É…. 2017 foi um ano de desafios, não é mesmo? E continua sendo.

O fim do ano está próximo e as árvores de natal já começam a aparecer nas lojas.

Mas antes de Natal e Ano Novo, há uma outra ocasião muito relevante no aumento das vendas para o comércio eletrônico: a Black Friday, que, neste ano, acontecerá no dia 24 de novembro.

O evento já se tornou uma das datas mais lucrativas para o comércio eletrônico. Em alguns anos, chegou a superar datas consideradas tradicionais pelo setor, como o Dia das Mães.

Isso nos mostra que a Black Friday é um ótimo evento para os empresários conseguirem conquistar todas as vendas que não conseguiram realizar durante o ano.

Porém, mesmo com os rastros da crise que passamos nos últimos anos, esse ano será de grandes vendas?

Sim! O Black Friday esse ano tem tudo para ser um dos maiores da história do país.

Isso porque os consumidores brasileiros estão contendo cada vez mais suas despesas e se tornando verdadeiros caçadores de bons preços. As promoções nunca foram tão importantes para o bolso do consumidor.

Isso significa que o perfil de comportamento do consumidor online também se transformou, e os lojistas têm de estar preparados.

Uma das mudanças mais claras foi o planejamento dos consumidores para a data.

Como o Black Friday vem se consolidando como um evento de grande relevância dentro do calendário do comércio, o consumidor já está aprendendo a esperar pela data para adquirir os objetos de seu interesse e até mesmo antecipar as compras de Natal e Ano Novo.

Pesquisa divulgada pela equipe de varejo do Google Brasil mostra que 63% dos entrevistados pretendem gastar mais de R$ 200. Para 63% dos entrevistados, o principal motivador de decisão para compra é o preço.

Além disso, nos últimos meses houve uma melhora na economia. Pouca coisa para alguns mercados, mas significativa.

Dicas para ter sucesso na Black Friday:

1. Se planeje

O empreendedor que quiser garantir a sua fatia desse montante já deve ter começado a pensar em todos os detalhes. Portanto, para que essa data seja lucrativa, primeiramente é necessário um bom planejamento.

O Black Friday exige que os empresários preparem com antecedência o seu marketing, seja online ou offline, para atender os milhões de consumidores que estão em busca das melhores ofertas.

Não adianta deixar tudo para a última hora e improvisar. Pode até ser que dê algum resultado. Mas com um planejamento bem pensado e estruturado, os ganhos serão ainda melhores.

Leia também: Planejamento de Ações: como sua empresa pode usar as datas comemorativas para vender mais.

Se a expectativa é grande por parte dos consumidores, a preparação por parte das empresas também acontece com muita antecedência.

2. Ofereça descontos dignos de Black Friday

Primeiramente, é preciso criar ofertas reais e ser honesto com o consumidor.

Nas primeiras edições, a Black Friday no Brasil acabou sendo uma decepção para os consumidores e a data ficou mais conhecida como Black Fraude, em razão dos descontos irreais e das falsas ofertas.

A solução para mudar o senso comum é partir sempre da verdade e, realmente, dar ao consumidor as vantagens que sua campanha vende.

Aposte não só nos descontos, mas em cupons, vendas combinadas e até brindes especiais. Aproveite momentos como esse para trabalhar a fidelização dos clientes.

E… que esses descontos sejam condições exclusivas de Black Friday (se não, não fará muito sentido esperar essa data).

3. Ambientize seu site e/ou espaço físico

Outro ponto essencial é a ambientação do seu site/loja virtual e escritório/loja física que, assim como em datas comemorativas, deve estar estilizada.

Investir em selos, banners e até um logotipo especial fará toda a diferença no momento das vendas. Isso faz com que o consumidor sinta mais confiança na sua loja e esteja disposto a comprar nela.

Aposte ainda em adequações tecnológicas para que sua loja suporte o pico de acessos sem sair do ar. Invista em uma empresa especializada que possa te ajudar com isso, afinal, ficar offline em plena Black Friday é perda na certa.

4. Não se esqueça da versão Mobile

A medida que o número de smartphones aumenta e a concentração do tráfego deixa os limites do desktop para acompanhar seus usuários em qualquer situação, o mobile também ganha protagonismo no contexto.

Para este ano, a estimativa é que 20% das compras na data venham do mobile (smartphones e tablets).

5. Se atente no estoque e na logística

E não se esqueça de pensar no estoque e na logística.

Tenha um bom número dos principais produtos de sua loja em estoque, garanta ainda certa quantidade a mais por segurança, afinal cliente nenhum quer ver a mensagem de “produto indisponível” e você, certamente, não está interessado em perder vendas.

Mantenha ainda um olhar rigoroso sobre os processos de logística – a entrega pode ser um dos fatores decisivos no momento da compra. Caso haja a possibilidade de atrasos na entrega, expresse isso antes mesmo que o cliente faça a compra.

O custo do frete também deve ser pensado. Negocie custos com os parceiros de logísticas e estipule melhores prazos de entrega que sejam viáveis para ofertar na data.

6. Abuse das plataformas digitais para divulgação

Como estamos falando de um evento que “nasce” do ambiente virtual, é preciso se utilizar das diversas plataformas que a web oferece.

Use as redes sociais – publicações impulsionadas no Facebook podem dar ótimos resultados -, faça campanhas de e-mail marketing e aposte no “bom e velho” Google Adwords.

Também se prepare para o atendimento e suporte ao cliente nessas plataformas. Tenha uma equipe treinada para oferecer atendimento ágil e eficiente aos clientes na hora da compra. É uma maneira de evitar devoluções e reclamações.

7. Se antecipe

A diretora do Google chama atenção para o fato de que a Black Friday no Brasil não consiste apenas na sexta-feira. Há uma antecipação de 1 semana, isso é visto no aumento das buscas pelo termo no Google.

Em 2016, o pico de buscas se deu às 22h da quinta-feira, com a data concentrando 1/3 das compras de toda a Black Friday.

Além disso, esteja disposto a ajudar seu cliente, a resolver todos os problemas que estiverem a seu alcance.

8. Bônus: Template Editável

Para te ajudar, criamos um template de post para as redes sociais, para você divulgar suas ofertas! Confira:

E aí? Se interessou e quer participar da Black Friday?

Em momentos de crise, onde o mercado se vê fragilizado, datas comemorativas devem dar o fôlego necessário para os empresários se equilibrarem e pensar em estratégias para crescerem.

“Por conta da crise, os varejistas não estão conseguindo bater suas metas e eles estão contando com a data para isso. O consumidor também espera, pois sabe que fará um bom negócio”, afirma Claudia Sciama, Diretora de Negócios para Varejo do Google.

Muitos empresários estão investindo na Black Friday esse ano e veem nesse evento uma forma de dar um “up” nos seus lucros.

E para fazer isso dar certo, o marketing é essencial.

Está preparado?

Se você possui uma loja e não quer ficar de fora, entre em contato conosco agora mesmo para te ajudarmos com a criação do material gráfico, divulgação, criação de anúncios e estratégias!

 

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Nós sabemos que para conseguir um novo cliente, não basta ter uma excelente equipe de vendas com ótimas habilidades de comunicação.

Cada pessoa – em especial em mercados B2B (vendas de empresas para empresas) – tem um processo de decisão de compra diferente. Alguns são mais decididos e outros nem tanto – têm de consultar o amigo, o sócio, a esposa, comparar prós e contras, se planejar, entre outros”empecilhos”.

Porém, uma forma de agilizarmos esse processo de decisão é através do depoimentos de clientes.

Se você já ouviu falar do marketing boca a boca, sabe que essa prática não é nova. A maioria das pessoas é motivada pela opinião de outras pessoas. Você acha que os clientes acreditam mais na palavra de um vendedor ou de outro cliente, mesmo sendo um desconhecido? Elas confiam mais em opiniões de estranhos do que na própria empresa, e isso tem um apelo muito forte.

Depoimentos sinceros = marketing honesto

Se um cliente faz um depoimento sincero, enaltecendo as boas qualidades do seu atendimento, entrega e produto, motivará o interesse de novos clientes e poderá aumentar as venda. Você precisa gerar confiança para as pessoas comprarem de você.

Além disso, essa ação é um dos Gatilhos Mentais: o de Prova Social, onde você prova que sua empresa possui clientes, leads interessados e que é engajada. 

Como colher depoimentos

Mesmo com todas as vantagens, certas pessoas ficam receosas de pedir depoimentos.

Não há a mínima necessidade de medo. Venda é relacionamento.

Quando o vendedor se relaciona bem com o cliente, o pedido de depoimento é recebido com muita satisfação e os clientes até se oferecem para fazê-lo.

Portanto, quando os clientes elogiarem o produto e a empresa, aproveite a brecha para pedir um depoimento.

Agora, se o cliente não tiver uma boa relação com a empresa, nem adianta pedir. É muito importante que o vendedor tenha bastante segurança do que está fazendo e saiba para quem é mais correto pedir o depoimento.

Pensando na importância dos depoimentos para fortalecer o valor da sua marca e gerar prova social, disponibilizamos a seguir, um roteiro para conseguir  colher depoimentos e utilizá-los bem:

1. Consiga as opiniões

Escolha na sua base de clientes algumas pessoas que você sabe que estão satisfeitas com o seu produto. Se você for de B2B, dê preferência as empresas de renome e a cargos importantes para valorizar mais ainda a carta de referência.

Uma tática mais direta que algumas empresas praticam – em especial B2C (vendas de empresas para consumidor final, como lojas) – é oferecer benefícios em troca do depoimento, como desconto, pontos. Mas se você for B2B, também pode pensar em co-marketing, colocando um link pro site do cliente no depoimento ou fazendo um artigo sobre o case do cliente, por exemplo.

Pode-se utilizar uma pesquisa feita em revista, uma carta ou depoimento de clientes.

Outra opção é usar os depoimentos presenciais: Organize um evento com palestras, apresentações e demonstrações de produtos e convide pessoas de renome, grandes empresas ou personalidades que usem e queiram falar dos bons resultados obtidos.

Dessa forma é possível atingir um número maior de leads e agregar valor à imagem da empresa ou do produto por experiências comprovadas.

Nós aqui da agência Mkt Ideas disponibilizamos gratuitamente um roteiro de perguntas para os clientes da agência. Se você for nosso cliente, entre em contato conosco que te enviamos 🙂 

2. Escolha um formato

O melhor formato para o depoimento é que em cima esteja o nome da empresa, em seguida o depoimento e a assinatura no final.

As partes mais importantes, que vão influenciar o comprador, devem estar em destaque, com uma cor diferente, para que o cliente não perca tempo.

Lembre-se de que o foco é o seu produto, e não você. Elogios ao seu desempenho ou à maneira como você resolveu o problema não são depoimentos. Foque no que você vende e em como aquilo ajuda seu cliente.

3. Renove sempre

Peça novos testemunhais para renovar seu estoque.

Além de ter sempre uma novidade para mostrar àquele cliente relutante, você aprende mais sobre os pontos fortes (ou fracos) de seu produto ou serviço.

Geralmente, sempre que temos oportunidade, inserimos depoimentos dos clientes de nossos clientes nas mídias que trabalhamos.

Por exemplo, se você possui uma fanpage, seria muito bem vindo personalizar um post com o depoimento de um cliente seu. Isso porque o seu lead em potencial curte sua fanpage, mas não conhece sua empresa. Se ele ver um depoimento de um cliente, a probabilidade de também vir seu cliente, aumenta.

As redes sociais ampliam o alcance das opiniões, dando um melhor acesso para quem procura avaliações.

Quando usar?

No ato da venda.

Trate esse depoimentos como “cartas na manga“, pois é realmente essa a função deles: agir como um extra na hora do fechamento, incentivando a assinatura do contrato e demonstrando para o cliente que seus vendedores estão realmente preparados e agindo profissionalmente.

Como sua empresa pode engajar mais?

Aproveite os depoimentos para criar um conteúdo incrível.

O marketing de conteúdo é uma estratégia eficiente para engajar atuais e futuros clientes. Ao produzir artigos, vídeos, e-books, podcasts ou infográficos úteis e relevantes aos seus compradores — ou seja, com temas focados em um melhor aproveitamento dos produtos adquiridos — você conquista a confiança deles.

Basicamente, para conseguir recomendações de clientes, você deve trabalhar bastante o fator engajamento. Além de produzir incentivos diretos (como promoções, descontos e ofertas) e indiretos (criação de conteúdo altamente relevante, segmentado e que faça seus clientes compartilharem espontaneamente), é importante agradar e identificar os clientes certos.

Dessa maneira, você terá boas provas sociais para atingir possíveis compradores de forma mais natural e confiável 🙂

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O primeiro passo crucial para se ter uma presença online é ter um site. Isso, quando se tem boas ações que levam seu público até ele, gerando visitantes.

Mas, se você deseja gerar leads e vendas, precisa aprender algumas técnicas para promoção do seu negócio, Uma das ferramentas mais eficientes são as Landing Pages.

Muitas empresas simplesmente jogam dinheiro fora por não trabalharem direito essa ferramenta.

Gasta-se muitos recursos para trazer potenciais visitantes para o site da empresa e depois disso apenas uma parcela muito baixa desses visitantes acaba se tornando clientes de fato.

Por que isso acontece?

Uma das grandes razões para que isso aconteça é a falta de um bom uso de páginas de conversão.

Neste post vamos explicar o que são essa páginas de conversão e por que elas podem fazer uma grande diferença nos resultados obtidos com o marketing digital.

O que é Landing Page?

Conhecidas popularmente como páginas de conversão, páginas de destino ou páginas de captura, as landing pages são parecidas com qualquer outro site, mas é importante compreender que elas operam um pouco diferente.

Elas são criadas para promover um determinado objetivo, enquanto o site, geralmente mais abrangente, pode desempenhar simultaneamente diversas tarefas, como fornecer informações, permitir compra direta de produtos ou dar aos visitantes uma opção de comunicação com você.

Uma LP é uma página que traz uma oferta e estimulam os visitantes a tomar uma ação específica. Sendo mais preciso, landing page é uma página criada com um objetivo único: a conversão.

Por isso, as landing pages são peças premium dentro do seu site, geralmente composta por:

  • Uma oferta;
  • Um formulário;
  • Um CTA (chamada para ação).

Para que servem as Landing Pages?

Como estratégia de marketing, as landing pages são utilizadas para conduzir os visitantes rumo à conversão fazendo com que eles realizem uma ação específica.

Realizando essa ação, você consegue algumas informações do seu visitante (que se tornou agora um lead) como nome e email, podendo trabalhar um relacionamento depois.

Por isso, é importante ter em mente uma meta clara na sua estratégia de marketing. Se a meta é fazer o seu público realizar uma conversão – compra, clique, curtida, visualização, download, cadastro, assinatura de newsletter -, uma boa landing page aumenta consideravelmente suas chances de sucesso.

Para isso, primeiramente, sua página deve ser clara, precisa e organizada, oferecendo realmente aquilo que foi prometido, informado ou especificado em sua campanha estratégica inicial.

Por exemplo, nessa LP de um eBook da Mkt Ideas, nosso único objetivo é fazer com que o visitante forneça suas informações de contato em troca do download gratuito do eBook:

Quando é melhor direcionar o visitante à uma Landing page ao invés de um Site?

Uma página de conversão é uma maneira eficiente de conseguir uma resposta à uma oferta em particular.

Digamos que você esteja fazendo um anúncio de uma oferta em um serviço específico da sua empresa. Ao clicar neste anúncio, os visitantes devem chegar em uma página que seja diretamente relacionada ao anúncio que eles acabaram de ver.

A landing page é muito apropriada para isso. Não faça com que o visitante tenha que procurar o serviço pelo site. Isso o dispersa, o emburrece e não o converte.

Embora o seu site principal possa e deva ter uma menção à essa oferta, ele contém muita informação que não é relacionada a ela, podendo distrair o visitante.

Por que as Landing Pages são importantes?

Essa resposta é simples: resultados!

Landing pages bem elaboradas permitem que se tenha uma taxa de conversão muito maior do que em um site normal. Não são raros os casos onde se pode otimizar a taxa de conversão para 5 ou 10 vezes mais.

Quais as diretrizes para criar uma Landing Page?

Passando para a parte mais prática, existem alguns pontos importantes na criação de landing pages que sempre devem ser levadas em consideração:

– Adicione valor. Antes de tudo, ofereça algo de valor na página e deixe isso claro para o visitante. Essa oferta pode ser um eBook, uma apresentação, um infográfico, uma planilha, um webinar, um vídeo, uma promoção e até uma consultoria. O importante é que ela seja atrativa e acrescente algo na vida do seu lead.

– Quanto mais simples, melhor. Uma landing page é exatamente uma só página, não tem menu de navegação e nenhuma outra página que desvie a atenção dos visitantes.

– Blocos de textos curtos e objetivos. A página deve ser focada no objetivo para conseguir alcançar a meta determinada. Os textos devem ser redigidos de forma clara, concisa e precisa e os formulários devem ter somente os campos necessários; muitos campos podem acabar levando o visitante a desistir da conversão. Não distraia seus visitantes com informações não relacionadas ao objetivo.

– Use CTAs. Call to action ou Chamadas de ação em botão ou link ajudam a levar os visitantes a completar a tarefa proposta (cadastrar, assinar, comprar, encomendar ou seja lá o que for que você quer que os visitantes façam). Eles devem ser bastante visíveis para o visitante.

– Design funcional. O design de toda a página deve ser elaborado de tal forma que a CTA se destaque para que os visitantes possam facilmente completar a ação proposta.

– Design atraente. As primeiras impressões são a chave para tudo. Você precisa atrair a atenção dos seus visitantes de imediato com um ambiente incrível, elementos visuais lindos e um design arrebatador. Insira uma imagem, se for o preview da sua oferta melhor ainda.

– Não se esqueça do AIDA. No meio publicitário o acrônimo AIDA é uma das ideias mais propagadas e defende um ciclo pelo qual as pessoas passam antes da conversão. Portanto, toda a comunicação deve levar em conta cada um dos passos: Atenção, Interesse, Desejo e Ação.

– Utilize depoimentos. Utilize depoimentos reais de pessoas que já foram ou ainda são seus clientes. Eles servem como o gatilho mental da Prova Social.

– Seja responsivo. Certifique-se que sua landing page também tenha uma aparência fantástica nos dispositivos móveis. Uma boa parte do seu tráfego vai chegar a partir de navegação mobile e estes visitantes não vão ficar na página se esta tiver uma aparência ruim em suas telas.

– Facilite. Mantenha os detalhes importantes “acima da dobra” (isso é, na parte onde é possível ver sem a necessidade de navegar para baixo). Não esconda o seu formulário, botão de assinatura ou o banner com CTA na parte de baixo do site, muitas pessoas não irão ver essa parte e você estará perdendo oportunidades.

– Testes são essenciais. Dificilmente sua LP ficará satisfatória de primeira pois são muitos detalhe para acertar e que dependem muito de seu público alvo, do segmento em que sua empresa está inserida e da oferta proposta.

Abordamos muitas dicas de design para alavancar as conversões da sua landing page e site nesse artigo aqui. Recomendo a leitura!

Como aumentar o tráfego na sua landing page?

Para tirar proveito dessa ferramenta e ter melhores resultados, o ideal é você integrá-la com outras ações de marketing, como o Inbound Marketing, e conseguir mais visitantes para sua landing page fazendo com que se apaixonem pela sua marca, sua organização, seus produtos/serviços, e claro, converter mais leads.

Há 3 caminhos importantes para trazer mais tráfego para sua landing page e nós recomendamos que você explore nesse artigo aqui.

Basicamente, esses 3 caminhos são: Redes Sociais, Anúncios e Blog. Mas também vale muito aproveitar os leads que você já tem na sua base, através de disparos de Email Marketing.

Exemplo:

  • Envie a landing page como uma campanha de email marketing
  • Poste o link da landing page nas redes sociais
  • Crie um banner CTA ou pop-up direcionando para a landing page
  • Crie uma campanha nas mídias pagas conectando para a sua landing page

Estes são bons métodos para direcionar tráfego para sua LP e aumentar as oportunidades na geração de leads.

Assim, as landing pages são indispensáveis no marketing digital e, agora que você já sabe bastante coisa sobre essa ferramenta, comece a aplicá-la hoje mesmo em sua estratégia!

Achou que íamos deixar você fazer tudo sozinho?

De jeito nenhum! A Mkt Ideas pode te ajudar na criação de landing pages e em ações integradas de marketing específicas para as necessidades da sua empresa.

Dê uma conferida nesse ebook:

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Hoje em dia, quando todo mundo tem acesso à internet diretamente do seu bolso, a internet é o primeiro lugar onde as pessoas se voltam para encontrar rapidamente as informações de que necessitam. Isso significa que sua empresa precisa criar uma presença online.

Se lá no começo da internet, a maioria dos sites eram estáticos, e basicamente formados por blocos de texto e imagens, atualmente, existem vários tipos diferentes de sites.

Na verdade, existem tantos tipos de sites hoje em dia que às vezes é difícil decidir qual é a certa para sua empresa.

Para facilitar o seu trabalho, vamos apresentar neste artigo quais são os principais tipos de sites existentes e as vantagens de cada um para ajudá-lo a tomar essa decisão.

Vamos lá?

1. Site Institucional

Objetivos: Promover seu negócio, dar mais visibilidade e credibilidade à sua marca; Ajudar as pessoas a saber mais sobre você e sua empresa.

O site institucional é o mais usado pela maioria das empresas. Ele é ideal para apresentar sua empresa aos seus clientes de forma profissional na internet.

Geralmente é composto por páginas informativas sobre o negócio, como: quem somos, serviços/produtos, preços e contato. Esse tipo de site é praticamente um cartão de visitas online.

Aqui na Mkt Ideas, desenvolvemos 2 formatos de Site Institucional:

  • Website (site com páginas internas)
  • One-page (site de página única)

O que define um Site One-Page é que – diferente do tradicional com páginas internas – toda a informação é carregada em uma única página. Quando o visitante clica em um dos menus, a página simplesmente rola para o conteúdo correspondente, sem a necessidade de carregar uma nova página.  

A principal vantagem desse tipo de site é que ele funciona bem em aplicativos mobile, porque costuma levar menos tempo para carregar, e sua estrutura e organização das informações fazem desse tipo de site uma alternativa muito interessante aos Website.

Se você está começando um negócio e tem ainda pouco conteúdo, é possível concentrar tudo o que tem em uma One Page bem bonita (mas não tente colocar muita informação em uma única One Page, isso deixará poluído e carregado, seu usuário e o Google não gostarão nada disso).

2.  eCommerce

Objetivos: Encontrar clientes em todo o mundo; Realizar vendas fora do horário comercial; Fidelizar clientes da sua loja física; Economia e comodidade.

O eCommerce, comércio eletrônico ou loja virtual é um dos principais usos comerciais dos sites, pois através dele é possível vender praticamente tudo que se vende em loja convencional.

Inclusive, o comércio eletrônico tem crescido mais que o convencional.

Eles são construídos com sistemas de verificação que permitem que o consumidor encomende diretamente da loja online, com rapidez e de forma bastante segura e intuitiva.

Solução ideal para empresas que precisam vender algo mas não possuem um local físico, ou que possuem local físico mas querem ter um maior alcance e dar mais opções de compra para seus clientes atuais.

3.  Site Catálogo

Objetivos: Apresentar seus produtos/serviços; Encontrar clientes em todo o mundo; Fidelizar clientes da sua loja física; Economia e comodidade.

Muito similar com o eCommerce, porém, o Site Catálogo não possui integração com sistemas de pagamento, frete, correios, estoques e etc.

Se você tiver um produto ou serviço que não requeira pagamento online, um site catálogo permitirá que você exiba o que você tem para oferecer e atraia clientes em potencial.

4. Landing Pages e Hotsites

Objetivos: Transformar visitantes em leads e clientes; Fazer com que os visitantes realizem uma ação específica, que eles convertam, como comprar um produto específico, preencher um formulário de contato ou fazer download de um ebook.

Ambas são de página única e possuem um formulário em evidência.

Apesar de serem muito parecidos, a diferença entre eles é que Hotsite é usado para o lançamento de novos produtos, serviços ou eventos, tendo como uma das principais características a sua validade, pois todo hotsite tem data para ser publicado e data para ser removido da internet.

 Landing Page é uma página de captura, com o objetivo bem claro de atrair clientes e produzir conversões para sua empresa. Esse tipo de site normalmente possuem elementos estratégicos e atraentes para realizar as conversões e é muito usada pelas campanhas de marketing digital para criar engajamento com o usuário.  

Quer saber tudo sobre Landing Page, veja nosso artigo completo: Descubra o que são Landing Pages e use-as a seu favor.

5. Blogs

Objetivos: Dar aos seus clientes conteúdo de qualidade, útil e relevante sobre sua empresa e área de atuação; Compartilhar suas ideias e escutar a opinião dos seus visitantes; Reforçar sua marca, dando-lhe uma personalidade e uma voz própria; Tornar-se referência e autoridade; Entreter a audiência.

Em geral, Blogs são sites pensados em visitantes fiéis, que entram todos os dias para conferir as novidades. Eles devem sempre atacar um público-alvo e dependem completamente de seu sucesso para poder gerar alguma receita.

Os Blogs também são poderosas ferramentas de marketing, pois conseguem convencer os clientes a se tornarem fãs, seguidores, leitores e clientes de forma mais sutil (com dicas, por exemplo) ao invés de um anúncio direto.

Por isso, eles podem ser adicionais em um site institucional – o que dá a oportunidade para que a empresa possa investir em Marketing de Conteúdo e em SEO (duas ferramentas essenciais para atrair clientes em potencial no meio online) além de fortalecer a relação com a audiência e atrair e nutrir os leads – ou pode ser o próprio site em sí.

O Blog deve sempre se conectar com as redes sociais e incentivar a navegação horizontal (fazer com que o leitor vá pulando de artigo em artigo, permanecendo o máximo de tempo online).

Quer saber mais sobre Blog e como criar um focado em gerar leads? Veja nesse artigo: Ter um blog dá resultado?

6. Portais

Objetivos: Disseminar informação e notícias; Compartilhar suas ideias e escutar a opinião dos seus visitantes; Entreter a audiência

Portais são sites agregadores de conteúdo diverso. É um site parrudo que reúne informações de vários outros sites, destacando e resumindo conteúdos que possam despertar o interesse do visitante e direcionando através de links para os conteúdos completos.

Alguns portais oferecem acesso a vários tipos de sites diferentes, podendo esses sites se apresentarem como subdomínios do site principal ou como domínios totalmente diferentes.

Esse tipo de site é ideal para empresas que vendem “informação”, e visam o retorno do consumidor para que este consuma o seu “produto”. Basta lembrar de sites como G1, Yahoo e etc.

É comum, por exemplo, que juntamente com seu conteúdo, os portais ofereçam diretórios para outros sites, buscadores, notícias, previsão do tempo, citações, mapas, salas de bate-papo, fóruns, classificados, e etc, pois isso ajudará a monetizá-lo.

Mas afinal, como escolher o tipo de site certo?

Agora que você já conhece os principais tipos de sites existentes, será um pouco mais fácil escolher o tipo de site ideal para sua empresa.

Em alguns casos a combinação de mais de um tipo será a mais indicada, pois os resultados que cada um deles pode proporcionar irão se complementar para atingir um resultado final. Não é incomum encontrar sites que reúnem em um único domínio: site institucional, blog e uma loja virtual tudo junto e misturado.

Na Mkt Ideas acreditamos que para um site ter sucesso ele deve contemplar 6 princípios básico dos sites de sucesso:

    • Atração: de nada adianta criar um site, se ele não é capaz de atrair pessoas interessadas em seu conteúdo.
    • Valor: entregar conteúdo que realmente agregue e faça a diferença na vida das pessoas.
    • Resultados: todo site deve ter um objetivo, e o resultado é a comprovação de que o objetivo está sendo alcançado.
    • Autoridade: criação de autoridade no segmento através da presença e posicionamento da marca na internet.
    • Experiência: o site deve contar com uma estrutura UX e UI para prover uma boa usabilidade no site.
    • Compartilhamento: é preciso ter em mente que o site deve ser desenhado para uma fácil integração com mídias sociais para que os seus clientes falem da sua marca nas redes.

É importante contar com a consultoria de uma equipe profissional composta por designer, programador e redator, pelo menos. Esses profissionais são os mais indicados para identificar seu público-alvo e criar um site que se comunique de forma eficaz.

Por exemplo, se seu público é mais jovem, é fundamental que seu site esteja antenado com as tendências. Já se seu público é mais tradicional, é preciso pensar na ergonomia de navegação da forma mais intuitiva possível.

Antes de contratar uma agência analise também seu portfolio. Já vi muitas agências que criam sites por preços muito baixo, e quando vamos analisar seu portfolio, nos deparamos com sites genéricos, sem nenhuma identidade da empresa, sem SEO, sem textos persuasivos, usabilidade ruim, design sem estudo… ou seja, sem nenhuma personalização.

Eles não criam sites de alta performance, eles pegam um template e apenas colocam suas informações, criando assim a possibilidade de que existam sites idêntico no mesmo ramo do mercado. Isso traz prejuízos a imagem da sua marca e não traz lucro para a empresa pois o site não é funcional.

Tenha em mente que criar um site premium e robusto não é uma tarefa simples, então opte por uma agência que possa te ajudar. O site deve ser tratado como um negócio, uma ferramenta de marketing, e não um “hobby”.

Qualquer seja a sua escolha, estamos aqui para te orientar melhor. Aqui na Mkt Ideas, todos os sites que desenvolvemos são orientados para o marketing e para a identidade da empresa, contemplando todas as características que orientei você ao longo desse artigo

Entre em contato conosco! Será um prazer te ajudar: 

 

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A sua empresa está enviando mensagem para as pessoas certas?

Se essa é uma pergunta que você nunca parou para fazer, está na hora de pensar em criar personas para o marketing do seu negócio.

Uma das máximas do Inbound Marketing diz que “devemos enviar a mensagem certa para a pessoa certa no momento certo”, assim teremos maiores chances de sucesso em nossas ações. Porém, antes de pensar na mensagem certa, devemos saber quem são as pessoas certas para direcionarmos a nossa comunicação. Parece óbvio, mas muitas vezes essa é uma etapa esquecida.

No marketing, essa pessoa é conhecida como Persona ou Buyer Persona.

O que é Persona?

Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal.

Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características dos seus clientes ideais, assim como a criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

A criação de personas não é uma técnica nova, mas poderia ser muito mais explorada do que é atualmente. É muito comum empresas e agências criarem campanhas de marketing sem entender profundamente quem é o seu cliente ideal.

Se você diz que seu público-alvo é “praticamente todos” ou “alguém interessado em meus serviços”, você não tem muita chance de aumentar conversões. E, para nós da Mkt Ideas, aumentar conversões é mais importante que apenas aumentar visitas.

Qual a diferença entre persona e público-alvo?

É comum que haja alguma confusão nos conceitos, mas uma coisa podemos afirmar com certeza: persona e público-alvo não são sinônimos.

Vamos a um exemplo prático:

  • Público-alvo: Homens e mulheres, entre 30 à 45 anos, moram em capitais do Brasil. Trabalham em grandes empresas, classe B.
  • Persona:  Diego Mesquita, 33 anos, gerente de marketing de uma grande empresa, casado, gosta de passar o tempo livre com a família, frequenta show de jazz e blues e está conectado a todas a redes sociais, pós graduado em marketing digital, sofre muita pressão da diretoria para resultados, quer bater metas e ser valorizado na empresa, diretoria com pensamento limitado apenas em publicidade tradicional.

Percebeu a diferença?

Público-alvo é uma parcela abrangente da sociedade para quem você vende seus produtos ou serviços, não cita seus hábitos, comportamentos e interesses.

Já a persona é a representação do seu cliente ideal, de forma mais humanizada e mais personalizada. Ela é tão real quanto uma pessoa de verdade. Esse é o segredo.

Tradicionalmente, a definição de um público alvo consiste em determinar a sua idade, sexo, localização geográfica e as suas necessidades. Acontece que, atualmente, é necessário muito mais do que isso, precisando portanto, olhar de forma direcionada para outras questões.

Em um primeiro momento pode até soar muito parecido. Mas faz toda a diferença pensar em uma estratégia de marketing direcionada ao Pedro Paulo e não a um extenso público-alvo.

Por que criar uma Persona?

Conforme apontamos acima, a persona possui características muito mais conclusivas e ricas, o que facilita a criação de uma estratégia de marketing, afinal você sabe exatamente com quem está falando.

Precisamos entender quantos anos esta pessoa tem, de que sexo é, qual a profissão, o que gosta de fazer nas horas vaga, qual o grau de instrução, o que gosta de fazer no tempo livre e etc. Além destes, uma série de fatores que influenciam no que esta pessoa tem como hábitos e o que ela gostaria de consumir.

Quanto mais você entender seu cliente, mais rápido seu negócio vai crescer. 

Você precisa conhecer o seu cliente tão bem, mas tão bem, que consiga encaixar uma solução sob medida da sua empresa, ou até mesmo criar uma nova oferta, dentro do “sonho de vida” dele (“sonho de vida” = objetivo de vida/de empresa).

No entanto, muitas empresas têm dificuldade para definir o seu persona e acabam por fazê-lo de forma extremamente ampla.

Com o persona definido, você irá entender:

  • Qual linguagem usar;
  • Qual canal se comunicar;
  • Qual mensagem enviar;
  • Quais conteúdos podem ser produzidos;
  • Qual será o cronograma de conteúdo;
  • Com quais palavras chave iremos trabalhar
  • Qual será o estilo e periodicidade do e-mail marketing;
  • Como faremos a segmentação nos anúncios

E isso, só para citar alguns.

Suas campanhas precisam soar “como música” nos ouvidos deles.

Como criar uma Persona?

O maior erro cometido é tentar criar esta personas com base no que nós achamos que é o nosso cliente.

Esse “achômetro” muitas vezes está completamente equivocado e nossa comunicação ficará totalmente mal direcionada. Personas não podem ser criadas através de palpites e suposições.

Para que o produto final seja de qualidade é necessário coletar dados, realizar pesquisas e entrevistas.

Podem ser dados de cadastros dos seus clientes, informações dos últimos anos de vendas e até mesmo, utilizar ferramentas de pesquisa para chegar em uma informação mais relevante e assertiva. A base de clientes é o lugar perfeito para começar a investigação de persona da empresa.

Com esses dados, ficará muito mais fácil entender quem é este persona e a partir de então tudo que formos criar, tanto no campo de produto/serviço como no campo de comunicação, será direcionado para esta persona.

Algumas características básicas que utilizamos para definir as personas:

  • Dados demográficos: gênero, idade, estado civil, se têm filhos, onde moram;
  • Objetivos: o que valorizam, quais são seus sonhos e como podem ser ajudados a realizá-los;
  • Pontos fracos: entenda os problemas dessas pessoas e como a sua empresa pode resolvê-los;
  • Onde buscam informações: descubra os canais online e offline onde buscam atualizações e informações e invista nesses canais;
  • Que cargo ocupam: investigue onde trabalham e em qual área.

Quanto mais informações tivermos, mais completa a nossa persona e muito melhor a nossa comunicação.

O próximo passo é detalhar o perfil persona a partir das respostas obtidas. Reúna as informações, elabore o personagem com um nome e uma imagem e coloque em um documento a ser disponibilizado para todos na empresa.

Lembre-se: É muito importante que a persona seja uma pessoa real, assim, todos da sua equipe têm uma ideia de com quem estão conversando e tornam a comunicação mais humanizada e assertiva.

A sua empresa está se comunicando do jeito certo ?

Agora que você entende o que é persona, identificou a da sua empresa, faço a pergunta: você está se comunicando do jeito certo? Está mostrando qual problema as suas soluções resolvem? Está falando o que sua persona espera ouvir?

Sua empresa merece crescer, e para isso você precisa focar seus esforços nas pessoas certas! Converse com a gente, veja como podemos ajudar o seu negócio a atingir resultados expressivos e crescer. Let’s grow!

 

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Toda campanha de marketing, em especial de Inbound Marketing, devem ser guiadas por algo que chamamos de Jornada de Compra.

A Jornada de Compra é o caminho percorrido pelo consumidor a partir do momento que ele procura pelo seu produto ou serviço até finalizar sua compra

Dominar a Jornada de Compra faz com que a empresa compreenda as necessidades, problemas, desejos e costumes do seu público. E isso se reflete tanto no faturamento como na geração de valor para a marca.

Isso porque, atualmente, a decisão de compra de uma pessoa acontece muitas vezes fora do ponto de venda. Os consumidores hoje preferem fazer a busca daquilo que precisam na internet para depois falar com o vendedor.

Diante desse cenário, é imprescindível o mapeamento do comportamento de compra do consumidor. Afinal, quanto mais próximo da realidade do seu consumidor você estiver, maiores são as chances de entender e atrair para si pessoas realmente interessadas em seu produtos ou serviços.

Ao conhecer a jornada como um todo, você consegue acelerar esse processo, ou seja, fazer com que as pessoas cheguem mais rápido à decisão de compra. No caso de quem já é cliente, também é possível acelerar o processo para gerar novas aquisições.

Por isso, no post de hoje abordaremos as etapas da Jornada de Compra do consumidor, mas antes…

Vendas antigamente x Vendas hoje

Como eram e como são hoje?

Há 10 anos atrás o vendedor estava no controle das vendas. O consumidor tinha uma necessidade, ia até a empresa por indicação, mídia impressa ou rádio/tv, e cabia ao vendedor apresentar a solução e pronto.

Hoje é o cliente que está com o controle das compras. Ele só vai falar com um vendedor depois de pesquisar e se informar sobre a tal solução. E muitas vezes ele até argumenta com o vendedor na escolha da solução.

Ou seja, há passos que antecedem o momento que o consumidor decide entrar em contato com o vendedor da sua empresa.

E essa pesquisa vem de onde?

Blog, redes sociais, grupo de discussão, materiais gratuitos e todo tipo de conteúdo que eduque e ajude o consumidor, conforme já apontamos neste artigo aqui sobre as formas de atrair clientes.

Alguns números:

  • Cerca de 80% dos consumidores pesquisam online antes de comprar.
  • 96% dos consumidores que pesquisam online utilizam o Google.
  • 80% dos consumidores preferem buscar informação de um produto/serviço em artigos do que em um anúncio publicitário.
  • 57% de uma decisão de compra é definida antes do consumidor entrar em contato com ao vendedor.
  • Empesas relatam que 57% dos contatos de clientes adquiridos vieram através de publicações em blog.
  • Empresas que utilizam blogs com conteúdo relevante conquistam 55% a mais de tráfego.

Resumindo:

Se você não está gerando conteúdo relevante na internet, o seu público irá encontrar o seu concorrente quando fizer uma busca.

#Ficaadica #TakeaNote #TakeIdea

Agora que você entendeu um pouco do que mudou na Jornada de Compra do consumidor, vamos entender as etapas do processo!

As 4 etapas da Jornada de Compra

Em geral, a Jornada de Compra do cliente é dividida em: Aprendizado e Descoberta, Reconhecimento do Problema, Consideração da Solução e Decisão de Compra.

É a progressão que seu cliente fará saindo da primeira fase, onde ele não faz ideia da existência de sua companhia e muito menos da existência de uma dor que você pode resolver para ele, progredindo para uma segunda fase de consideração de possíveis soluções e uma terceira fase que é a tomada de decisão baseada nas considerações da fase anterior.

1. Aprendizado e Descoberta:

Aqui é o início da jornada. Nessa etapa, o consumidor ainda está totalmente “cru” e não sabe ou não enxerga muito bem qual o seu problema, mas já sabe que possui uma determinada necessidade. Então ele busca aprender e estudar mais sobre o problema que ele tem ou sobre o mercado que atua pensando em melhorias.

Fazendo uma analogia com um paciente que está com dor de cabeça, ele não sabe se está com uma dor de cabeça pontual, uma enxaqueca ou possível AVC. Como não se aprofundou sobre essa dor, talvez ele não vá se preocupar em considerar uma solução e ainda não entrará na fase de consideração.

Essa é a oportunidade de chamar a atenção dele, atraindo-o, para fazê-lo perceber que tem um problema.

Se você trabalha com vendas B2B e já começa em uma call ou reunião empurrando seu produto, sem entender aonde o cliente está na jornada de compra, é grande a chance da venda estar se direcionando ao fracasso. Respire, dê um passo para trás e entenda a realidade do cliente.

2. Reconhecimento do Problema:

Aqui, o consumidor reconhece que ele tem de fato um problema e começa a pesquisar por possíveis soluções. Chega a fase de pesquisa e comparação.

Nesse momento, você deve cutucar ele, fazendo com que ele estude mais sobre as soluções (produto ou serviço).

O mindset dessa fase é o da busca por um carro novo. Você pesquisa por preço, modelo, consumo de combustível, seguro, etc. Depois faz uma comparação de todos os resultados.

3. Consideração da Solução:

Nessa etapa, o consumidor já está consciente sobre algumas possíveis soluções para sanar o problema e começa a ir atrás de mais detalhes sobre a solução da sua empresa.

É o momento, portanto, de mostrar porque aquilo que você oferece representa a melhor solução.

Ainda na analogia da dor de cabeça, nessa fase o cliente já tem uma consciência e preocupação com a dor e está disposto a visitar um médico. O paralelo ao nosso mundo de vendas acontece quando nosso cliente está interessado em fazer um contato formal e buscar por informações mais técnicas.

4. Decisão de Compra:

Nessa última etapa, o consumidor está comparando as opções disponíveis e pesquisando qual delas é a melhor para seu contexto. O discurso se direciona para implementação, custos e suporte ao cliente.

Aqui é necessário mostrar os diferenciais da empresa em relação aos concorrente e convencê-lo que o seu produto é a escolha certa. Mostre valor e cases de sucesso. Mostre como clientes parecidos alcançaram resultados tremendos.

Os diferentes momentos de compra

Nem todas as pessoas chegam até a empresa no mesmo estágio da Jornada de Compra. Por isso, elas devem ser identificadas e respeitadas até o ponto em que o consumidor está “pronto” para receber um conteúdo focado na venda.

Inclusive, falamos muito sobre isso neste artigo aqui.

Por exemplo, digamos que você trabalhe em uma empresa que fornece softwares financeiros:

  • Uma parte do público que chega até você já sabe tudo sobre os softwares financeiros -> já considera adquirir a solução.
  • Outra parcela conhece os softwares, mas ainda não sabe dos benefícios e diferenciais que ele pode trazer (e precisa ser educada quanto a isso) -> já reconhece o problema que tem.
  • Outra parte nem mesmo sabe que existe alguns softwares financeiros com tais funcionalidades e como isso pode ajudar ou agregar na vida ou no trabalho do consumidor (e isso também pode ser informado e ensinado, gerando mais potenciais clientes) -> ainda está aprendendo/descobrindo.

Viu como seus leads estão em etapas e momentos diferentes? Mas é interessante observar que, mesmo que os consumidores ainda não estejam considerando a compra, já se encontram dentro da Jornada de Compra e você pode gerar valor para eles e guiá-los até a compra.

O principal benefício de conhecer o público a esse nível é conseguir entregar exatamente o que cada pessoa precisa, a fim de gerar valor para a vida do consumidor e otimizar o Funil de Vendas.

Esse trabalho também envolve uma transição do marketing de massa para o marketing de segmentos, que busca compreender de verdade as necessidades e desejos das pessoas.

Consequentemente, o relacionamento entre marca e público fica muito mais profundo e duradouro. O foco é usar tempo, lugar e conteúdo a seu favor. Em outras palavras, conhecer a jornada do cliente abre a possibilidade de alcançar seu público na mídia certa, no momento certo e com o conteúdo certo.

Agora que você já sabe os conceitos da Jornada de Compra do seu cliente, é hora de colocar a mão na massa e planejar sua campanha!

Se tiver alguma dúvida ou precisar de nossa ajuda, entre em contato conosco ou comente abaixo!

Aproveite e faça o download gratuito do ebook abaixo que fala da metodologia que acompanha a Jornada de Compra do consumidor e efetive mais ainda o seu marketing:

 

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Num mercado cada vez mais competitivo, existe a necessidade de se reinventar, principalmente dentro de um contexto em que o tempo parece estar cada vez menor para o que se tem que fazer.

Nessa busca crescente por maior produtividade, a primeira providência é ter cada vez mais controle do que se faz, organizando-se de tal forma que todas as atividades estejam descritas de modo a serem executadas conforme as prioridades estabelecidas.

O planejamento diário das atividades gera a previsibilidade necessária que leva a resultados positivos e um sentimento de realização importante! Afinal, queremos que nossa empresa seja previsível, escalável e lucrativa, não é mesmo?

Felizmente, existem ferramentas em nuvem (permitindo acesso de qualquer lugar e qualquer hora) para administrar e simplificar as tarefas do dia a dia.

Fazendo uso destes recursos e aprimorando o fluxo do seu trabalho, você vai fazer mais e gastar menos#TimeIsMoney!

| Leitura Recomendada: Velocidade como um hábito: Como a pressa te ajuda a alcançar resultados rápidos

Pensando nisso, no artigo de hoje selecionamos as principais ferramentas que utilizamos no dia a dia aqui da agência Mkt Ideas que nos ajudam a administrar, produzir e gerenciar melhor nosso trabalho, para que você aproveite utilize na sua empresa também.

Com elas você vai conseguir:

  • Aproveitar melhor o tempo
  • Organizar as ideias
  • Lembrar do que é importante na hora certa
  • Priorizar com inteligência suas tarefas e projetos
  • Acessar documentos importantes de qualquer lugar e qualquer hora
  • Compartilhar arquivos com outras pessoas
  • Fazer reuniões remotas

Vamos lá?

PARA NÃO PERDER O ‘TIME’:

1. Google Agenda

Ferramenta para agendamento

Google Agenda é uma agenda na nuvem, que permite a criação e organização de compromissos, separados por data e horário. É possível convidar colegas para estas tarefas fazendo com que apareçam na agenda de todos.

Ele é perfeito para marcarmos reuniões, atividades e outros eventos importante na agenda, mantendo controle do que será feito no dia e nos próximos. Nós integramos o Google Keep com ele, assim, na agenda também aparece os lembretes que marcamos na outra ferramenta.

Tem nos ajudado bastante na produtividade e na programação das atividades, reduzindo a possibilidade de perder algo importante, já que ele envia alertas.

É de graça 🙂

Tomato Timer

Ferramenta para gerenciamento do tempo

Uma das estratégias matadoras para ter mais foco e vencer a procrastinação é o uso de timeboxes: blocos de tempo em que você foca exclusivamente em uma tarefa, eliminando todas as outras distrações. Isso é sinônimo de foco!

Tomato Timer é uma ferramenta baseada na Pomodoro, uma técnica de produtividade que ajuda a manter o foco e utilizar o tempo de forma mais eficiente. Essa técnica sugere que você intercale 25 minutos de foco total em suas atividades, seguidos por cinco minutos de descanso para olhar as redes sociais, ir ao banheiro ou tomar café. Após quatro blocos de trabalho, é recomendado fazer um intervalo maior, de 10 a 30 minutos.

Sempre há algo que nos distrai no dia a dia, seja ligações, emails, redes sociais, e seguindo as sugestões do Tomato Timer, nos ajuda manter o foco no trabalho. Para o texto desse artigo, por exemplo, levei cerca de 5 pomodoros (sem contar com revisão, edição e postagem).

PARA ORGANIZAR AS INFORMAÇÕES:

Google Keep

Ferramenta para anotações

Google Keep funciona como um “acervo criativo”, como eu gosto de chamar, que tem a finalidade de ser utilizado para registros rápidos. É possível fazer anotações, armazenar fotos, vídeos e mensagens de voz, além de compartilhar informações entre as pessoas cadastradas.

É bastante útil, principalmente quando não dispomos de papel e precisamos fazer uma anotação qualquer. A gente usa muito para anotar ideias que surgem do nada para trabalhar nelas depois, claro.

Além disso, ajuda na produtividade, pois elimina aqueles papeizinhos incômodos (post-its), que se perdem, são esquecidos e tomam o tempo para serem organizados.

É de graça 🙂

Google Drive

Ferramenta de compartilhamento em nuvem

Google Drive é uma ferramenta de armazenamento de arquivos em nuvem.

Nós o usamos muito para centralizá-los em um só lugar,  poder compartilhá-los com clientes, equipes e parceiros e até mesmo para fazer backups.

É de graça 🙂

CamScanner

Ferramenta para digitalização

CamScanner é um aplicativo para smartphone que digitaliza documentos.

Basta tirar uma foto com a câmera do celular que o aplicativo ajusta a página e aplica efeitos de correção na imagem para que o texto fique mais legível. A ferramenta permite ajustar a posição do papel e enviar ao seu email, como imagem ou PDF.

Quando não estamos no escritório, enviamos documento a partir desse aplicativo e é uma ótima solução para quem não tem scanner.

É de graça 🙂

PARA SE COMUNICAR MELHOR:

Skype

Ferramenta para chamada em vídeo, voz, mensagens e compartilhamentos

Skype é um software que permite comunicação pela internet, através de conexões de voz e vídeo, ou seja, fazer ligações e vídeoconferências, além de trocar mensagens, podendo ser com apenas uma pessoa ou em grupo.

Usamos muito o Skype para realizar as reuniões com clientes, compartilhar tela, mostrar apresentações e enviar arquivos.

Assim, ele tem sido imprescindível para o relacionamento com os clientes, colaboradores e parceiros e também ajuda nossa agência a economizar tempo com deslocamento físico e reduzir custos com as operadoras de telefonias tradicionais pois as chamadas são gratuitas. O único problema é que as ligações se limitam entre os usuários que possuam a plataforma, mas felizmente grande parte de nossos contatos possuem.

É de graça 🙂 mas você pode usar a versão paga e comprar um número fixo para atender através dele, em qualquer dispositivo (celular, tablet, notebook, desktop).

Appear.In

Ferramenta para chamada em vídeo e mensagens

Appear.in é uma ferramenta de chamada em vídeo que usamos como opção quando a pessoa não possui conta no Skype.

Ele não exige login e nenhum cadastro.

É preciso apenas gerar uma URL para sua empresa e, em seguida, compartilhar com quem deseja ligar. Pronto. Basta ambos acessarem a URL e começar a videoconferência.

É de graça 🙂 e também possui planos pagos.

PARA GERENCIAR EQUIPES E PROJETOS:

Trello

Ferramenta de gerenciamento de projetos

Trello é uma ferramenta de gerenciamento de projetos que funciona com boards e cards. Cada tarefa ou recurso é um card (listas) e você pode organizá-los em boards (quadros).

Aqui na Mkt Ideas nós usamos o Trello na gestão de nossos projetos, tarefas e fluxo de trabalho e separamos os boards por status dos projetos (backlog, em andamento, feito, etc).

O bacana é que possui várias funções como upload de arquivos, checklist, chat. Além de podermos integrá-los com o Google Drive e diversos outros aplicativos, facilitando a acessibilidade e a utilização dele. Ele se parece com uma rede social, focada em gerenciamento.

É de graça 🙂 e também possui planos pagos.

Google Docs

Ferramenta de compartilhamento e colaboração

Google Docs é uma ferramenta do Google que permite que você crie arquivos em texto, planilhas, apresentações e tudo aquilo que normalmente você criava no Office. A diferença é que tudo fica sempre online, disponível para quem você compartilhar, e todas as pessoas que você autorizar podem editar o documento simultaneamente.

Para criar, fazer atividades em conjunto ou editar um documento, sempre usamos o Google Docs. Diversas vezes trabalhamos na produção de um projeto com duas ou mais pessoas ao mesmo tempo, principalmente entre as equipes de redação. A ferramenta também suporta comentários, chat, edição e permissões. Isso faz com que eu esteja interligado com minha equipe de trabalho de uma forma muito ágil.

CONCLUSÃO

As ferramentas que você usa para colaborar com sua equipe são tão importantes quanto a atitude que você tem. Facilite a colaboração, a centralização de dados e o dimensionamento de sua empresa.

O nosso objetivo é mostrar que a organização é possível sem altos custos e com uma economia de tempo e melhora na produtividade, mas exige uma alta dose de disciplina, para que novos hábitos sejam criados e mantidos.

O que desejamos com esse artigo é demonstrar que a tecnologia deve ser nossa aliada na busca de melhores resultados e consequentemente, melhor qualidade de vida, com as atividades organizadas e cumpridas com sucesso e satisfação final em cada dia de trabalho.

Que tal, então, começar a testar algumas das ferramentas que indicamos para entender como o seu tempo pode render mais e se tornar um ativo ainda mais valioso para a sua empresa?

E já que estamos falando em ferramentas, aproveito para disponibilizar nossa ferramenta gratuita do Raio-X do Marketing para que você possa avaliar os pontos positivos e negativos do marketing da sua empresa:

 

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Já falamos aqui no blog sobre as 2 primeiras etapas da metodologia Inbound Marketing.

São elas:

1° Atração: 4 ações que você precisa fazer para atrair mais visitantes.

2° Conversão: 3 estratégias infalíveis para gerar leads pro seu negócio.

Seguindo nossa série, chegamos então na 3° etapa: a do Relacionamento (ou Nutrição de Leads).

Se você chegou até aqui mas ainda não conhece as 2 primeiras etapas, sugiro fortemente que leia os 2 artigos acima para melhor compreensão 😉

Revisando, na 1° etapa (atração) nós criamos conteúdos (blog e iscas digitais) e divulgamos nas mídias (sociais e pagas) para atrair visitantes (público alvo) para o nosso site.

Na 2° etapa (conversão), nós aproveitamos esses visitantes e transformamo-os em leads através dos cadastros em nosso site (via landing page, formulários, assinatura de newsletter).

E agora? O que fazer com esses leads? Como transformá-los em oportunidades de negócio? Como trabalhar esses leads para que eles se transformem em clientes?

A resposta está no Relacionamento.

Depois de coletar as informações do lead – em especial o email – é possível manter um contato mais próximo e continuar educando-o e estimulando-o para uma possível compra. Esse é o passo intermediário entre gerar leads e transformá-los em clientes.

Os resultados são a construção e disseminação da marca, prospecção e fidelização de clientes e criação de autoridade no mercado.

Antes, vale a pena trazer alguns dados interessantes:

  • “Empresas que se destacam em nutrição de leads geram 50% mais vendas a um custo 33% menos” (Forrester Research)
  • “50% dos leads são qualificados, mas ainda não estão prontos para comprar.” (Gleanster Research)
  • “79% dos leads vindos do marketing nunca se convertem em vendas. A principal causa disso é a falta de nutrição de leads.” (MarketingSherpa)
  • “Leads que foram nutridos geram vendas 47% maiores do que leads que não foram.” (The Annuitas Group)
  • “Apenas 5% das empresas usam soluções de automação de marketing.” (Forrester Research)

Esses dados mostram bem a importância de nutrirmos os leads que geramos. Isso pode nos ajudar a vender mais com um custo menor e um ticket médio maior. Além de auxiliar nas vendas, gerar novas receitas e receitas recorrentes, ela aproxima também o cliente da sua empresa.

Pense, por exemplo, que com o relacionamento, o público pode se aproximar da sua empresa e conhecer mais profundamente o que você faz e as soluções que oferece. Assim, as chances de perceber o valor da sua solução é maior e, consequentemente, as chances de comprar também.

Os diferentes momentos de compra

Segundo a empresa MarketingSherpa, 79% dos leads vindos do marketing não se convertem em vendas. A principal causa disso é a falta de nutrição de leads. Isso significa que, após serem gerados, os leads ou ficam parados na base da empresa, ou são abordados precipitamente.

Conforme já dissemos nesse outro post no blog, nem todos os clientes em potencial estão no momento de realizar uma compra.

Através da Jornada de Compra, vemos claramente que existem etapas bem definidas que devem ser respeitadas até o ponto em que uma pessoa está “pronta” para receber uma abordagem.

É comum nos depararmos com a situação de o cliente não estar no momento ideal de compra.

Ele pode ter esgotado ou ter engessado o orçamento do ano, pode estar com outras prioridades, pode ter acabado de comprar uma solução semelhante ou ainda não ter nem percebido que tem um problema e precisa resolvê-lo.

Em todos os casos, são leads não prontos e que não compram agora, mas podem vir a comprar logo.

O relacionamento é valioso nessa situação, já que muitas vezes o que falta é a sua empresa educar e fornecer mais informações para gerar demanda. Em outros casos, é só uma questão de tempo mesmo, em que continuar próximo e agregando valor é suficiente para gerar credibilidade e manter sua empresa na mente do potencial cliente para quando o momento de compra chegar.

Comparando com um relacionamento amoroso, não é no primeiro dia que você vai na balada que você irá pedir alguém em casamento. Primeiro você vai marcar o telefone, depois vai marcar um encontro, depois viagem, depois vou apresentar para família e assim vai.

Da mesma forma, o cliente precisa gostar e confiar em você para depois comprar. E trabalhando nessa forma, com essas etapas, é muito mais fácil ouvir um “sim” do seu cliente mais pra frente.

No entanto, deixar que as pessoas passem por esse processo por conta própria, sem a ajuda da sua empresa, diminui os resultados e aumenta bastante o tempo do ciclo de vendas. É possível e viável acelerar esse caminho.

Isso porque no primeiro contato entre o lead e a empresa, dificilmente uma grande proporção deles efetiva a compra. No entanto, se determinado lead demonstrou interesse em assuntos correlacionados com o seu produto ou serviço, um trabalho de nutrição/relacionamento certamente conseguirá orientar mais pessoas sobre o potencial de adquirir a sua oferta.

Por exemplo: uma empresa que procure saber mais de comunicação e marketing, e, através de nossos materiais e conteúdos está mostrando que quer melhorar sua atuação na área, isso é para nós uma boa oportunidade de vendermos nossos serviços. A diferença é que, pensando no processo da jornada de compra, essas pessoas estão apenas nos primeiros passos.

Para ter uma ideia da proporção em que se encontram os seus leads ao longo do processo de compra, Chet Holmes, autor do livro “The Ultimate Sales Machine”, traz a seguinte abordagem:

 

Como visto acima, para todo tipo de produto ou serviço existe um mercado interessado que é muito maior do que a parcela que de fato está comprando.

Seguindo a lógica, existe uma parcela do seu público que não está comprando agora.

Por qualquer motivo que seja, se você não tiver uma estratégia de relacionamento que seja interessante para esses 90%, você vai estar perdendo uma fatia muito grande de oportunidade de negócio com seu público.

Em suma, apenas 3% do seu mercado em potencial está buscando por uma solução, ou seja, está na etapa de Decisão de Compra.

Com a produção de conteúdos focados em diversos problemas e estágios de compra, feito nas etapas anteriores, atraímos também leads em diversos estágios. Por isso, agora na etapa de relacionamento teremos a função de identificarmos os estágios em que se encontram os leads e fazermos eles avançarem na jornada, ou seja, aceleramos o processo de compra.

Vamos então conquistar esses 97% de possíveis compradores que seu concorrente não está alcançando?

Então veja abaixo 4 estratégias que você deve seguir para nutrir seus leads e gerar oportunidades de negócios.

EMAIL MARKETING

Use o email para se relacionar com sua base de leads

O email é uma valiosa ferramenta, altamente personalizável que leva sua mensagem diretamente até seu lead, criando com ele um vínculo emocional.

Quando você estabelece uma relação de confiança com seus leads, passando a nutrí-los com informações relevantes, o ciclo de vendas se torna melhor, fazendo com que a compra seja efetuada em muito menos tempo.

Dois dos tipos de email marketing mais comuns são: Emails Promocionais e Newsletter. Um tem o objetivo claro de promover uma ou mais ofertas e o outro tem o objetivo de promover um compilado de conteúdo e ofertas de diferentes níveis.

Procure gerar valor. Não comece usando a lista para promover um produto ou serviço. Mantenha contato oferecendo conteúdos de qualidade, ofereça um excelente artigo, um ebook, uma planilha ou outro material valioso para esse potencial cliente. Esse tipo de conteúdo costuma ter uma receptividade muito maior e por isso deve ser o foco. Além disso, a empresa humaniza seus processos e cria um relacionamento mais estreito com seus consumidores.

Um exemplo: O lead se interessa pelos carros que sua concessionária vende, mas no momento ele não irá comprar pois acabou de adquirir um novo. Se você mantém um relacionamento com ele por muito tempo, quando chegar esse momento de troca de carro novamente da pessoa é maior a probabilidade dela comprar de você.

Leia também: Como o email marketing ajuda na margem de lucro da empresa.

MÍDIAS SOCIAIS

Use as redes sociais se relacionar com seus seguidores

Da mesma forma que o email marketing, as redes sociais são uma ferramenta muito útil para se relacionar com seu público e com os leads que te seguem ou curtem suas páginas.

Elas são uma opção mais informal de continuar em contato com seu público e funcionam muito bem na aproximação entre marcas e consumidores.

A presença nas principais redes já não é mais um diferencial corporativo, e sim uma estratégia básica de relacionamento. O público segue as marcas esperando receber conteúdos e ofertas relevantes. então #TakeaNote #TakeIdea!

O contato nas mídias sociais costuma ser menos íntimo que o email, mas tem a vantagem de alcançar uma audiência cada vez maior, da sua mensagem ser facilmente espalhada, conquistar novos públicos e facilidade de interações.

Além disso, a barreira de entrada é menor: aceitamos ver tweets, por exemplo, de centenas de pessoas. No entanto, não gostamos de receber emails na mesma proporção.

Portanto, continue nutrindo seus leads oferecendo conteúdos de qualidade aumentando seu relacionamento e valor da marca.

Você pode abordar diferentes tipos de conteúdo, como: ofertas de produtos e serviços, promoções e bônus, materiais que eduquem e gerem valor, consolidação da marca, pesquisa de satisfação, etc.

Leia também: Por que sua empresa deve estar nas redes sociais?

SEGMENTAÇÃO DE LEADS

Gere o mesmo resultado enviando menos emails

Se os leads da sua base interagem com a sua empresa com frequência isso significa que dentro da jornada de compra eles possuem interesses de adquirir um produto ou serviço.

Partindo deste princípio é importante que você saiba gerir o conteúdo utilizado para a nutrição desses leads.

Se um lead está mostrando que precisa de um conteúdo do tipo “A” não faz sentido oferecer conteúdo do tipo “B, C, D” etc. Ou seja, ao invés de ofertar a sua solução para todo mundo, falamos com cada lead, respeitando o seu interesse e momento na jornada de compra.

Por exemplo: um cliente em potencial deve receber um tipo de email incentivando a compra, enquanto um atual cliente deve receber outro email mais adequado.

As taxas de conversões são muito mais altas quando as empresas sabem oferecer aos leads o material específico e correto de sua etapa do funil. Já as taxas de rejeições crescem cada vez mais quando estes são bombardeados de informações irrelevantes para o seu momento de intenção de compras.

AUTOMAÇÃO DE MARKETING

Prepare os leads para a compra com um fluxo de nutrição

A automação de marketing é uma solução para, como o nome já diz, automatizar esse processo.

Com ela é possível criar uma estrutura de nutrição de leads (workflow) que trabalha de forma escalável e inteligente, através de alguns gatilhos para que os leads entrem nesses fluxos e recebam os conteúdos ideais para o momento que estão passando (jornada de compra). Para isso é imprescindível fazer a segmentação dos leads.

Uma boa estratégia de relacionamento acompanha o consumidor desde a primeira fase de compra até a última, começando a enviar materiais mais simples e depois evoluindo para conteúdos mais específicos.

Portanto, crie conteúdo para cada etapa do funil e crie fluxos com uma sequência de emails com mais materiais educativos, estudos de caso, avaliações gratuitas e finalmente informações sobre o produto/serviço da sua empresa para gerar caminho para o lead até que este torne-se então, oportunidade para a equipe de vendas.

A intenção aqui é fazer, de forma individual e ao mesmo tempo automatizada, o trabalho de encaminhar um lead desde os estágios iniciais de interesse até o ponto mais próximo da decisão final de compra.

Conclusão

Para desenvolver uma estratégia de marketing e vendas que traz o retorno esperado, é fundamental não apenas possuir informações dos seus visitantes, mas também criar um relacionamento com eles.

Não adianta converter visitantes em leads e não fazer mais nada com esse público. Sua empresa tem o email e outros dados desses leads, então use esse ativo para gerar mais resultados e oportunidades de negócios na casa.

Nutra os leads com conteúdo engajador, para que eles não tenham necessidade de ir buscar mais informações em seus concorrentes.

Trabalhar dessa forma permite às empresas ter um aproveitamento de vendas muito melhor em cima dos leads gerados. Você acompanha o lead do início ao fim.

A boa notícia é que esse recurso é utilizado ainda por poucas empresas americanas, sendo ainda menos explorado aqui no Brasil. As empresas que utilizam da prática de forma bem feita acabam ganhando mercado e saindo na frente de seus concorrentes.

Sendo assim, não hesite em contratar profissionais qualificados para dar o tom da conversa com seu público por meio dessa estratégia! É de suma importância para o seu negócio fazer uma aliança com uma agência especializada em resultados online.

Uma das principais metas aqui na Mkt Ideas é entregar resultado aos clientes, sendo assim, nós buscamos ao máximo reter nossas estratégias para converter leads, gerar negócios e potencializar resultados.

Quer saber mais em como podemos te ajudar? Deixe suas dúvidas nos comentários ou acesse nossa página no botão abaixo:

 

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