longo do tempo, você pode acelerar o crescimento e o retorno aumentando a frequência das publicações, assim elevará o acervo de temas, assuntos e quantidade de palavras chave no seu blog.

Dica: A Hubspot constatou que empresas com mais de 400 posts publicados recebem o dobro de tráfego obtido por aquelas que têm menos de 400 posts, e essas empresas também obtiveram 3 vezes mais leads do que aquelas que publicaram menos de 100 posts. Então vamos atingir essa meta? 😉 Tráfego, receita e público crescem exponencialmente, não linearmente. #TakeIdeas

Saiba mais sobre os resultados colhidos na gestão de um blog; leia esse post aqui.

# EMAIL MARKETING

Uma das causas do email marketing estar aqui é devido à base de leads. Criar uma lista de leads bem segmentada é algo que demora para ser conquistado. Tudo isso é feito por meio de landing pages, mídia paga, conteúdo, entre outras ações. Conquistada a base de leads, o retorno através dos disparos de email marketing vem mais rápido, tanto de relacionamento pós venda, quanto para fazer seus leads avançarem na jornada de compras, através de fluxos de automação, e assim converter mais vendas para o seu negócio.

Veja também: Como o email marketing ajuda na margem de lucro da empresa.

Longo Prazo – a partir de 12 meses

# BRANDING

Estabelecer a sua marca dentro de uma estratégia de posicionamento é algo que leva tempo, especialmente se o seu negócio é novo e está se inserindo agora na internet. Empresas mais consolidadas conseguem pular essa fase por já terem posicionamentos bem definidos no offline antes bastando “apenas” espalhá-los na internet.

# OTIMIZAÇÃO

A partir do momento que sua estratégia esteja sustentável e com todas as ações encaminhadas e em andamento, ou seja, a máquina rodando, considere ajustar as engrenagens e, assim, maximizar o seu ROI.

# INBOUND MARKETING

Quando falamos de Inbound Marketing, estamos falando dos resultados de todas as ações de forma integrada, seguindo as etapas da metodologia. Portanto, como você já deve ter concluído, o retorno ideal se dá em até 12 meses.

Se ainda não conhece a metodologia de inbound marketing, acesse esse artigo aqui.

O que pode acelerar os resultados depende de você. Empresas que têm um profissional para trabalhar em parceria conosco, nos dar feedback e nos atender, conquistam excelentes resultados em um tempo razoável. Como a metodologia é a mesma para todos, a diferença entre não ter ou ter resultados está no cliente.

Conclusão

Como visto, os resultados de médio a longo prazo são de estratégias que têm uma lucratividade por mais tempo.

Parar as ações antes do período ideal significa jogar no lixo todo o trabalho que foi realizado.

Por exemplo, quando você interrompe por 1 mês uma campanha de anúncios, os resultados já são cortados. No entanto, se você publica um post no blog, todo trabalho feito nos conteúdos já publicados irá se manter e continuar gerando tráfego e leads para o seu negócio.

Inclusive, falamos sobre isso em um post bem interessante sobre investimentos em branding e performance.

Portanto, para as empresas que optam por um período mais longo com as ações de marketing, possuem um retorno gratificante, com resultados cumulativos que evoluem em progressão com o tempo: quanto mais longo o projeto, melhor o resultado final.

imagine que em 5 meses você tenha adquirido 20 leads. No sexto mês, você adquire 40, no sétimo 200, no oitavo 500 e por aí vai. Ou seja, o sucesso impulsiona os resultados, diminuindo os custos das ações e aumentando as vendas. Como consequência, sua empresa está consolidada e bem estruturada no mercado.

Crescimento acumulativo do marketing à longo prazo

 

Como expliquei, esse é um processo repetitivo que requer investimento estratégico dos seus recursos. E se você contar com melhorias contínuas, verá um aumento do retorno sobre o investimento, com uma queda no custo por lead (CAC).

Além disso, é preciso desenvolver um plano de marketing que oriente todos os canais e ações digitais para alcançar os objetivos. Aqui na Mkt Ideas nós realizamos o planejamento e implementação das ações para dar o setup nas estratégias de marketing. Estruturar toda esta estratégia demanda tempo, bem como implementá-la, fazer os ajustes necessários e, principalmente, conquistar audiência.

Infelizmente, muitos consultores e agências não conseguem demonstrar organização, visão e planejamento futuro para colher os resultados para os clientes.

Durante minha carreira em que passei por empresas de segmentos e agências de publicidade percebi isso e entendi que ou você tem processos claros ou você não consegue gerar resultados.

Por isso, aqui na Mkt Ideas nós sempre alinhamos metas e expectativas com nossos clientes e acompanhamos os resultados no decorrer dos meses. Quanto mais clara e realista a comunicação entre marketing e vendas melhor. #TakeIdeas

Nós entendemos as dúvidas que vocês tem, portanto, antes de escolher sua agência, é importante conhecer sua forma de trabalho, cases de sucessos, etc.

Espero que este post ajude nas próximas negociações! Caso tenha dúvidas, deixe nos comentários e se precisar de uma agência parceira, conte com a gente para isso!

 

Continue acompanhando nosso blogfanpage e linkedin para receber mais dicas que irão ajudar seu negócio 😉 #TakeaNote #TakeIdeas

 

 

Você seguiu todos os conselhos, fez uma logo para sua empresa, desenvolveu materiais gráficos, criou um site com boa navegação, design e usabilidade (como manda esse artigo aqui), mas ainda assim não obteve a audiência esperada?

Talvez você tenha esquecido de cuidar do marketing.

Mais de 70% dos grandes especialistas apontam que usar o marketing de conteúdo é uma das melhores formas de conseguir clientes.

Bem, isso é um fato.

Através do conteúdo postado nesse blog eu consegui atrair você.

Graças à internet e ao tio Google, a nossa vida mudou. E quando a vida das pessoas muda, os negócios mudam também.

Um paciente pode ir munido de informações para discutir com seu médico o melhor tratamento, por exemplo. E nós fazemos isto em graus diferentes, seja em busca de um novo produto ou serviço ou do melhor tratamento.

A produção de conteúdo, além de educar o mercado, gerar valor e posicionar a sua empresa como autoridade em sua área de atuação. Funciona como isca: ajuda o marketing a atrair visitantes para perto.

Se você conhece a metodologia Inbound Marketing (conhecida como Marketing da Atração), a 1° etapa de um bom modelo é a Atração de possíveis clientes para o seu negócio.

Nessa etapa, você irá produzir textos e materiais (conteúdo) que vão atrair o seu público alvo, para que, em uma 2° etapa, ele deixe informações de contato depois de interagir com seu site, com seu material ou sua página nas redes sociais.

Mas essa parte da captação dos dados do seu público, como disse, entra na 2° etapa do Inbound Marketing – o da Conversão. E nós vamos falar sobre isso mais pra frente.

Então vamos primeiro as formas de atrair mais clientes para o seu site:

BLOG

Alimente o seu site com conteúdo original constantemente.

Quando o site incorpora regularmente novos conteúdos, ele se torna mais atraente para os sistemas de busca e, claro, para os visitantes.

Os textos do blog vão circular pela internet e pelos sites de pesquisa, fazendo com que o tráfego do seu site aumente e, consequentemente, o número de pessoas que vão entrar em contato com seus produtos e com sua marca também.

Além de mostrar a sua especialidade e se tornar autoridade no assunto, a criação de novos conteúdos por meio de blogs oferece outra excelente forma de introduzir e reforçar as palavras-chave do seu negócio, aumentando a visibilidade em buscadores de forma orgânica/natural (SEO).

Esse conteúdo será indexado pelo Google e outros buscadores e, quando as pessoas forem buscar por esse tema, irão encontrar seu conteúdo. Capiche?

O blog realmente tem um poder gigantesco para atrair visitantes ao seu negócio, porém muitas empresas não o usam da forma correta.

Quando digo usar de forma correta, falo em publicar regularmente um conteúdo tão relevante ao seu público, que faça com ele seja atraído e tenha interesse em consumi-lo.

Nós aprofundamos mais sobre o tema e citamos algumas dicas nesse artigo: Ter um blog dá resultado? Sim, mas só depende de você.

ISCAS DIGITAIS

Crie materiais ricos com temas relevantes ao seu público.

Nós chamamos de Iscas Digitais aqueles materiais que possuem um conteúdo muito rico, de alto valor.

Esses materiais podem ser: ebooks, webinars, vídeos, apresentações, templates e infográficos, por exemplo.

É uma excelente ideia para aqueles que trabalham com temas que exigem conhecimentos e criam questionamentos para os usuários. #TakeaNote #TakeIdeas

Portanto, faça um material informativo bem interessante, que realmente inspire as pessoas a clicarem no seu site.

Esses materiais aqui são ótimos exemplos de Iscas Digitais. Confira! #TakeIdeas

MÍDIAS SOCIAIS

Gerencie as redes sociais como fonte de tráfego ao seu site

Atualmente, pessoas de todos os perfis passam um tempo considerável nas redes sociais, principalmente no Facebook.

Nas redes, eles buscam contatos pessoais e profissionais, conteúdos interessantes e até o fechamento de negócios.

Com todas essas oportunidades reunidas, criar conteúdos que provoquem seu público a compartilhar e participar deles pode ser uma grande forma de alcançar pessoas que jamais ouviram falar da sua empresa, mas que tenham interesse na possibilidade de fazer negócios com você.

Portanto, divulgue os conteúdos do seu blog, materiais e iscas digitais nas redes sociais adequadas ao seu negócio, como o Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter e Youtube.

Se ainda não está convencido, leia: Por que sua empresa deve estar nas redes sociais?

Agora, se você está e sua dúvida é outra, leia: Minha empresa precisa estar em todas as redes sociais?

MÍDIAS PAGAS (anúncios)

Anuncie e consiga tráfego de forma rápida e eficaz.

As formas pagas costumam trazer um retorno quase imediato, ou seja, uma vez que você começa a investir, eles começam a aparecer. Simples assim.

Nós sempre sugerimos aos nossos clientes anunciar, pois as mídias gratuitas costumam ser uma forma de divulgação com retorno mais a longo prazo. Leva algum tempo para trazer resultado.

Já a mídia paga, é o contrário. O que ela faz é facilitar o alcance dos resultados da empresa e ainda oferecer mais precisão na definição do público. Dessa forma, você verá os resultados esperados com muito mais rapidez e eficácia.

Mas é claro que uma estratégia não invalida a outra. É possível e é saudável para o negócio conciliar as ações orgânicas e pagas na web. (Até porque, gerar conteúdo no blog e nos materiais é uma estratégia orgânica.)

Embora as mídias pagas gerem retorno rápido, elas não costumam gerar um relacionamento com resultados duradouros sozinha, mas sim imediatos. Já as mídias orgânicas, que trazem resultados a longo prazo, são mais consistentes e sustentáveis. Por isso, trabalhar com as duas formas juntas é o ideal. Inclusive já debatemos sobre esse assunto nesse post aqui.

Dentre as formas pagas no formato online, temos os anúncios no Google e nas redes sociais, como o Facebook.

Inclusive, se você já estiver anunciando no Facebook, sugiro a leitura do eBook gratuito abaixo:

Conclusão

Crie conteúdo (blog, iscas digitais) para atrair visitas de forma orgânica/grátis/natural;

Divulgue-os nas redes sociais para atrair visitantes pro site;

Anuncie no Google e/ou nas redes sociais para potencializar o alcance do seu público alvo.

Como ficou claro até aqui, a base da atração de clientes é entender o seu público e criar conteúdos que chamem a atenção dele.

​Como diz Conrado Adolpho:

“a melhor forma de encontrar o seu cliente é ser encontrado por ele”.

Os visitantes atraídos no seu site tendem a se tornarem fiéis à sua empresa, o que faz com que você crie um belo grupo de visitantes que tendem a gerar mais a partir das infinitas formas de compartilhamento de conteúdos.

Então, se o seu objetivo é escalar a sua empresa, garantir negócios mais eficazes e ainda garantir um aumento da força da marca e do nome dos seus produtos e serviços, criar um plano para atrair prováveis clientes é a receita de sucesso para você.

Se estiver sério em saber mais e como podemos ajudar, conte conosco! 

 

Agora que você já sabe como atrair os visitantes, vamos à 2° etapa para convertê-los em leads? Conheça essas 3 estratégias infalíveis para gerar leads pro seu negócio.

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